Inteligência Artificial

Guarda Digital lança plataforma pioneira para lidar com gestão pós-morte

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Guarda Digital lança plataforma pioneira para lidar com gestão pós-morte

Ferramenta inovadora gerencia aspectos práticos, legais e a memória digital de quem partiu

Buscando auxiliar famílias frente ao processo burocrático da partida de um ente querido, a Guarda Digital, pioneira no setor de gestão pós-morte, oferece uma ferramenta completa com atendimento humanizado que vai além da assistência funeral. Para isso, a empresa alia tecnologia, eficiência e sensibilidade no processo.

A plataforma, que já está disponível para dispositivos móveis e desktops, gerencia tanto questões legais e financeiras, como inventário, seguro de vida, plano funerário e partilha de bens, quanto a memória digital do indivíduo. Nesse sentido, o recurso integra um ambiente protegido e confidencial para guardar fotos, vídeos, mensagens e outros momentos preciosos; os usuários também podem criar homenagens personalizadas, compartilhando histórias, lembranças e mensagens de apoio a amigos e familiares.

“Embora a morte seja um tabu, precisamos falar sobre ela e planejar o pós-vida para preservar a memória da família. A rotina de todos está cada vez mais ligada ao digital, por isso buscamos fornecer as ferramentas e o conhecimento necessários para enfrentar os desafios de gestão neste momento delicado e, ao mesmo tempo, manter vivo o legado de quem partiu”, destaca Sidney Pedrotti, CEO da Guarda Digital.

Desde seu lançamento na Feira Inovare, em outubro de 2023, a empresa busca educar as pessoas sobre os aspectos práticos do processo pós-morte e facilitar o acesso às informações e aos serviços relacionados ao luto em meio a um processo ágil e conveniente.

“Entendemos também a importância de cuidar das necessidades emocionais daqueles que estão passando pelo luto. Assim, temos uma equipe comprometida em oferecer suporte compassivo e recursos significativos para ajudar os usuários a enfrentar o processo de maneira saudável, positiva e eficiente com serviços otimizados para cada necessidade”, conclui Pedrotti.

Sobre a Guarda Digital

Fundada em 2023, a Guarda Digital é uma empresa inovadora que oferece soluções abrangentes e sensíveis para auxiliar as famílias durante o difícil processo de luto. Sua abordagem combina tecnologia com sensibilidade humana, proporcionando suporte tanto para questões práticas, legais e financeiras, quanto para aspectos emocionais, como a preservação da memória digital do falecido. A empresa oferece uma plataforma intuitiva e personalizável, permitindo o armazenamento seguro de lembranças on-line, a criação de homenagens personalizadas e o acesso fácil a essas memórias a qualquer momento e de qualquer lugar. 

IA na publicidade: quais os pros e contras?

IA na publicidade: quais os pros e contras?

CEO da 270B no Brasil, Alessandra Bottini destaca implementação da tecnologia como um divisor de águas para o setor, mas também aponta desafios

O advento da inteligência artificial está remodelando diversos setores das atividades humanas. Uma das mais afetadas pelo avanço da tecnologia é a indústria da publicidade. Oferecendo cada vez mais oportunidades para as marcas e agências, a ferramenta promete uma nova era em que as campanhas serão amplamente mais eficazes e personalizadas aos interesses do público. Até por isso, de acordo com um estudo da Accenture, 80% dos CMOs pretendem ampliar os investimentos em IA em 2024. 

Diante dessa evidente transformação da área, Alessandra Bottini, CEO da 270B no Brasil, agência full service com expertise em soluções criativas e inovadoras, alerta que o processo não está isento de obstáculos. De acordo com a especialista, apesar dos benefícios atrelados ao uso da ferramenta, é fundamental que os profissionais estejam cientes dos desafios e armadilhas potenciais associados ao seu uso, para garantir que seja implementada de forma ética e responsável.

“A aplicação da IA no setor não é mais uma questão de se, mas uma questão de quando. Por mais que ela ainda não seja obrigatória, já é uma tecnologia que ajuda e é quase indispensável. Entretanto, é preciso ter consciência e entender rapidamente onde estão os seus pontos fortes e de atenção”, reflete. 

Para entender melhor esse cenário, a CEO elenca os prós e contras do uso da IA na publicidade:

Pontos positivos:

  • Segmentação de público-alvo

A Inteligência Artificial permite uma segmentação de audiência altamente precisa, o que significa que os anúncios podem ser direcionados para os consumidores certos, no momento adequado, ampliando significativamente a eficácia das campanhas. 

  • Personalização

Indo pelo mesmo caminho, a tecnologia permite ainda criar anúncios altamente personalizados, adaptados às preferências individuais de cada usuário. “Isso possibilita que a marca melhore o engajamento e as taxas de conversão de suas ações”, afirma a CEO da 270B. 

  • Otimização em tempo real

Os algoritmos altamente complexos processados pela IA abrem caminho para que as campanhas sejam ajustadas em tempo real, avaliando métricas para maximizar o retorno sobre o investimento, como lances, orçamentos e segmentação. 

  • Eficiência operacional 

A automação de processos proporcionada pela IA é o benefício mais evidente. Por meio deste recurso, os profissionais do setor reduzem o tempo e os recursos necessários não só para o gerenciamento das campanhas, mas até mesmo no momento de concepção dos projetos.  

Apesar da possibilidade de gerar insights criativos contribuir nessa etapa criativa, a especialista alerta que a máquina ainda está longe de estar preparada para substituir o humano. “Ainda existem elementos essencialmente humanos, como contexto e sensibilidade cultural, empatia, conexão emocional e até mesmo intuição, que fazem grande diferença na entrega criativa das agências e não são substituídas por IA”, opina.

Pontos de atenção

  • Privacidade e segurança

Por envolver constantemente o uso de dados pessoais no momento de validação de estratégias, o uso da tecnologia precisa estar acompanhado de uma enorme cautela quanto à privacidade e segurança das informações. “As marcas e agências precisam assegurar que estejam em conformidade com regulamentações locais e que estão tomando as medidas necessárias para proteger os dados dos usuários”, detalha Alessandra.

  • Viés algorítmico

Por mais elaborados e desenvolvidos que sejam, algoritmos de IA podem ser influenciados pelo viés humano, resultando em decisões injustas ou discriminatórias. Esse é um perigo de alto risco, tendo em vista que pode prejudicar a reputação da marca e causar danos profundos à confiança da marca com os clientes.

  • Perda de autenticidade 

Se por um lado a ferramenta contribui com a personalização do trabalho, é preciso ressaltar que a segmentação ao extremo gera o risco de perda da autenticidade e conexão emocional com o público-alvo. “É fundamental equilibrar o uso das soluções com uma abordagem genuína e transparente, evitando assim que as ações pareçam intrusivas ou manipuladoras”, complementa. 

Diretrizes para uma implementação ética

Para navegar por esses desafios, Alessandra recomenda ainda uma série de práticas obrigatórias e responsáveis por parte dos profissionais. Dentro os pontos destacados, a transparência no uso da IA e a adoção de algoritmos éticos e imparciais são vistos como fundamentais para a construção de materiais de confiança. “As empresas devem também assegurar a conformidade com regulamentações de privacidade, como a LGPD, no caso Brasil, além de investir na qualidade e representatividade dos dados para treinar as suas soluções de forma verdadeiramente abrangente”, conclui.

Alessandra Bottini CEO da 270B no Brasil

 Por que a IA Generativa deve fazer parte da sua equipe de RH?

recursos humanos

 Por que a IA Generativa deve fazer parte da sua equipe de RH?

Guillermo Reynoso, Vice-Presidente de Vendas HCM da Oracle América Latina.
 


Guillermo Reynoso, Vice-Presidente de Vendas HCM da Oracle América Latina.


A Inteligência Artificial veio para mudar completamente a área de Recursos Humanos. Especificamente, a IA Generativa que tem a capacidade de, por si só, fornecer uma experiência de assistente pessoal que simplifica as atividades básicas de rotina.

As soluções de Gestão do Capital Humano (GCH) foram criadas para esgotar as tarefas do dia-a-dia características do setor e para que seus colaboradores se concentrem em atividades mais estratégicas e complexas.

Vamos pensar em um cenário tradicional como os que chegam alguns dos nossos clientes: a abertura de uma nova posição regional, para a qual recebem milhares de currículos, mas também querem considerar candidatos internos e em paralelo devem continuar a cumprir os procedimentos diários. Esse cenário é “avassalador” para muitos funcionários.

A última pesquisa do Gartner destacou que esse sentimento é replicado nas áreas de Recursos Humanos. 60% das pessoas que trabalham em RH relatam ter burnout devido ao excesso de trabalho, e 42% destacam que o burnout ocorre devido a uma carga esmagadora de projetos e responsabilidades como resultado do aumento do estresse no trabalho, alta rotatividade e aumento das demandas sobre os funcionários.

Neste contexto, soluções alimentadas por IA Generativa se consolidam como aliadas estratégicas para realizar mais tarefas em menos tempo, alcançar melhores resultados e criar um ambiente de trabalho mais satisfatório.

Em seu relatório, o Gartner destacou as principais prioridades da equipe de RH. Eu tomei a audácia de pegar três e demonstrar como a IA Generativa auxilia as soluções de HCM.


1. Aumento da eficácia de seus líderes

A IA generativa dentro das soluções HCM, pode reduzir o tempo para criar conteúdo de qualidade para as principais experiências de candidatos e funcionários, incluindo sugestões para descrições de metas, dicas de desenvolvimento e resumos de desempenho. Os clientes podem optar por treinar o modelo de IA generativa para criar conteúdo que corresponda ao estilo e tom da organização.

2. Habilidades de ajuste fino para recrutar futuros talentos

A IA Generativa pode criar artigos da base de conhecimento para responder às perguntas frequentes com menos tempo e esforço. Além disso, você pode sugerir perguntas de pesquisa para obter taxas de resposta mais altas e entender melhor as necessidades e sentimentos dos funcionários. Outra de suas funções é a capacidade de criar descrições de trabalho atraentes que transmitam claramente os requisitos e critérios de sucesso de uma posição.

3. Melhorar a adaptação às mudanças e garantir a segurança

Como qualquer participante, a aplicação da IA Generativa traz riscos: incluindo desinformação, preocupações com a privacidade, vieses e efeitos colaterais indesejados. As soluções de HCM da Oracle estão aqui para obter os melhores resultados e reduzir os efeitos colaterais indesejáveis com prompts de IA generativa integrados para que os funcionários possam usá-la da melhor forma.

Nesse contexto, os líderes de RH enfrentam o desafio de implementar a tecnologia, as diretrizes de uso e as políticas necessárias para lidar com esses riscos e maximizar o valor comercial da IA generativa.

Com investimentos bilionários no país, uso de IA para análise de Big Data revoluciona o mercado financeiro

Com investimentos bilionários no país, uso de IA para análise de Big Data revoluciona o mercado financeiro

Empresas do setor têm se destacado ao oferecer soluções inovadoras para aprimorar a experiência do cliente

O uso de Inteligência Artificial (IA) em Big Data tem se tornado um diferencial crucial para empresas em todo o mundo. Impulsionando a personalização de serviços e a eficiência operacional dos negócios, o setor atingirá US$ 447,2 bilhões em 2024, segundo o último relatório da GlobalData. No Brasil o cenário não é diferente. Segundo pesquisas da Gartner, o país está entre os 10 maiores investidores em IA, destacando o crescente interesse e a importância dessa tecnologia para as organizações.

De forma geral, o uso de IA em Big Data tem sido cada vez mais difundido pelas empresas que adotam a tecnologia como parte da cultura organizacional de seus negócios. Esse crescimento é impulsionado pela necessidade crescente das instituições financeiras de gerenciar e analisar grandes volumes de dados em tempo real para identificar oportunidades de negócios, detectar fraudes e mitigar riscos.

Segundo Marcelo Modesto, CEO e fundador da Avivatec, empresa de consultoria em tecnologia especializada em negócios, o uso de IA e Big Data deve ser uma realidade para o mercado de tecnologia financeira. “Essas tecnologias ajudam as empresas a analisar grandes volumes de dados de forma eficiente e rápida, identificando padrões e tendências que podem ser usados para melhorar a experiência do cliente e impulsionar o desenvolvimento de produtos e serviços mais personalizados.”, comenta.

Para se ter uma ideia, de acordo com dados divulgados pela Gartner, os bancos estão aumentando seus investimentos em IA e Big Data, direcionando cerca de 30% de seus orçamentos de TI para essas tecnologias até 2024. Essa tendência reflete a importância estratégica que as instituições financeiras atribuem ao uso de dados para impulsionar a inovação e a competitividade no mercado.

Nesse contexto, a Avivatec destaca-se como uma referência em soluções de tecnologia para o setor. A recente aquisição majoritária da Enfoque, provedora de informações financeiras que conta com mais de 60 fontes de informação e mais de 20 milhões de mensagens processadas diariamente, reforçou a posição da empresa de consultoria brasileira em tecnologia.

“Estamos falando de um dos maiores detentores de big data do mercado financeiro. Esse projeto representa um fortalecimento ao nosso portfólio e atuação com o setor”, comenta o CEO e fundador da Avivatec.

No entanto, apesar dos benefícios evidentes, o setor enfrenta alguns desafios significativos, como a proteção de dados e a garantia da privacidade do cliente. De acordo com um estudo da PwC, 64% das instituições financeiras brasileiras sofreram algum tipo de ataque cibernético em 2023. Somado a isso, o último relatório da Serasa Experian aponta que no ano passado, foram registradas 2,7 bilhões de tentativas de fraude no Brasil, um aumento de 40% em relação a 2022.

Mesmo assim, os investimentos continuam a crescer, com empresas buscando maneiras de superar esses desafios e aproveitar ao máximo o potencial das tecnologias de IA e Big Data. É consenso entre os especialistas que o principal diferencial está na capacidade de personalização dos serviços. 

“Estamos na ‘era dos dados’. Essas tecnologias permitem que as empresas ofereçam produtos e serviços sob medida para as necessidades de cada cliente, aumentando a satisfação e a fidelidade. O uso de IA e Big Data no setor financeiro tem o potencial de transformar completamente a maneira como as empresas operam, permitindo uma personalização sem precedentes dos serviços e uma análise mais eficiente das informações.”,  conclui Marcelo Modesto.

Executivo de tecnologia prevê que namoradas de inteligência artificial criarão um negócio de 1 bilhão de dólares

Executivo de tecnologia prevê que namoradas de inteligência artificial criarão um negócio de 1 bilhão de dólares

Um executivo de tecnologia está prevendo que as “namoradas” de inteligência artificial (IA) criarão um mercado de bilhões de dólares até o final da década.

Ryan Gosling, fundador da empresa de IA Girlfriend Experience, acredita que as pessoas estão cada vez mais abertas a relacionamentos com inteligências artificiais.

Ele afirma que sua empresa já tem 600 mil assinantes mensais, cada um pagando uma taxa de $10 por mês pelo serviço.

No entanto, críticos alertam para os perigos de relacionamentos com IA, destacando questões éticas e preocupações sobre a capacidade das IA de verdadeiramente entenderem emoções humanas.

O CEO Ryan Gosling está otimista quanto ao futuro do mercado de IA e prevê um crescimento significativo nos próximos anos.

Ele destaca a conveniência e a personalização oferecidas por esses relacionamentos virtuais, afirmando que sua empresa está focada em replicar as complexidades dos relacionamentos humanos.

No entanto, especialistas em ética alertam para os riscos de dependência emocional e a falta de verdadeira conexão humana nessas interações com IA.

A notícia levanta questões sobre o papel crescente da tecnologia na sociedade e como ela está moldando as interações humanas.

Embora algumas pessoas estejam entusiasmadas com as possibilidades oferecidas por relacionamentos com IA, outras expressam preocupações sobre o impacto negativo que isso pode ter na forma como nos relacionamos uns com os outros.


Se precisar de mais alguma coisa, é só pedir!

A inteligência artificial médica com rosto humano está chegando. O atendimento médico via chatbots

A inteligência artificial médica com rosto humano está chegando. O atendimento médico via chatbots

No futuro da medicina, avatares de inteligência artificial como a Nova da Soul Machines podem se tornar comuns em consultas virtuais e reabilitações pós-operatórias. Esses avatares, com suas capacidades de conversação e expressões faciais realistas, prometem oferecer experiências mais personalizadas e interativas aos pacientes.

Mas será que a IA pode realmente substituir o toque humano na medicina?

Embora chatbots como Ada Health e Florence da OMS já estejam fornecendo informações confiáveis ​​e personalizadas sobre saúde, eles ainda carecem da capacidade de empatia e compreensão complexa que os profissionais médicos possuem.

Os LLMs (Large Language Models), como o ChatGPT, podem oferecer respostas mais sofisticadas a perguntas médicas. No entanto, sua falta de transparência e confiabilidade os tornam inadequados para o diagnóstico clínico.

Então, qual o futuro da IA na medicina?

Alguns especialistas acreditam que os LLMs podem ser utilizados para auxiliar profissionais de saúde, fornecendo suporte no diagnóstico de casos difíceis ou extraindo informações de fontes médicas confiáveis. Outros veem um futuro onde os chatbots de IA podem oferecer apoio emocional e psicológico aos pacientes, especialmente para doenças crônicas ou problemas de saúde mental.

É importante ressaltar que a IA na medicina ainda enfrenta desafios éticos e regulatórios. Garantir a qualidade da informação, a privacidade dos dados e o uso responsável da tecnologia são aspectos cruciais para o desenvolvimento dessa área.

Ainda há um longo caminho a percorrer, mas a IA tem o potencial de transformar a medicina, tornando-a mais acessível, eficiente e personalizada para todos.

3 motivos para implementar inteligência artificial no seu e-commerce agora mesmo

3 motivos para implementar inteligência artificial no seu e-commerce agora mesmo

Alta personalização das ofertas e automação de tarefas estão modificando o cenário das vendas online com agilidade e eficiência

São Paulo, abril de 2024 — Atualmente, o principal benefício que empresas dos mais variados setores já estão sentindo ao aderir às ferramentas de inteligência artificial tem a ver com a redução dos custos operacionais. Estudo da PwC, realizado em 2022 com mais de 2.000 empresas de e-commerce em 27 países, mostra que 76% das empresas já utilizam algum tipo de tecnologia baseada em IA. A pesquisa também revela que as empresas que utilizam IA têm melhor desempenho do que aquelas que não utilizam.

Para Rafael Ataide, diretor de Data & Tech da agência full service Adtail, os principais resultados vindos da inteligência artificial para este ano estão relacionados à otimização de processos e automação de tarefas, seja aplicar a IA em experiências mais personalizadas, com foco em fidelização, ou usar para atendimentos com clientes, com a evolução de robôs focados em dados segmentados. “Implemente, teste, otimize e teste novamente. A IA é a realidade e seus concorrentes já estão utilizando.” Confira três dicas do profissional:

1- Personalização excepcional da experiência do cliente

A IA permite uma personalização sem precedentes. Ao analisar dados comportamentais, histórico de compras e preferências individuais, os algoritmos de IA podem oferecer recomendações de produtos altamente relevantes e personalizadas. Isso não apenas aumenta as taxas de conversão, mas também melhora a satisfação do cliente e promove a fidelidade à marca.

2- Automação eficiente de processos

Automatizar uma ampla variedade de processos no e-commerce é um dos benefícios da IA, que se estendem desde a gestão de estoque e precificação dinâmica até o atendimento ao cliente e o suporte pós-venda. Isso libera recursos humanos para se concentrarem em tarefas mais estratégicas e criativas, ao mesmo tempo em que aumenta a eficiência operacional e reduz os custos.

3- Previsão e antecipação de tendências de mercado

Com a capacidade de analisar grandes volumes de dados em tempo real, a IA pode identificar padrões e tendências de mercado que seriam difíceis de detectar manualmente. Isso permite que as empresas antecipem as demandas dos clientes, ajustem suas estratégias de marketing e estoque de forma proativa e estejam sempre um passo à frente da concorrência.

Compass UOL lança Fábrica de PoCs para validar soluções com inteligência artificial generativa

Compass UOL lança Fábrica de PoCs para validar soluções com inteligência artificial generativa

Iniciativa prevê a entrega de mais de 360 projetos em colaboração com a Amazon Web Services até o final de 2024

São Paulo, abril de 2024 – A Compass UOL, líder global em transformação digital por meio de inteligência artificial (IA) e tecnologias digitais, anuncia hoje o lançamento da fase de expansão da sua “Gen AI PoC Factory”, iniciativa voltada à entrega ágil de mais de 360 projetos em colaboração com a Amazon Web Services (AWS) até o final de 2024. A Fábrica de PoCs estava em fase beta desde janeiro deste ano e já contabiliza a execução de 20 novos projetos de inovação com inteligência artificial (IA) e inteligência artificial generativa (GenAI).

A Fábrica de PoCs utilizará a GenAI por meio dos serviços da AWS em conjunto com a expertise da Compass UOL, visando demonstrar como essas tecnologias podem criar valor para os clientes. Segundo Alexis Rockenbach, CEO Global da Compass UOL, a Gen AI PoC Factory representa uma porta de entrada para empresas explorarem a IA generativa.

“A aceleração de PoCs permitirá que a Compass UOL e a AWS colaborem de forma eficaz, proporcionando experimentação, aprendizado e geração de valor rápido. Isso auxiliará os clientes na adoção e expansão do uso da tecnologia, gerando benefícios que vão além da fase de PoC”, destaca Rockenbach.

Além da sua metodologia de desenvolvimento ágil, a equipe da Compass UOL utilizará a plataforma AI Cockpit, que gera por meio da GenAI um ganho de eficiência na esteira de engenharia de software, e seus aceleradores técnicos nos principais casos de uso da Gen AI para diferentes indústrias e setores da economia. Todos são elementos que permitem construir rapidamente projetos-piloto com reuso de componentes pré-criados, consistência, agilidade e custo mínimo ou sem nenhum investimento. Para complementar, a empresa oferece suporte consultivo aos clientes na avaliação e orientação para a expansão do uso da IA aplicada nos diferentes processos e áreas de negócio das companhias.

Os aceleradores técnicos incluem:

  • Otimizador de SEO com GenAI: utilização de SSE com Gen AI para otimização de SEO, aumentando a visibilidade da marca.
  • Análise de documentos jurídicos com GenAI: interpretação e extração de dados especializados em documentos jurídicos para aumentar a eficiência.
  • Suporte de GenAI nível 1: interface de conversação para resposta rápida e econômica ao suporte Nível 1, aprimorando a experiência do cliente.
  • GenAI chatbot para encomendas: IA que, ao receber a descrição da necessidade, encontra os melhores produtos, impulsionando as vendas.
  • Resumo de documentos Gen AI: aumento da eficiência por meio de análise e leitura escaláveis dos dados em documentos.
  • GenAI driven Q&A: compreensão de documentos sobre produtos e processos, gerando uma interface de conversação para perguntas e respostas.
  • Recomendação personalizada de produtos: IA que compreende o comportamento do cliente e recomenda produtos para impulsionar as vendas.
  • Bot de educação financeira: interface de conversação para orientação sobre educação financeira e aprimoramento da experiência do cliente.

Segundo dados da Compass UOL, até o momento, a maioria das empresas (22%) que aplicou IA generativa em PoCs focou em análise de documentos, automação do backoffice e criação de assistentes de vendas. Além disso, 15% das companhias utilizaram a GenAI para pesquisas e resumos de documentos legais, enquanto 11% criaram bots de apoio a processos jurídicos, técnicos, de produtos ou comerciais.

Inteligência artificial: 5 novidades para smartphones que estão no radar 

Inteligência artificial: 5 novidades para smartphones que estão no radar   

*Por Stephanie Peart, Head da Leapfone   

Seja pela capacidade de ouvir, ver e gerar textos, áudios e imagens a partir de comandos em linguagem natural, a IA está se tornando onipresente nos dispositivos móveis. Com o potencial de mudar a forma de interação entre pessoas e máquinas, a tecnologia transformou os celulares em verdadeiros assistentes pessoais e parceiros inteligentes do dia a dia, proporcionado uma experiência cada vez mais personalizada e eficiente.  

Nos smartphones mais recentes, a inteligência artificial já se integrou aos assistentes virtuais, câmeras fotográficas e chamadas telefônicas e há potencial ainda maior para sua expansão em outras áreas. Veja algumas novidades já anunciadas pelas principais fabricantes de celulares.  

Tradução de conversas em tempo real  

A sul-coreana Samsung lançará ainda este ano um serviço de tradução em tempo real durante ligações, o que favorece a eliminação de barreiras linguísticas e a comunicação em diferentes idiomas. Essa nova ferramente, já poderá ser usada no novo Samsung Galaxy S24 series. No entanto, a companhia não informou se o português estará entre os idiomas contemplados.   

Assistentes ainda mais inteligentes  

A Apple também já destacou inovações envolvendo a IA que devem chegar em breve ao mercado. Um dos destaques foi a melhoria na Siri, mais potente a partir de uma tecnologia similar ao ChatGPT, o que pode diminuir a necessidade de recorrer à tela do celular, graças aos comandos de voz. Os smartphones ainda poderão transcrever áudios de forma automática e levar as mensagens à tela para ocasiões em que a pessoa não possa ouvir o interlocutor.  

Fotos aprimoradas  

A câmera do novo iPhone também ganhou incrementos com a inteligência artificial. O dispositivo detecta de forma automática se uma fotografia retratará alguém e ativa o modo retrato. A IA ainda intervém em balanço de luz e foco. Aparelhos Android equipados com o novo chip Qualcomm Snapdragon 8 Gen 3 também oferecem uma tecnologia avançada para aprimorar a qualidade das fotos. A fabricante de processadores para smartphones promete reprodução de cores mais vívida e resolução melhor, garantindo uma experiência fotográfica ainda mais impressionante.  

Vídeos melhores à noite  

A Qualcomm também destaca que os dispositivos equipados com seu mais recente chip serão capazes de capturar imagens noturnas mesmo em ambientes de baixa luminosidade, graças ao auxílio da inteligência artificial para o ajuste de luz. À noite, as câmeras muitas vezes não conseguem obter informações adequadas, mas a tecnologia pode compensar isso, reduzindo ruídos e aprimorando a qualidade da imagem por meio da criação de pixels adicionais.  

Segurança potencializada  

Uma nova camada de segurança para o envio de arquivos, denominada 2CPA, que faz uso da IA para aprimorar a criptografia, foi outro recurso anunciado pela Qualcomm. Esse modelo de codificação de mensagens e arquivos visa elevar os padrões de privacidade e proteção dos usuários.  

Essas são apenas algumas das muitas maneiras pelas quais a IA está transformando os smartphones em dispositivos mais inteligentes, úteis e personalizados. Portanto, estamos apenas começando a conhecer do que é possível quando combinamos a inteligência humana com a artificial na palma de nossas mãos.   

*Stephanie Peart é Head da Leapfone, startup pioneira no conceito de Phone as a Service e na oferta de smartphones como novos por assinatura – leapfone@nbpress.com.br  

Universitários brasileiros criam inteligência artificial em código aberto e conquistam bolsas de estudo do Google

Universitários brasileiros criam inteligência artificial em código aberto e conquistam bolsas de estudo do Google
 

Projeto desenvolvido no Centro Universitário Facens foi selecionado para participar do programa “Google Summer of Code 2024”

O projeto de código aberto RUXAILAB (Remote User Experience Artificial Intelligence Laboratory), coordenado pelo Liquid Galaxy Lab do Centro Universitário Facens – referência nacional em metodologias inovadoras de educação nas áreas de engenharia, tecnologia, arquitetura e saúde –, foi selecionado para participar como organização mentora no programa “Google Summer of Code 2024”, uma iniciativa mundial que une desenvolvedores às organizações de código aberto, possibilitando a colaboração e o desenvolvimento de projetos inovadores. A ideia desenvolvida em Sorocaba, no interior de São Paulo, tem como foco as áreas de usabilidade, realidade híbrida, aplicação de Inteligência Artificial (IA) para UX e pesquisa acadêmica; foi selecionada entre projetos de 195 organizações de todo o mundo e os estudantes selecionados ganharão uma bolsa de estudo da plataforma.
 

Para Marc Gonzalez Capdevila, Pesquisador Principal do laboratório, “a inclusão do RUXAILAB no Google Summer of Code 2024 não apenas reconhece a excelência do trabalho, mas também destaca o Centro Universitário Facens como uma instituição líder em inovação e colaboração por meio de projetos de código aberto. Este é o quinto ano consecutivo que conquistamos esse reconhecimento internacional tão importante, o que mostra nossa capacidade de fazer com que a tecnologia seja cada dia mais acessível para sociedade”, afirma.
 

O RUXAILAB busca democratizar o que seria um laboratório de usabilidade, ou seja, um espaço dedicado à análise detalhada da interação entre usuários e tecnologias . Marc explica que, por meio de IA, o grupo conseguiu integrar sistemas desde reconhecimento ocular até a detecção de sentimentos. “O principal objetivo é fornecer insights que possam contribuir para a melhoria da experiência humana ao interagir com a tecnologia. Para estabelecer esses espaços, geralmente são necessários investimentos em equipamentos de alto custo, mas com a plataforma, esse acesso é gratuito”, diz.
 

Liquid Galaxy Lab

O Liquid Galaxy LAB – Facens é um laboratório de pesquisa e inovação em tecnologias de representação de dados geoespaciais e análise da qualidade em uso em sistemas web e mobile, que nasceu do interesse dos alunos de Computação para aprender, colaborar e trabalhar com as tecnologias da Google. Atualmente, a equipe é composta por dez pessoas, entre estudantes, pesquisadores e ex-alunos da instituição.

Já o Liquid Galaxy é um projeto de código aberto fundado pelo Google em 2008. Começou como um visualizador panorâmico de vários monitores do Google Earth, mas evoluiu para se tornar uma ferramenta geral de visualização de dados para operações, marketing e pesquisa capaz de oferecer a possibilidade de visualizar imagens e vídeos panorâmicos, desenvolver passeios interativos e exibir dados GIS graficamente.
 

Liquid Galaxy Lab – Centro Universitário Facens

Opera se torna o primeiro grande navegador com acesso integrado a LLMs – modelos locais de IA

Opera se torna o primeiro grande navegador com acesso integrado a LLMs – modelos locais de IA

A partir dessa semana, os usuários do Opera One Developer podem selecionar o modelo de LLM que desejam e gerenciá-los facilmente

Brasil, São Paulo – A Opera revelou uma novidade para os usuários de seu navegador Opera One: o suporte para 150 variantes locais de Large Language Model (LLM) – modelos de inteligência artificial e de aprendizagem de máquina profunda  treinadas para compreender e gerar texto em linguagem natural. Isso significa que agora é possível acessar e gerenciar facilmente esses modelos diretamente do browser em sua versão de desenvolvimento.

Essa atualização marca a primeira vez que LLMs locais estão disponíveis de forma integrada em um navegador de grande porte. Os modelos de IA são uma adição poderosa ao serviço de IA nativa da Opera, a Aria. Alguns dos LLMs locais suportados incluem:

  • Llama da Meta
  • Vicuna
  • Gemma do Google
  • Mixtral da Mistral AI
  • E diversos outros modelos

O uso desses LLMs permite que seus dados sejam mantidos localmente em seu dispositivo, o que garante uma experiência de IA mais segura e sem a necessidade de enviar informações para servidores externos. Os LLMs podem realizar diversos  tipos de tarefas de linguagem, como tradução de idiomas, análise de sentimentos, conversas de chatbot e muito mais. Eles podem entender dados textuais complexos, identificar entidades e relacionamentos entre eles e gerar um novo texto coerente e gramaticalmente preciso. Essa novidade faz parte do Programa AI Feature Drops da Opera, que permite que os primeiros usuários testem versões experimentais dos recursos de IA do navegador. 

A partir dessa semana, os usuários do Opera One Developer podem selecionar o modelo de LLM que desejam usar e seguir alguns passos simples para ativar esse novo recurso. Após a escolha, o modelo é baixado para o dispositivo, ocupando geralmente de 2 a 10 GB de espaço de armazenamento por variante e será usado no lugar da Aria, a IA nativa do navegador, até que o usuário inicie um novo chat ou ative a IA novamente..

Krystian Kolondra, EVP de Navegadores e Jogos na Opera, comentou: “A introdução dos LLMs locais dessa forma permite que a Opera explore novas maneiras de criar experiências incríveis dentro do espaço de IA local em rápido crescimento.”

Essa nova funcionalidade representa mais um avanço na trajetória de inovação da Opera no campo da inteligência artificial, desde o lançamento do Opera One até o momento. A empresa busca proporcionar aos usuários uma experiência aprimorada e intuitiva, integrando a tecnologia de IA diretamente em seu navegador.

Para experimentar os LLMs locais no Opera One Developer, clique aqui. E para ficar por dentro das últimas notícias sobre a IA da Opera, clique aqui.

Google e Trakto fazem parceria no Brasil para escalar campanhas de marketing com o uso de inteligência artificial

Google e Trakto fazem parceria no Brasil para escalar campanhas de marketing com o uso de inteligência artificial


Plataforma auxilia empresas a desenvolver peças publicitárias em escala e aproveitar o máximo potencial das campanhas do Google
 

São Paulo, 04 de abril de 2024 – O Google anunciou nesta quinta-feira, 4, uma nova parceria com a Trakto – startup de design 100% brasileira – para oferecer uma forma mais simples e rápida de criar peças publicitárias com a ajuda da inteligência artificial (IA) generativa e aproveitar todo o potencial das plataformas de publicidade do Google. A plataforma permite criar e, em segundos, multiplicar os criativos usados em anúncios digitais, tornando o processo criativo mais escalável e efetivo.
 

Intitulada Trakto܂Studio, a nova solução utiliza soluções de IA generativa do Google Cloud, a plataforma Vertex AI, que permite acesso aos modelos de linguagem mais avançados e capazes, como o Gemini. para interpretar a identidade visual de cada marca e, assim, permitir a criação de peças estáticas e vídeos de forma automática e escalável para cada cliente. A nova plataforma está sendo disponibilizada aos poucos para anunciantes do Google, de diferentes segmentos e portes em toda a América Latina. Até o momento, dezenas de empresas já estão utilizando a solução e, nos próximos meses, ela será disponibilizada a um grupo maior gradativamente.
 


A plataforma ajuda anunciantes brasileiros a aprimorarem suas campanhas de publicidade, em especial as do tipo PerformanceMax, que usam a IA para orquestrar campanhas em todas as plataformas do Google, incluindo YouTube, Display, Busca, Discover, Gmail e Google Maps. Para entregar os melhores resultados, as campanhas feitas usando PMax precisam ser alimentadas com múltiplos criativos para que a IA possa apresentar o anúncio certo para o consumidor certo no contexto mais adequado.


“As empresas brasileiras estão entre as que avançam mais rápido no uso de IA em campanhas de marketing em todo o mundo”, afirma Gustavo Souza, diretor-geral de produtos de publicidade e soluções para clientes do Google Brasil. “Com a parceria com a Trakto, estamos oferecendo aos nossos clientes escalar a produção de peças publicitárias de forma ágil e versátil para explorar ao máximo nossas plataformas de publicidade, maximizando resultados de negócio com a ajuda da IA generativa.”


Como funciona
 

Em geral, ao rodar uma campanha publicitária, o anunciante depende da criação e ajuste das peças publicitárias para cada formato de anúncio. Dependendo da quantidade de campanhas digitais rodando ao mesmo tempo e do número de produtos, o anunciante precisa gastar tempo e dinheiro até ter todas as opções à mão. Com a nova plataforma da Trakto, o processo é automatizado e os anunciantes podem investir mais tempo no desenvolvimento da estratégia da campanha do que para executá-la, com mais criatividade e eficiência.
 

A nova plataforma Trakto܂Studio permite que, com apenas um clique e em cerca de 10 segundos, uma planilha com mil produtos seja transformada em anúncios personalizáveis de acordo com os objetivos de cada cliente – tanto para anúncios estáticos quanto para vídeos. Além disso, a plataforma conta com a integração com o Google Ads e o Google Merchant Center, possibilitando que as peças geradas sejam direcionadas diretamente para a biblioteca de recursos de cada anunciante e sejam utilizadas para desenvolver anúncios de produtos específicos.
 

“Unimos forças com a Trakto justamente para sanar uma das principais dores do mercado de publicidade. Segundo nossos dados internos do Google, 98% dos grandes anunciantes no Brasil ainda não usam múltiplos formatos em suas campanhas, ou seja, não estão aproveitando todo o alcance que a publicidade tem a oferecer”, afirma Newton Neto, diretor de parcerias do Google para a América Latina. “Com essa parceria, esperamos tornar a vida de profissionais de criação mais fácil e permitir que eles gastem mais tempo com o que importa: usar sua criatividade a favor dos negócios.”
 

“Essa parceria com o Google, que é referência em tecnologia, é fundamental para que possamos continuar transformando a maneira como empresas e empreendedores criam campanhas de marketing de forma inovadora”, diz Paulo Tenório, fundador e CEO da Trakto. “Já temos ótimos resultados de empresas que estão usando a solução em campanhas complexas com milhares de variações, garantindo excelência criativa alinhada com objetivos e estratégias de negócios.”
 

Parceria de longa data
 

Fundada há 10 anos em Alagoas, Maceió, e com muita inteligência artificial em seu DNA, a Trakto vem transformando a maneira como empresas e empreendedores criam materiais de campanhas de marketing com uma automação inovadora.

Participante da primeira turma do programa de residência do Google for Startups, em 2016, a Trakto também foi escolhida pelo Black Founders Fund, fundo de investimento para startups fundadas e/ou lideradas por pessoas negras, em 2021, com o objetivo de ampliar a diversidade racial no ecossistema de startups e alavancar negócios com alto potencial de crescimento. Atualmente, o portfólio da Trakto conta com quase 1 milhão de usuários localizados no Brasil, México, Colômbia, Argentina, Uruguai e Peru.

 

Alguns clientes que já usaram a solução da Trakto
 

Nos primeiros meses de 2024 a Electrolux tinha o desafio de captar e maximizar os resultados gerados em torno do patrocínio da marca no programa Big Brother Brasil 24 e durante o Mês do Consumidor.

Para isso, além de uma estratégia de mídia focada em geração de demanda e captação da intenção do consumidor em diferentes momentos, a Trakto܂Studio foi a ferramenta utilizada para criar as peças publicitárias, garantindo a excelência criativa, além de diferentes dimensões e call-to-actions (CTA), que possibilitaram a entrega das campanhas em todos os inventários disponíveis, maximizando os resultados obtidos.
 

Como resultado, desde a estreia do BBB 24 até a semana seguinte ao Dia do Consumidor (15 de março), as campanhas da Electrolux que estão utilizando as peças criados com a IA da Trakto܂Studio já são responsáveis por 70% da receita e 66% das vendas vindas das campanhas Google, além de apresentarem um ticket médio e taxa de cliques (CTR) 16% e 5% maiores, em comparação com a média geral.
 

Já a MadeiraMadeira, que conta com uma vasta gama de produtos em estoque, já se beneficia da IA do Google para minimizar a complexidade de suas estratégias de marketing. No entanto, mesmo com uma abordagem totalmente automatizada para distribuição de mídia, a empresa ainda precisava operar centenas de campanhas – e quando se trata de gerar várias imagens para milhares de peças, a complexidade era grande.

Ao utilizar a plataforma da Trakto, a Madeira Madeira criou uma abordagem muito mais rápida para gerar milhares de ativos de imagem que estavam em conformidade com o seu guia de marca, com variedade e cobertura em todos os formatos do Performance Max em apenas alguns segundos, combinando apenas algumas variáveis, como texto e imagens de produtos.
 

Em cinco campanhas em que testaram seus novos ativos, a empresa observou um aumento significativo nas impressões e no volume de cliques, melhorando sua taxa de cliques em 1 ponto percentual e o custo por clique em 26%, resultando em um aumento de 16% no retorno sobre o investimento publicitário. Como resultado, eles têm incorporado novas imagens com facilidade em várias outras campanhas, multiplicando sua conexão com os clientes em todo o ecossistema do Google Ads.

UiPath lista cinco diretrizes para a implementação bem-sucedida da automação movida a inteligência artificial

UiPath lista cinco diretrizes para a implementação bem-sucedida da automação movida a inteligência artificial

Projeto de automação em área de finanças, em contas a pagar, inspirou a lista

São Paulo, abril de 2024 –  Em 2024, a Inteligência Artificial (IA) surge, mais forte do que nunca, como prioridade estratégica para empresas de diferentes segmentos e portes. É o que revela a mais recente pesquisa CEO Outlook Pulse Survey, concluída em 2023, segundo a qual 88% dos 1.200 CEOs consultados deverão investir, ainda em 2024, em inovação orientada para a IA. Uma destas inovações é, sem dúvida, a automação movida a inteligência artificial. Ao estudo da consultoria Bain & Company realizado em 2023 em parceria com a UiPath, uma das principais empresas de software de automação empresarial e IA do mundo, 70% dos executivos entrevistados afirmaram ter na automação orientada para a inteligência artificial algo “muito importante” ou “crítica” para cumprir os objetivos estratégicos da organização que representam. 

“ Acompanhamos este movimento de perto, tanto na experiência de clientes quanto internamente. Na UiPath, a inteligência artificial alimenta processos, tarefas e recursos de mineração de comunicações e permite que os assistentes digitais entendam e trabalhem com documentos complexos em sistemas e ambientes diversos. Além disso, a IA generativa permitiu, por exemplo, acelerar a construção de automação, o desenvolvimento de testes e o treinamento de modelos na empresa”, conta Edgar Garcia, VP da UiPath para a América Latina.

Segundo informações de relatórios do UiPath Automation Center of Excellence (CoE), em janeiro de 2024, a UiPath global registrou mais de 700 automações em operação, o que culminou na liberação de quase 71 mil horas de trabalho no último trimestre do ano fiscal. “Como resultado, ultrapassamos a cifra de US$ 59 milhões em custos evitados e estamos coletando resultados significativos em diversas áreas, como finanças, vendas, gestão de pessoas, operações e marketing”, diz Florentina Irimia, uma das lideranças do CoE. 

.A área de finanças é um bom recorte para se ter uma ideia do impacto positivo da automação movida a IA na UiPath. Segundo a empresa, todos os meses, a equipe de contas a pagar recebe quase mil faturas que precisam ser revisadas e pagas em seus respectivos prazos. Isso significa ler e extrair de milhares de dados informações essenciais, combiná-las com os pedidos de compra vigentes e registrar tudo no sistema para a autorização do pagamento. Realizada manualmente, esta é uma tarefa repetitiva que exige muita atenção aos detalhes e consome muitas horas, todos os meses, do trabalho de profissionais que poderiam estar focados em algo de mais valor. “Em outras palavras, é um exemplo claro de tarefa que pode ser ensinada a robôs digitais para a execução”, diz Edgar.

Tomando como exemplo o projeto de automação da área de finanças, em contas a pagar, no escopo do processamento inteligente de documentos complexos, a UiPath listou cinco diretrizes para a implementação bem-sucedida da automação movida a IA:  

1.Parceria entre o Centro de Excelência em Automação (CoE) e a equipe de negócios – a implementação bem-sucedida de uma automação depende de uma forte parceria entre o COE e o time de negócios do departamento alvo, ou seja, os usuários comerciais que conhecem os processos e sistemas e, portanto, serão os beneficiários da automação. Na UiPath, no caso do projeto em finanças, é a equipe de finanças e contabilidade quem vem liderando a inovação, identificando os estágios-chave do processo de contas a pagar, fornecendo detalhes necessários à criação do modelo de automação e de treinamento da IA, como tipos de fatura que recebem e informações específicas, necessárias à extração daquilo que realmente é pertinente.  Ou seja, o CoE não deve e não pode atuar sozinho. 

2. Medindo o sucesso além dos KPIs de automação “padrão” – novamente ao lado de quem está imerso no processo, é preciso identificar o conjunto de métricas para medir o sucesso do projeto de automação para além de KPIs tradicionais, como horas salvas, redução de custos ou maior precisão de produção. No caso da automação em finanças, a UiPath buscou atender também indicadores capazes de avaliar o impacto do projeto na eficiência dos negócios, em conformidade com métricas financeiras mais amplas, por meio das quais o desempenho da empresa é mensurado.  

3.Comunicação proativa com as equipes de negócios e liderança – para a implementação bem-sucedida da automação movida a IA é preciso fornecer um plano de ação detalhado e que permita às lideranças visualizar todas as fases do projeto, o cronograma e as atribuições dos envolvidos. A ideia é comunicar o impacto esperado, de forma a fazer com que as lideranças e patrocinadores executivos entendam e defendam os benefícios da empreitada. 

4.Reduzir erros e garantir alta precisão com as melhores práticas de IA – garantir a precisão dos dados é uma das principais tarefas da automação, e há dois fatores que contribuem para ela: a automação com um modelo de IA e a validação humana. Quando se trata de treinar um modelo de IA, é preciso considerar uma amostra grande e diversificada o bastante para maximizar a eficiência do treinamento. No caso da área de finanças da UiPath, a empresa forneceu à tecnologia um modelo de compreensão de documentos prontos para uso, inspirado numa amostragem de vários tipos de fatura possíveis, e, depois, a treinou para identificar e extrair dados em diferentes cenários. A empresa ainda testou o modelo alternando o volume de dados e períodos de pico, avaliando a precisão da IA em diferentes configurações, em um aprendizado ativo. 

5.Monitoramento e melhoria contínuos – a UiPath alerta que a empresa não pode parar quando um processo automatizado de IA for implantado. É preciso continuar trabalhando em parceria com o time de negócios para monitorar resultados e coletar feedbacks para as próximas iterações. “A implementação de um ciclo de feedback e aprendizado garante um fluxo contínuo de melhoria, no qual novas ideias surgem e são usadas para refinar o processo de automação, aprimorar a precisão do modelo e impulsionar um impacto comercial ainda maior”, resume Edgar. 

Confira 3 cursos gratuitos para especialização em IA com inscrições abertas

Confira 3 cursos gratuitos para especialização em IA com inscrições abertas

Oportunidades são oferecidas pela Blip Academy, iniciativa educacional voltada ao mercado digital

Com o avanço do uso da Inteligência Artificial, a especialização de profissionais nessa tecnologia que se faz presente em diversas áreas e negócios se tornou mais que um diferencial para o mercado de trabalho. Essa é uma tendência tão consolidada no Brasil que 74% das MPMEs brasileiras já fazem uso da tecnologia, de acordo com estudo encomendado pela Microsoft para a Edelman Comunicação. 

Pensando em desenvolver novos especialistas nessa frente, a Blip, principal plataforma de inteligência conversacional que cria conversas e conecta experiências entre marcas e seus clientes nos principais aplicativos de mensagem, como WhatsApp, Messenger e Instagram, está com inscrições abertas para três cursos gratuitos com foco na IA. 

As inscrições são para os cursos “Fundamentos de Inteligência Artificial”, “Introdução a IA e apps conversacionais” e “Introdução aos apps conversacionais”, que fazem parte do Blip Academy, iniciativa da companhia para educação do mercado digital com conteúdos sobre o universo conversacional e IA, como conversational commerce, conversational marketing, social listening, machine learning, entre outras. O programa conta com a entrega de certificados ao final de cada curso e não possui data limite para inscrições. 

Para mais informações sobre os cursos e conteúdos que serão ministrados em: https://academy.blip.ai/cursos

Serviço:

O que: cursos de IA no Blip Academy

Onde: online

Inscrição no Blip Academy: https://academy.blip.ai 

Existe uma inteligência artificial para tudo? 8 curiosidades que todo mundo precisa saber

Existe uma inteligência artificial para tudo? 8 curiosidades que todo mundo precisa saber

*Por Fernando Moulin, partner da Sponsorb, professor e especialista em negócios, transformação digital e experiência do cliente.

A inteligência artificial é um dos tópicos mais quentes do século 21. No entanto, muitas pessoas ainda não têm compreensão completa do que a IA é capaz. Até pouco tempo atrás, o termo pertencia mais ao universo da ficção científica do que ao nosso dia a dia e a maioria sequer ousava sonhar em conviver com tecnologias extravagantes como as retratadas no desenho animado Os Jetsons ou no filme Minority Report, por exemplo.

Fato é que, hoje, questiona-se até mesmo se (ou, por muitos, quando) a inteligência baseada nas máquinas poderá superar a inteligência humana – situação hipotética denominada “Inteligência Artificial Geral”.

Isso porque a IA já detém a capacidade de aprender com dados, raciocinar, resolver problemas, gerar imagens e vídeos automaticamente e reconhecer padrões. Em outras palavras, a IA abrange uma variedade de inovações, como aprendizado de máquina, processamento de linguagem natural e visão computacional, que definem grande parte da essência do que é ser “humano”.

Para se ter ainda mais noção do seu impacto potencial, com o avanço da tecnologia parece cada vez mais evidente que algumas profissões podem se perder no meio do caminho. Segundo o relatório sobre o Futuro dos Empregos 2023, do Fórum Econômico Mundial, até 2027 75% das empresas consultadas esperam adotar a inteligência artificial em seus negócios, sendo que 50% destas organizações estimam que a tecnologia gere crescimento de empregos e 25% esperam que gere perda de ocupações.

Seja como for, não dá mais para subestimar o potencial transformador que está moldando o mundo. Então, vale se atentar a alguns pontos interessantes para a melhor adaptação de seu negócio a esta nova, acelerada e intrigante realidade:

1 – IA não é uma invenção recente

Embora tenha ganhado notoriedade nos últimos anos, a inteligência artificial e seus conceitos remontam à década de 1950. Alan Turing, um dos pioneiros da computação, propôs a ideia de máquinas capazes de realizar tarefas intelectuais. Desde então, a tecnologia passou por várias fases de desenvolvimento, culminando nas avançadas ferramentas que temos hoje.

2 – Ela está em toda parte

É possível pensar na IA como algo limitado aos chatbots, assistentes virtuais ou de voz (como Siri e Alexa), ou ainda a máquinas que performam tarefas repetitivas. Porém, ela está mais presente em nosso dia a dia do que imaginamos. Alimenta algoritmos de busca na web, recomendações de filmes na Netflix e até mesmo carros independentes. Sem contar o cada vez mais onipresente ChatGPT.

3 – Ajuda a salvar vidas

A inteligência artificial tem o potencial de revolucionar a medicina, auxiliando médicos no diagnóstico de doenças, na identificação de tratamentos eficazes, na descoberta de novos medicamentos e até mesmo na previsão de surtos de doenças.

4 – Favorece a automação

Também tem o potencial de automatizar muitas tarefas, o que pode melhorar a eficiência e reduzir erros humanos. No entanto, isso também gera preocupações sobre o desemprego em muitos setores, como destacado anteriormente. É importante encontrar o equilíbrio entre a automação e a manutenção de postos de trabalho qualificados.

5 – Pode não ser tão inteligente quanto parece

Embora a IA possa realizar tarefas complexas, ainda não possui a compreensão profunda e a criatividade que os seres humanos têm. Por enquanto, também não esbanja intuição ou senso comum.

6 – Transforma a educação e o desenvolvimento de novos conhecimentos

A inteligência artificial está sendo usada para personalizar a aprendizagem, fornecendo a estudantes e profissionais em busca de aprimoramento recursos educacionais sob medida para suas necessidades individuais. Também pode automatizar a avaliação de tarefas e fornecer feedbacks imediatos, bem como suportar planos individualizados de desenvolvimento de novas competências e habilidades.

7 – Impulsionará a indústria automobilística

Carros autônomos são um exemplo notável de como a IA está revolucionando a indústria automobilística. Eles prometem tornar o transporte mais seguro e eficiente, e não há cenário da evolução do setor que não contemple o suporte amplo dos algoritmos no futuro da mobilidade

8 – Parece ter um futuro emocionante pela frente, mas com desafios

A IA tem um potencial incrível para melhorar nossas vidas, mas também apresenta desafios éticos, sociais e políticos. A regulamentação e a supervisão destas poderosíssimas ferramentas são essenciais para garantir que essa tecnologia seja usada de maneira responsável. A multiplicação de deep fakes e fake news causa arrepios e angústias em todos os que entendem as implicações de seu mau uso.

É importante ainda compreender suas limitações e os desafios para aproveitar ao máximo os benefícios e mitigar riscos. Trata-se de uma das maiores conquistas tecnológicas da humanidade e é nossa responsabilidade usá-la sabiamente.

*Fernando Moulin é Partner da Sponsorb, empresa boutique de business performance, professor e especialista em negócios, transformação digital e experiência do cliente. E-mail: fernando.moulin@sponsorb.com.br   

Profissões do futuro: já ouviu falar sobre prompt engineer?

Profissões do futuro: já ouviu falar sobre prompt engineer?

*Annick Diallo, Data & IoT Analyst na Logicalis Brasil

A Inteligência Artificial (IA) Generativa chegou para ficar, e a tendência é que seja fortemente adotada pelas empresas dos mais diversos setores nos próximos anos. Um recente estudo do Gartner aponta que pelo menos 45% dos executivos de empresas globais já estão em fase de testes da tecnologia e que outros 10% já implementaram em seus processos de produção. 

A mesma pesquisa aponta ainda que 45% das empresas estão ampliando seus investimentos em IA em diversas funções, tais como desenvolvimento de software, marketing e atendimento ao cliente. A crescente demanda por esta tecnologia vai exigir não apenas mais recursos computacionais, mas também — e principalmente — novos profissionais.

E dentre as muitas novas funções que estão surgindo, uma delas já tem ganhado forma e se tornou fundamental: o prompt engineer,  profissional que faz a ponte entre os LLMs (Large Language Model) utilizado pelas aplicações de IA Generativa e os humanos que vão utilizar a aplicação. É uma profissão que surgiu nos últimos dois anos com a expansão do uso desses recursos tecnológicos. 

Perfil do prompt engineer 

Como os LLMs tendem a ser generalistas, eles exigem técnicas para que tenham uma melhor performance em funções específicas para um determinado caso de uso, como chatbots, geradores de conteúdo ou resumos de textos jurídicos, por exemplo. Embora não seja preciso programar as aplicações de IA, é preciso guiá-las para obter o outcome desejado. 

Ou seja, cabe ao prompt engineer escrever esse texto, guiando o modelo para torná-lo mais eficiente. Estamos falando de funções que a IA já executa, só que o trabalho deste profissional vai permitir que ela faça melhor e de forma personalizada, para cada caso de uso. 

O prompt engineer trabalha diariamente com o time técnico, mas as habilidades necessárias para esse papel são mais abrangentes. Ele precisa, sim, ter conhecimentos de programação, mas o principal é contar com uma visão holística, entendendo como funcionam os modelos; como se forma o ecossistema de IA Generativa; e conhecer muito de sintaxe linguística para preparar prompts assertivos e não muito longos. Outra característica importante no perfil deste profissional é que ele saiba traduzir desafios técnicos para uma linguagem textual, atendendo à sintaxe.

Outro ponto interessante é que, apesar de parecer uma função a ser exercida durante o projeto de criação de um modelo, o trabalho do prompt engineer é contínuo. Ele é o responsável pelo que chamamos de curadoria de IA, atuando na criação do modelo e, depois, no acompanhamento do desenvolvimento das aplicações.

Desafios do mercado

Por enquanto, temos visto muitos cientistas de dados e desenvolvedores migrando para este papel, mas estamos falando de uma função abrangente e que, por isso, pode ser exercida por pessoas de diversos backgrounds de tecnologia. Entretanto, ainda há uma trilha de aprendizagem a ser feita. Um estudo da Mckinsey sobre a dificuldade de se encontrar profissionais que atendam às demandas de IA corporativa apontou o prompt engineer como um dos mais difíceis de se encontrar em 2023. 

Tanto é assim que temos visto no mercado várias empresas dispostas a treinar seus colaboradores para exercer a função. É uma necessidade. O mercado já percebeu que o avanço no uso da IA Generativa vai exigir, cada vez mais, a presença deste profissional. Por isso, muitas estão dispostas a fazer com que outros profissionais se tornem prompt engineers.

Se você ficou interessado pelo desafio, uma dica: mais do que uma profissão, estamos falando da habilidade de saber escrever e perguntar bem. Por mais que outras capacidades sejam necessárias, estas duas serão críticas para as pessoas que forem interagir com a IA, e todos terão que aprender a lidar com isso, de uma forma ou de outra.

“O Problema dos Três Corpos”: explorando computação quântica e IA na série da Netflix

“O Problema dos Três Corpos”: explorando computação quântica e IA na série da Netflix

*Enio Moraes, diretor de engenharia na Semantix

A adaptação pela Netflix do aclamado romance de ficção científica de Liu Cixin, “O Problema dos Três Corpos”, tem feito sucesso não apenas por sua história envolvente e visuais impressionantes, mas também por seu uso inovador de conceitos de computação quântica e inteligência artificial (IA). A série, ambientada no contexto de uma iminente invasão alienígena, mergulha profundamente nos reinos da tecnologia avançada, oferecendo aos espectadores uma visão fascinante do potencial da computação e da IA.

Computação quântica em “O Problema dos Três Corpos”

Um dos aspectos mais intrigantes da série é sua exploração da computação quântica. O programa faz um excelente trabalho ao demonstrar como os computadores quânticos, com sua capacidade de processar vastas quantidades de dados em velocidades incríveis, podem ser fundamentais na solução de problemas complexos que estão além do alcance dos computadores clássicos. Na série, cientistas usam a tecnologia em questão para decifrar as mensagens alienígenas e entender a física do mundo Trisolarano, mostrando o potencial da ferramenta em desvendar os mistérios do universo.

Inteligência artificial

A inteligência artificial desempenha um papel central em “O Problema dos Três Corpos”, tanto como uma ferramenta usada pelos humanos quanto como um conceito que define a interação entre a Terra e os Trisolaranos. A série destaca como a IA pode ser utilizada na análise de sinais extraterrestres, na simulação de ambientes alienígenas e até mesmo na estratégia de mecanismos de defesa contra a ameaça alienígena. Além disso, a representação da IA na série levanta questões provocativas sobre consciência, ética e o futuro da coexistência entre humanos e IA.

A sinergia entre computação quântica e IA

A série mostra, brilhantemente, a sinergia entre a computação quântica e a IA, sugerindo que a combinação dessas tecnologias pode ser a chave para desbloquear novas fronteiras na ciência e na tecnologia. A produção insinua um futuro onde sistemas de IA alimentados por computação quântica podem levar a avanços em vários campos, desde a exploração espacial até a compreensão das leis fundamentais da natureza.

Em conclusão, “O Problema dos Três Corpos” na Netflix não apenas entretém, mas também educa os espectadores sobre as possibilidades emocionantes da computação quântica e da IA. Ela serve como um lembrete de que o futuro da tecnologia não é apenas sobre avanços em hardware e software, mas também sobre as questões éticas e filosóficas que vêm com isso. À medida que continuamos a explorar o vasto potencial dessas tecnologias, “O Problema dos Três Corpos” se destaca como um testemunho do poder da ficção científica em inspirar inovações do mundo real.

75% das empresas devem incorporar IA nos próximos 5 anos

75% das empresas devem incorporar IA nos próximos 5 anos

Especialista orienta como as empresas podem acrescentar Inteligência Artificial aos negócios para se destacarem no mercado

Certamente você já ouviu falar ou até mesmo usa o ChatGPT. A ferramenta é uma inteligência artificial de linguagem natural desenvolvida pela OpenAI e tem sido utilizada por estudantes e profissionais de diversas áreas.

Na contemporaneidade digital, a inteligência artificial (IA) – tecnologia com capacidade de reproduzir o comportamento humano na tomada de decisões e na realização de tarefas – surge como uma ferramenta poderosa, capaz de transformar o cenário empresarial.

Segundo o relatório ‘Future of Jobs’ do Fórum Econômico Mundial, a IA é a área mais promissora no mercado de trabalho para os próximos anos. Mais de 75% das empresas devem incorporar Inteligência Artificial em seus negócios nos próximos cinco anos, criando inúmeras oportunidades para os profissionais que dominam essa tecnologia.

Com aplicações que vão desde ciência de dados de ponta até atendimento automatizado ao cliente, essa tecnologia vem sendo implementada aos poucos pelas empresas de diversos setores.

Atualmente, as empresas conseguem incorporar a inteligência artificial em praticamente todas as atividades. Isso vai desde a mineração de dados sociais e melhoria no relacionamento com o cliente (CRM) até o rastreamento de produtos e otimização da logística. No entanto, nem sempre o investimento nessa tecnologia está nos planos da empresa, e muitas enfrentam desafios para alocar recursos em seus orçamentos para essa finalidade. Por onde começar?

Filipe Bento, CEO da BR24

De acordo com Filipe Bento, CEO da BR24, empresa brasileira fornecedora do software internacional Bitrix24, uma das maneiras de conciliar o budget com investimentos em IA é revisando os gastos atuais, especialmente no que se refere à ausência de softwares integrados.

“Diversas empresas encontram-se vinculadas a modelos de software que cobram por usuário e atendem apenas a um ou dois aspectos específicos do negócio. Essa abordagem fragmentada não apenas é ineficiente, mas também acarreta custos significativos. Visualize a economia potencial ao substituir vários softwares específicos por uma solução integrada “tudo em um””, disse.

Uma plataforma centralizada “tudo em um” oferece um excelente custo-benefício, unificando diversas funções empresariais. Isso não apenas simplifica as operações, mas também reduz a necessidade de múltiplas assinaturas e licenças. Além disso, consolidar uma única plataforma diminui a curva de aprendizado para os funcionários, permitindo que eles adquiram proficiência na plataforma de forma mais rápida e com menos treinamento.

A automação de processos é outra vantagem crucial dessas plataformas. Ao automatizar tarefas repetitivas e demoradas, as empresas obtêm eficiência operacional significativa.

“Isso não apenas aumenta a produtividade, mas também pode reduzir a necessidade de mão de obra para tarefas específicas. Com a automação, a equipe pode se concentrar em tarefas mais estratégicas e criativas, agregando maior valor à empresa”, reforça o CEO.

Mas como exatamente isso abre espaço para investimentos em IA? Ao substituir múltiplos softwares por uma solução integrada e pela automação de processos, a empresa consegue ‘enxugar’ os gastos e gerar uma economia que pode ser alocada para financiar iniciativas de IA como investimento estratégico para a escalabilidade da empresa.

“Essa realocação não é apenas um gasto, mas um investimento estratégico. Ao escolher uma plataforma eficiente “tudo em um” e adotar a automação, sua empresa não apenas economizará dinheiro, mas também se preparará para o futuro digital, no qual a IA não é apenas uma possibilidade, mas uma necessidade para manter a competitividade”, esclarece Bento. Isso sem contar que, muitas vezes, essas mesmas plataformas já vêm com IA embutida, facilitando e encurtando o caminho até a inovação.

Os benefícios? Você provavelmente ficará espantado. Sentimento comum entre todos aqueles que se deparam com uma Inteligência Artificial nova no mercado. Entre as vantagens está, essencial nos dias de hoje, a personalização e eficiência no atendimento ao cliente. Além disso, essa inovação permeia diversos aspectos, desde a concepção de novos produtos até a criação de modelos de negócios que provocam disrupções no cenário empresarial. Além disso, as tarefas repetitivas e baseadas em regras podem ser automatizadas, liberando recursos humanos para se concentrarem em atividades mais estratégicas e criativas.

“Podemos citar 2024 como o ano da implementação da IA e a necessidade de iniciar essa jornada o quanto antes para se manter relevante no mercado”, finaliza Bento.

Mais informações: https://br24.io/

Transformando resíduos em dados: como a IA está revolucionando a gestão de lixo

Transformando resíduos em dados: como a IA está revolucionando a gestão de lixo

A gestão de resíduos é a espinha dorsal de qualquer sociedade. Sem ela, nossas cidades não funcionariam. Com o aumento assustador da quantidade de lixo produzido pelos humanos, métodos convencionais podem não ser suficientes para lidar com o aumento previsto de 70% até 2050. Aqui estão quatro maneiras pelas quais a Inteligência Artificial (IA) pode transformar a gestão de resíduos:
 

1. Visão de Máquina para Reciclagem: A separação de recicláveis do lixo sólido destinado ao aterro é geralmente feita por humanos. É um trabalho intensivo e o custo da mão de obra pode exceder o preço que os centros de reciclagem obtêm pelos materiais.
 

2. Lixeiras Inteligentes e Análise Preditiva: As lixeiras públicas habilitadas para IoT podem enviar alertas quando estão cheias. Mas os dados das lixeiras também podem ser usados para criar uma imagem maior: prever quando as lixeiras provavelmente estarão cheias antes de realmente estarem, e planejar as rotas de coleta mais eficientes.
 

3. Otimização de Rotas para Caminhões de Lixo: Algoritmos de IA podem mapear as melhores rotas para os caminhões de coleta, considerando o quão cheias estão as lixeiras, congestionamentos de trânsito e até fatores ambientais.
 

4. Manutenção Preditiva: A coleta de lixo pode desgastar muito o equipamento. Para manter os caminhões de lixo e as lixeiras inteligentes em ótimo estado, a IA pode ser usada para monitorar a condição do equipamento e dos veículos, prevendo quando eles precisarão de manutenção.
 

Embora existam inúmeras possibilidades, a melhoria da tecnologia de reciclagem é uma das maiores oportunidades no campo. Aumentar as taxas de reciclagem tem impactos globais.
 

“O maior desafio no processo de reciclagem é separar os resíduos para reciclagem”, disse Euclides Chuma, membro sênior do IEEE, Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos), maior organização profissional técnica do mundo dedicada ao avanço da tecnologia para a humanidade. “Embora existam soluções tecnológicas automatizadas para este processo de separação, estas soluções são caras. É necessário reduzir os custos dos equipamentos automatizados utilizados no processo de reciclagem. A capacidade de aumentar as taxas de reciclagem tem impactos globais.”

O material completo “Garbage In, Data Out: 4 Ways AI Can Transform Waste Management”, pode ser acessado nesse link.

Realidade Aumentada é Inteligência Artificial em tempo real

Realidade Aumentada é Inteligência Artificial em tempo real


* Por Mei Dent – Diretora de Produto e Tecnologia da TeamViewer

A Inteligência Artificial (IA) assumiu inegavelmente o papel central no cenário tecnológico atual. É a palavra da moda na boca de todos, e por boas e óbvias razões. As inovações em IA, particularmente os modelos de IA generativos como o ChatGPT, da OpenAI, Gemini, do Google, Sensei, da Adobe e Firefly, catapultaram seu conceito abstrato para torná-la parte integrante da vida cotidiana. No entanto, verdade seja dita: embora a IA esteja atualmente em grande destaque, é essencial reconhecer que ela já vem moldando silenciosamente tecnologias e ferramentas usadas diariamente pelas pessoas já há algum tempo. Uma das aplicações mais notáveis está no âmbito da Realidade Aumentada (RA) e da Realidade Mista (RM), que revolucionaram a interação do ser humano com o mundo digital.

A união de IA e RA

A Realidade Aumentada, em particular, só é possível graças à integração da IA à sua funcionalidade principal. A magia da RA, como a vivenciada por meio de óculos inteligentes e dispositivos móveis, depende fortemente da Inteligência Artificial e do Machine Learning (ou Aprendizagem de Máquina – AM, em português). Estas tecnologias funcionam harmoniosamente para analisar dados de centenas de sensores, criando uma ponte entre os mundos digital e físico.

O poder dos sensores de dados de borda (ou perimetrais)

Óculos inteligentes e dispositivos móveis estão repletos de sensores que capturam dados sobre o que nos rodeia. Por sua vez, a IA pega esses dados brutos do sensor e os transforma em uma representação digital do ambiente em um processo frequentemente chamado de “mapeamento” – que é a base sobre a qual as anotações de Realidade Aumentada estão conectadas ao mundo real. É o que permite que os objetos digitais pareçam perfeitamente integrados ao ambiente físico. Com mais dispositivos inteligentes, os chamados dados de borda ficarão ainda mais ‘ricos’, permitindo que mais empresas possam se beneficiar de novos e excitantes recursos de ponta. 

Melhorando a eficiência do trabalhador

O entorno mapeado constantemente analisado por meio de Inteligência Artificial permite ainda que a força de trabalho obtenha auxílio imediato em tarefas e processos repetitivos ou em determinadas validações do dia a dia laboral, como digitalização de itens ou sinais de alerta – que podem ser resolvidos automaticamente, garantindo que o colaborador possa se concentrar em suas tarefas principais. A IA também pode ser usada para chegar a conclusões a partir de dados. Por exemplo: trabalhadores que realizam tarefas manuais, como levantar itens pesados, podem ser monitorados para verificação de produtividade devido ao esforço físico. Dessa forma, os turnos podem ser modificados, a localização dos itens pode ser alterada para minimizar a fadiga ou novas ferramentas podem ser introduzidas. Além disso, as capacidades de auditabilidade através do poder do reconhecimento de imagens de IA e da identificação de objetos ajudam os trabalhadores a rastrear atividades e melhorar a eficiência.

O núcleo da IA: análise em tempo real baseada em contexto

A análise de dados em tempo real baseada em contexto está no centro da Inteligência Artificial e continuará a ser o fator mais relevante nos processos e resultados futuros apoiados pela IA. Confira alguns aspectos que destacam a importância dessa tecnologia:

  1. Uso de dados tecnicamente avançados
    A IA é a força motriz por trás de processos em tempo real, como RA, RM e legendas e tradução ao vivo, possibilitando que essas tecnologias se adaptem e respondam a ambientes em constante mudança ao mesmo tempo em que proporcionam uma experiência mais dinâmica e envolvente para os usuários.
  2. Identificação de padrões de dados
    Outro destaque da IA é a sua capacidade de identificar padrões em grandes quantidades de dados. Em ambientes industriais, isso significa que a Inteligência Artificial pode ajudar a analisar os comportamentos e as atividades dos trabalhadores. Por exemplo, muitas vezes os trabalhadores do chão de fábrica gastam tempo demais procurando itens específicos. A IA pode rastrear esses padrões e sugerir localizações de itens com maior rapidez e eficiência, considerando todo o estoque do armazém, ajudando a reduzir a necessidade de tentativa e erro.
  3. Tomada de decisões muito mais rápidas e certeiras por meio de dados
    A IA não se limita a identificar padrões, ela pode ainda tirar conclusões valiosas dos dados que recolhe. Em tarefas fisicamente exigentes em que os trabalhadores podem levantar itens pesados, ela pode monitorizar o desempenho e detectar quando a produtividade começa a diminuir devido ao esforço ou cansaço excessivo. Os dados levam a decisões com base em informações – o que, na prática, pode contribuir para realizar ajustes em turnos de trabalho, reorganizar a localização de itens para minimizar cansaço do trabalhador ou mesmo introduzir novas ferramentas para aliviar o esforço físico.

Claro, ainda estamos muito longe de compreender os processos de negócios para saber o que é realmente possível daqui a alguns anos com uso da Inteligência Artificial, mas penso que avançar da análise para a automação ajudará, sem dúvida, a aumentar a produtividade e a encontrar novos caminhos e possibilidades.

Hoje, a IA evoluiu de um conceito ‘misterioso’ para uma ferramenta indispensável em nossas vidas diárias. A sua integração com Realidade Aumentada e Realidade Mista não apenas transformou a forma como interagimos com a tecnologia, mas melhorou enormemente a eficácia dos trabalhadores em vários setores de mercado.

À medida que avançamos, o poder da análise de dados em tempo real da Inteligência Artificial continuará a impulsionar a inovação, criando ferramentas e processos mais inteligentes, mais responsivos e mais satisfatórios para todos nós. Dos óculos inteligentes até os ambientes industriais, a influência da IA é inconfundível, o que torna o futuro da tecnologia mais emocionante do que nunca.

Mei Dent – Diretora de Produto e Tecnologia da TeamViewer

Inteligência artificial: 5 novidades para smartphones que estão no radar

Inteligência artificial: 5 novidades para smartphones que estão no radar 

*Por Stephanie Peart, Head da Leapfone  

Seja pela capacidade de ouvir, ver e gerar textos, áudios e imagens a partir de comandos em linguagem natural, a IA está se tornando onipresente nos dispositivos móveis. Com o potencial de mudar a forma de interação entre pessoas e máquinas, a tecnologia transformou os celulares em verdadeiros assistentes pessoais e parceiros inteligentes do dia a dia, proporcionado uma experiência cada vez mais personalizada e eficiente. 

Nos smartphones mais recentes, a inteligência artificial já se integrou aos assistentes virtuais, câmeras fotográficas e chamadas telefônicas e há potencial ainda maior para sua expansão em outras áreas. Veja algumas novidades já anunciadas pelas principais fabricantes de celulares. 

Tradução de conversas em tempo real 

A sul-coreana Samsung lançará ainda este ano um serviço de tradução em tempo real durante ligações, o que favorece a eliminação de barreiras linguísticas e a comunicação em diferentes idiomas. Essa nova ferramente, já poderá ser usada no novo Samsung Galaxy S24 series. No entanto, a companhia não informou se o português estará entre os idiomas contemplados.  

Assistentes ainda mais inteligentes 

A Apple também já destacou inovações envolvendo a IA que devem chegar em breve ao mercado. Um dos destaques foi a melhoria na Siri, mais potente a partir de uma tecnologia similar ao ChatGPT, o que pode diminuir a necessidade de recorrer à tela do celular, graças aos comandos de voz. Os smartphones ainda poderão transcrever áudios de forma automática e levar as mensagens à tela para ocasiões em que a pessoa não possa ouvir o interlocutor. 

Fotos aprimoradas 

A câmera do novo iPhone também ganhou incrementos com a inteligência artificial. O dispositivo detecta de forma automática se uma fotografia retratará alguém e ativa o modo retrato. A IA ainda intervém em balanço de luz e foco. Aparelhos Android equipados com o novo chip Qualcomm Snapdragon 8 Gen 3 também oferecem uma tecnologia avançada para aprimorar a qualidade das fotos. A fabricante de processadores para smartphones promete reprodução de cores mais vívida e resolução melhor, garantindo uma experiência fotográfica ainda mais impressionante. 

Vídeos melhores à noite 

A Qualcomm também destaca que os dispositivos equipados com seu mais recente chip serão capazes de capturar imagens noturnas mesmo em ambientes de baixa luminosidade, graças ao auxílio da inteligência artificial para o ajuste de luz. À noite, as câmeras muitas vezes não conseguem obter informações adequadas, mas a tecnologia pode compensar isso, reduzindo ruídos e aprimorando a qualidade da imagem por meio da criação de pixels adicionais. 

Segurança potencializada 

Uma nova camada de segurança para o envio de arquivos, denominada 2CPA, que faz uso da IA para aprimorar a criptografia, foi outro recurso anunciado pela Qualcomm. Esse modelo de codificação de mensagens e arquivos visa elevar os padrões de privacidade e proteção dos usuários. 

Essas são apenas algumas das muitas maneiras pelas quais a IA está transformando os smartphones em dispositivos mais inteligentes, úteis e personalizados. Portanto, estamos apenas começando a conhecer do que é possível quando combinamos a inteligência humana com a artificial na palma de nossas mãos. 

  

*Stephanie Peart é Head da Leapfone – leapfone@nbpress.com.br  

Qatar Airways lança novos recursos da primeira comissária de bordo virtual com IA do mundo

Qatar Airways lança novos recursos da primeira comissária de bordo virtual com IA do mundo

A companhia aérea do Catar apresentou a segunda geração da equipe de bordo virtual, Sama 2.0, alimentada por uma inovadora IA de conversação

A Qatar Airways abriu novos caminhos na ITB Berlin 2024 com o lançamento de sua comissária de bordo virtual e holográfica, nomeada Sama 2.0. Com o lançamento, a companhia aérea oficial do Catar se tornou a primeira do mundo a desenvolver uma tripulação de cabine humana digital alimentada por inteligência artificial (IA) para ajudar seus passageiros a projetarem experiências de viagem personalizadas.

Sama, que significa “céu” em árabe, ocupou o centro das atenções em um estande da Qatar Airways durante a ITB Berlin. Na ocasião, Sama interagiu com os visitantes, respondendo questões em tempo real, como perguntas frequentes da Qatar Airways, destinos, dicas de suporte e muito mais. Habilitada pela IA conversacional líder do setor, ela continuará aprendendo e se desenvolvendo ao longo do tempo para melhorar as respostas por meio das interações com os passageiros.

A novidade poderá ser acessada por meio da QVerse, plataforma digital imersiva da Qatar Airways, bem como pelo aplicativo Qatar Airways. 

Desenvolvida pela Qatar Airways em parceria com a UneeQ, líder em tecnologia humana digital de IA, Sama aproveita a plataforma inovadora da UneeQ para aprimorar a experiência de viagem digital e estabelecer novos padrões na indústria da aviação. A equipe de bordo exclusiva também está preparada para criar referências para interações de serviços personalizadas e funcionais em viagens aéreas.

O vice-presidente de marketing da Qatar Airways, Babar Rahman, disse: “A Sama 2.0 representa nossa busca incansável por inovação e incorpora os valores de serviço e hospitalidade excepcionais da Qatar Airways. Este é um ponto extraordinário na liderança da sinergia bem-sucedida entre tecnologia e conexão humana – não apenas para a Qatar Airways, mas também para a indústria em geral. A Qatar Airways afirma o compromisso em liderar e colaborar com especialistas em inovação para criar produtos e serviços pioneiros para os clientes.”

O CEO da UneeQ, Danny Tomsett, disse: “A Sama incorpora o compromisso da UneeQ em combinar tecnologia com empatia e personalização, fornecendo uma solução inovadora que se alinha com a reputação da Qatar Airways em fornecer um serviço de classe mundial. Ela é uma prova das infinitas possibilidades da IA em fornecer interações personalizadas e envolventes que refletem a conversa humana.”

Graças ao sucesso na implementação das mais recentes tecnologias para melhorar as experiências dos passageiros, a Qatar Airways tem recebido diversos reconhecimentos, como o mais recente prêmio do World Travel Tech Awards como o Melhor Site de Companhia Aérea do Mundo.

Como serão os sites em 2050? Veja versões futuristas dos campeões globais de acesso em diferentes categorias

Como serão os sites em 2050? Veja versões futuristas dos campeões globais de acesso em diferentes categorias


Empresa global de hospedagem de sites, a Hostinger analisa tendências de mercado e, com ajuda da inteligência artificial, mostra imagens de como deverão se parecer os principais sites do mundo daqui a 26 anos
 

Aparelhos inovadores como óculos de realidade virtual, aparelhos auriculares inteligentes, pulseiras, projetores holográficos. Essa deverá ser a realidade multicanais de 2050, segundo análise da empresa global de hospedagem de sites Hostinger, que aponta as principais tendências para websites que deverão se consolidar nos próximos vinte e seis anos:

  • A realidade aumentada e virtual tornará a navegação na Internet numa experiência completamente diferente.
     
  • Iremos interagir com a tecnologia através de comandos de voz, gestos ou mesmo pensamentos.
     
  • Os sites darão prioridade à hiper personalização, customizando conteúdos e layouts para cada visitante.
     
  • Os conteúdos gerados por IA aumentarão a criatividade e a diversidade, garantindo simultaneamente a relevância e a confiabilidade.
     
  • Em termos de web design, as formas 3D e o neomorfismo ganharão mais popularidade.
     
  • Os implantes cerebrais ainda estão a ser testados. No entanto, se pudermos utilizá-los para enviar e receber dados, as possibilidades são infinitas.

Veja imagens de como deverão ser os sete sites mais acessados do mundo em 2050, com base em projeções do gerador de imagens por inteligência artificial DALL·E 3, da OpenAI, com orientações do time Hostinger:
 

1. Site de buscas: Google܂com


2. Streaming e TV on-line: YouTube܂com


3. Mídia social: Facebook܂com


4. Enciclopédia: Wikipedia܂org


5. Canal de mídia: Yahoo܂com


6. E-commerce: Amazon܂com


7. Tecnologia e IA: OpenAI܂com


Bônus: Hostinger

Oracle e NVIDIA fornecerão inteligência artificial soberana globalmente

Oracle e NVIDIA fornecerão inteligência artificial soberana globalmente


Oracle e NVIDIA colaboram para fornecer serviços de computação acelerada e IA generativa que estabelecem a soberania digital e gerenciam dados nacionais e pessoais proprietários    Oracle adota a NVIDIA Grace Blackwell no OCI Supercluster, OCI Compute e NVIDIA DGX Cloud on OCI     AUSTIN, Texas e SAN JOSE, Califórnia – GTC18 de março de 2024 – A Oracle e a NVIDIA anunciaram a expansão de sua colaboração para fornecer soluções soberanas de inteligência artificial para clientes no mundo todo. A nuvem distribuída, a infraestrutura de IA e os serviços de IA generativa da Oracle, combinados com a computação acelerada e o software de IA generativa da NVIDIA, estão permitindo que governos e empresas criem fábricas de IA.   Essas fábricas de IA podem executar serviços em nuvem localmente e dentro das instalações seguras de um país ou organização com uma série de controles operacionais, apoiando as metas soberanas de diversificação e impulsionando o crescimento econômico.
  “À medida que a IA reformula os negócios, o setor e as políticas globais, os países e as organizações precisam fortalecer sua soberania digital para proteger seus dados mais valiosos”, disse Safra Catz, CEO da Oracle. “A nossa colaboração contínua com a NVIDIA e nossa capacidade exclusiva de implantar regiões de nuvem de forma rápida e local garantirão que as sociedades possam aproveitar a IA sem comprometer sua segurança.”
  “Em uma era em que a inovação será impulsionada pela IA generativa, a soberania dos dados é um imperativo cultural e econômico”, disse Jensen Huang, fundador e CEO da NVIDIA. “As aplicações e a infraestrutura de nuvem integradas da Oracle, combinadas com a computação acelerada da NVIDIA e os serviços de IA generativa, criam a flexibilidade e a segurança de que as nações e regiões precisam para controlar seu próprio destino.”
  Soluções prontas para ajudar os clientes a atender à soberania dos dados
  A combinação da plataforma de IA de full-stack da NVIDIA com a Enterprise AI da Oracle – implementável na OCI Dedicated Region, Oracle Alloy, Oracle EU Sovereign Cloud e Oracle Government Cloud – oferece aos clientes uma solução de IA de última geração que proporciona maior controle sobre operações, localização e segurança para ajudar a apoiar a soberania digital.   Países do mundo todo estão investindo cada vez mais em infraestrutura de IA que possa apoiar suas ambições culturais e econômicas. Em 66 regiões de nuvem em 26 países, os clientes podem acessar mais de 100 serviços de nuvem e IA que abrangem infraestrutura e aplicações para oferecer suporte à migração, modernização e inovação de TI.   As ofertas combinadas das empresas podem ser implementadas por meio da nuvem pública ou no data center de um cliente em locais específicos, com controles operacionais flexíveis. A Oracle é o único hiperescalador capaz de fornecer IA e serviços completos de nuvem localmente, em qualquer lugar. Os serviços e preços da OCI são consistentes em todos os tipos de implementação, simplificando o planejamento, a portabilidade e o gerenciamento.   Os serviços em nuvem da Oracle aproveitam vários elementos da pilha da NVIDIA, incluindo a infraestrutura de computação acelerada da NVIDIA e a plataforma de software NVIDIA AI Enterprise, incluindo os microsserviços de inferência NVIDIA NIM anunciados recentemente, que são desenvolvidos sobre a base do software de inferência da NVIDIA, como NVIDIA TensorRT, NVIDIA TensorRT-LLM e NVIDIA Triton Inference Server.   Pioneiros da IA soberana   A Avaloq, uma das principais fornecedoras suíças de software bancário, selecionou a OCI Dedicated Region para trazer uma região de nuvem pública completa da OCI para seu próprio data center.   “Precisávamos de uma solução de nuvem que nos permitisse manter o controle sobre nossos dados e serviços mais importantes para atender aos requisitos de segurança e residência de dados”, disse Torsten Boettjer, diretor de nuvem e infraestrutura da Avaloq. “Com a OCI Dedicated Region, podemos responder rapidamente a novas regulamentações e garantir uma postura de segurança sólida.”   A TEAM IM, uma das principais prestadoras de serviços de gerenciamento de informações da Nova Zelândia, escolheu o Oracle Alloy para criar a primeira nuvem em hiperescala de propriedade e operação local da Nova Zelândia.   “As organizações da Nova Zelândia estão cada vez mais ansiosas para aproveitar o poder da nuvem e, ao mesmo tempo, proteger a integridade de seus dados dentro de suas próprias fronteiras, aproveitando uma solução exclusiva de nuvem em hiperescala”, disse Ian Rogers, CEO da TEAM IM. “Com o Oracle Alloy, conseguimos nos tornar um provedor de serviços em nuvem que pode ajudar organizações do setor público, comerciais e iwi a navegar pelas complexidades do cenário digital e otimizar suas transformações digitais.”   Etisalat by e&, um provedor de telecomunicações nos Emirados Árabes Unidos, está colaborando com a Oracle para aperfeiçoar os recursos de IA e pretende implantar clusters de GPU NVIDIA H100 Tensor Core em sua OCI Dedicated Region.   “A OCI é o único fornecedor que nos permite implantar clusters de GPU NVIDIA H100 em nossa própria OCI Dedicated Region, hospedada nos data centers da etisalat by e&”, disse Khalid Murshed, diretor de tecnologia e informações (CTIO) da etisalat by e&. “Esse tipo de localização nos permitirá acelerar a inovação em IA nos Emirados Árabes Unidos e nos ajudará a desenvolver novos aplicativos de IA, de forma econômica e em escala.”   OCI Supercluster e OCI Compute impulsionados com NVIDIA Grace Blackwell   Para ajudar os clientes a atender às necessidades cada vez maiores dos modelos de IA, a Oracle planeja aproveitar a mais recente plataforma de computação NVIDIA Grace Blackwell, anunciada hoje na GTC, em OCI Supercluster e OCI Compute. O OCI Supercluster se tornará significativamente mais rápido com as novas instâncias bare metal do OCI Compute, rede RDMA de latência ultrabaixa e armazenamento de alto desempenho. A OCI Compute adotará o NVIDIA GB200 Grace™ Blackwell Superchip e o GPU NVIDIA Blackwell B200 Tensor Core.   O NVIDIA GB200 Grace™ Blackwell Superchip impulsionará uma nova era da computação. O GB200 oferece inferência de modelos de linguagem grande (LLM) em tempo real até 45 vezes mais rápida, com TCO 40 vezes menor e requer 40 vezes menos energia em comparação com as GPUs da geração anterior, o que aumenta a capacidade de treinamento de inteligência artificial, processamento de dados e projeto e simulação de engenharia. As unidades de processamento gráfico NVIDIA Blackwell B200 Tensor Core foram projetadas para as cargas de trabalho mais exigentes em inteligência artificial, análise de dados e computação de alto desempenho (HPC). Os microsserviços NIM e CUDA-X da NVIDIA, incluindo NVIDIA NeMo Retriever para implantações de inferência de geração aumentada de recuperação (RAG), também ajudarão os clientes da OCI a trazer mais insights e precisão para seus copilotos de IA generativa e outras ferramentas de produtividade usando seus próprios dados.
  NVIDIA Grace Blackwell chega ao DGX Cloud na OCI    Para atender à crescente demanda dos clientes por modelos de IA cada vez mais complexos, as empresas estão adicionando o NVIDIA Grace Blackwell ao NVIDIA DGX Cloud na OCI. Os clientes poderão acessar novas instâncias baseadas no GB200 NVL72 por meio desse serviço de supercomputador projetado em conjunto para treinamento e inferência com eficiência energética em uma era de LLMs de trilhões de parâmetros.
  A implantação completa do cluster do DGX Cloud incluirá mais de 20.000 aceleradores GB200 e redes NVIDIA CX8 InfiniBand, fornecendo uma infraestrutura de nuvem altamente escalável e de alto desempenho. O cluster será composto por 72 unidades NVL 72 da GPU Blackwell e 36 unidades de CPU Grace com NVLink de quinta geração.
  Disponibilidade As soluções soberanas de IA da Oracle e da NVIDIA estão disponíveis instantaneamente. Para saber mais, acesse: sovereign AI.   Recursos adicionais Saiba mais sobre o OCI Supercluster Saiba mais sobre os inovadores de IA em execução na OCI Saiba mais sobre a estratégia de nuvem distribuída da Oracle   Sobre a NVIDIA Desde sua fundação em 1993, a NVIDIA (NASDAQ: NVDA) tem sido pioneira em computação acelerada. A invenção da GPU pela NVIDIA em 1999 provocou o crescimento do mercado de jogos para PC, redefiniu a computação gráfica, desencadeou a era da inteligência artificial moderna e está impulsionando a digitalização industrial em todos os mercados. Atualmente, a NVIDIA é uma empresa de infraestrutura de computação completa com ofertas em escala de data center que estão transformando o setor. Veja mais informações em Link.   Sobre a Oracle A Oracle oferece conjuntos integrados de aplicações, além de uma estrutura segura e autônoma na Oracle Cloud. Para obter mais informações sobre a Oracle (NYSE: ORCL), acesse link.

Marcas registradas Oracle, Java, MySQL e NetSuite são marcas registradas da Oracle Corporation. A NetSuite foi a primeira empresa de nuvem, inaugurando a nova era da computação em nuvem. # # # Informações de contato com a mídia RP da NVIDIA Cliff Edwards cliffe@nvidia܂com +1.415.699.2755

Conheça Alba Renai, a primeira apresentadora de tv criada por inteligência artificial

Conheça Alba Renai, a primeira apresentadora de tv criada por inteligência artificial

Um avanço revolucionário no mundo do entretenimento emerge com a chegada de Alba Renai, a primeira apresentadora espanhola alimentada pela inteligência artificial para o programa “Sobreviventes”.
Sua presença digital é imponente, com uma legião crescente de seguidores, já ultrapassando os 14 mil no TikTok.
A era da inteligência artificial (IA) está em ascensão, e agora até mesmo a televisão é afetada.
Alba Renai substitui os apresentadores humanos no programa, trazendo uma nova dimensão ao entretenimento televisivo.
Sua interação vai além da tela, dominando as redes sociais e participando ativamente de entrevistas, compartilhando experiências e desejos pessoais.
Desenvolvida pela Mediaset, Alba é uma influenciadora digital de 24 anos, nascida em setembro de 2023, já bem estabelecida no mundo virtual.
Sua persona é tão convincente que acumula milhares de seguidores não apenas no Instagram (https://www.instagram.com/albarenai), mas também no TikTok.
A tecnologia de IA empregada neste projeto é impressionante, criando uma representação visual e uma voz surpreendentemente humanas.
Os responsáveis pelo programa acreditam que essa colaboração entre entretenimento tradicional e comunicação digital é um marco importante.
Embora inovador, este não é o primeiro projeto desse tipo. Em março de 2023, o Grupo Radiofórmula criou Nat, uma apresentadora de notícias desenvolvida na América Latina com o mesmo propósito de informar de forma neutra e moderna.
Alba anunciou sua participação no programa através de suas redes sociais, expressando seu entusiasmo em embarcar nessa aventura.
Seu perfil digital é como o de qualquer outra pessoa, com fotos de viagens, comida e moda, mas com a peculiaridade de ser criada por inteligência artificial, um sinal do avanço contínuo nesse campo emocionante da tecnologia.

Para especialista do IEEE, IA generativa é determinante para transformação digital da indústria, com ganhos para empresas, redução de custos e aumento de produtividade

Para especialista do IEEE, IA generativa é determinante para transformação digital da indústria, com ganhos para empresas, redução de custos e aumento de produtividade

Domínio dessa tecnologia é estratégico para Brasil, garante o pesquisador Paulo Miyagi, do Instituto de Engenheiros Elétricos e Eletrônicos (IEEE), maior organização profissional técnica do mundo dedicada ao avanço da tecnologia em benefício da humanidade. E ressalta que a Indústria 4.0 não se resume a aplicações de IA.

O setor da Indústria 4.0 no Brasil pode alcançar US$ 5,62 bilhões até 2028, conforme o estudo Monitor da Indústria 4.0, da International Market Analysis Research and Consulting. E as pesquisas para a evolução da inteligência artificial (IA) no país são essenciais nessa direção. 

Segundo o cientista Paulo Miyagi, membro sênior do Instituto de Engenheiros Elétricos e Eletrônicos (IEEE, maior organização profissional técnica do mundo dedicada ao avanço da tecnologia em benefício da humanidade), a ênfase, no atual momento, é em IA generativa, devido à relação custo/benefício. Esse tipo de tecnologia tem o potencial de aprender padrões complexos a partir de uma base de dados e otimizar e acelerar processos, reduzindo custos. Ajuda na automatização das funções, que deixam de ser realizadas manualmente, reflete em ganhos para a empresa, que passa a reduzir custos e ganha o aumento da produtividade. Como professor da Escola Politécnica (Poli)/USP, o especialista faz parte de um grupo de pesquisadores que utiliza a plataforma Inteligência Artificial e Soluções para Manufatura Inteligente (IAsmin) no Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo (IPT).

Domínio da IA generativa: estratégico para indústria nacional

O domínio da IA generativa é estratégico para a indústria nacional, garante Miyagi. Tanto que entidades como a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), a Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) e outras similares financiam trabalhos de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) na área.

Porém, no cenário da indústria brasileira, não basta investir em IA Generativa e outras tecnologias, alerta. Um outro desafio é demonstrar que a Indústria 4.0 não se resume a aplicações de IA, sistemas de informação e comunicação, robotização, manufatura aditiva, cibersegurança etc. O conceito de Indústria 4.0 é de um ambiente em que todos os ativos desse tipo de atividade econômica são identificados e acessados tanto do ponto de vista lógico como físico pelos envolvidos na concepção, no projeto, na fabricação, na manutenção e no descarte de produtos.

“Isto posto, uma das principais dificuldades no Brasil é a implementação de um sistema que assegure esse ambiente. Como existe o Modelo de Referência para Arquitetura da Indústria 4.0 (RAMI 4.0, na sigla em inglês), o desafio, do ponto de vista prático, é como cada indústria pode fazer essa migração”, afirma Miyagi. Algumas das linhas de pesquisa com a IAsmin têm o objetivo de viabilizar a transformação digital da indústria brasileira e incluem monitoramento e controle em tempo real, digital twin, interoperabilidade e integração da cadeia, sistemas autônomos, robótica e máquinas-ferramenta. Os trabalhos estão relacionados a diferentes problemas indicados por empresas.

Ainda segundo Miyagi, as principais demandas para a aplicação de IA visando o padrão de Indústria 4.0 no Brasil são: visão computacional, reconhecimento de padrões, coleta e tratamento de dados, automação de dados, integração de cadeia produtiva e segurança cibernética. Além da plataforma IAsmin existem outras iniciativas da FAPESP, do CNPq, entre outras entidades, que reúnem cientistas de universidades e de empresas para fomentar a P&D relacionadas à IA.

O especialista conclui afirmando que o avanço da Indústria 4.0 passa pelo conhecimento dos trabalhos realizados na Plattform Industrie 4.0, desenvolvida na Alemanha, e das propostas de entidades como a Industrial Digital Twin Association (IDTA) e sistemas de classificação padronizados, como o e-cl@ss.

Mercado de Fusões e Aquisições também será impactado pela IA

Mercado de Fusões e Aquisições também será impactado pela IA

Por Leonardo Pansardi Grisotto, cofundador da ZAXO M&A Partners

A capacidade da inteligência artificial (IA) em processar grandes volumes de dados em tempo real confere uma vantagem competitiva significativa, permitindo agilidade, decisões embasadas e análise de padrões e tendências. Isso resulta na identificação de oportunidades estratégicas mais eficazes.

Para o Gartner, fornecedora de insights para executivos e suas equipes, a tecnologia, em particular a IA, está entre as principais tendências em Fusões e Aquisições (M&A) para este ano. Seja ela utilizada para aprimorar os processos relacionados à análise de empresas disponíveis no mercado, adquirir negócios baseados nessa tecnologia ou simplesmente navegar por um ambiente regulatório cada vez mais complexo.

Neste sentido, as Fusões e Aquisições permanecem sendo um motor de crescimento para a maioria das empresas, por isso a importância de abordar o tema. Alcançar o sucesso com o processo significará posicionar as empresas para a liderança de mercado por muitos anos. E o sucesso desse ano dependerá cada vez mais de como os executivos irão lidar com essas tendências de mercado, principalmente as relacionadas à tecnologia, as quais agregam alto valor competitivo às empresas.

Relaciono aqui as 5 áreas do M&A que serão impactadas pela IA:

01 – O processo

O emprego da IA terá um impacto significativo na melhoria da velocidade dos processos de Fusões e Aquisições. O uso de ferramentas com essa inteligência pode auxiliar na identificação de possíveis alvos de aquisição, analisando grandes quantidades de dados de diferentes fontes e identificando, por exemplo, aquelas que oferecem o melhor retorno sobre o investimento (ROI), aumentando assim a probabilidade de aquisições bem-sucedidas. Além disso, a IA auxilia também no chamado ‘Due diligence’, que é como um “pente fino” que verifica minuciosamente diferentes aspectos do negócio para garantir que o que a empresa diz esteja alinhado com o que ela realmente faz. Podemos considerar como uma espécie de auditoria, porém, mais ampla, que explora aspectos profundos da empresa, desde finanças e aspectos legais até questões trabalhistas, contabilidade, impostos, meio ambiente e até mesmo a parte tecnológica. Isso acelera o fechamento de negócios.

02 – Negócios em 2024 deverão priorizar empresas com IA

A Inteligência Artificial será a principal tecnologia disruptiva a impactar as indústrias, segundo o Gartner. Por isso, embora fusões e aquisições de empresas baseadas nela ainda não sejam uma tendência generalizada, o órgão aconselha que a compra dessas seja uma prioridade em todas as estratégias de negócios em 2024. Acredito que aqueles que não possuem as habilidades ou o prazo necessário para construir capacidades internamente podem optar por Fusões e Aquisições para obter acesso rápido à tecnologia.

03 – O tempo será de aquisições de pequenas empresas voltadas à tecnologia

As empresas podem ter dificuldade em fazer previsões precisas sobre fatores-chave da macroeconomia, como crescimento econômico, taxas de juros, inflação, recessão, emprego, custo de capital e confiança tanto empresarial quanto do consumidor. Isso pode impactar as decisões de investimento, estratégias de negócios e a confiança geral no ambiente econômico.

As empresas de tecnologia, especialmente startups anteriormente valorizadas, enfrentarão desafios para captar sua próxima rodada de financiamento de risco e buscarão alternativas, como a possibilidade de serem adquiridas por compradores estratégicos. Assim, a sugestão é que empresas bem capitalizadas aproveitem esse cenário, explorando aquisições de empresas menores focadas em tecnologia, que possuem avaliações mais baixas, limitado acesso a financiamentos e enfrentam condições econômicas mais desafiadoras.

04 – Proatividade frente à Fiscalização Regulatória coloca empresas à frente do mercado

A fiscalização regulatória dos negócios de Fusões e Aquisições, especialmente por questões anticoncorrenciais e de segurança nacional, está em crescimento e permanecerá como um fator significativo em 2024, segundo o Gartner. Isso pode representar desafios para a concretização de grandes negócios no próximo ano. Por outro lado, isso pode criar uma oportunidade competitiva para empresas estrategicamente posicionadas e favorecer um aumento no volume de negócios de menor porte. Para aqueles que têm o foco em operações mais substanciais, é importante adotar uma abordagem proativa junto aos órgãos reguladores neste ano. A IA pode ajudar bastante nesse aspecto, trazendo dados e insights valiosos para a tomada de decisões.

05 – IA torna o ‘pós-fusão’ mais fácil e eficiente

A IA facilita o processo de integração pós-fusão, automatizando várias tarefas, incluindo migração de dados, integração de funcionários e padronização de processos. Isso é possível graças à sua capacidade de examinar grandes conjuntos de dados que poderiam passar despercebidos de outra forma. O cronograma é acelerado e os erros são minimizados quando a tecnologia analisa as informações e gera insights para uma abordagem mais eficaz de integração. Ela aponta os potenciais e os riscos de sinergia entre as empresas em processo de fusão, por exemplo. Essas descobertas podem abrir portas para oportunidades de criação de valor após uma aquisição, incluindo a identificação de eficiências potenciais, como áreas de crescimento ou inovação.

Cinco áreas do M&A que serão impactadas pela IA

Cinco áreas do M&A que serão impactadas pela IA

A Inteligência Artificial está entre as principais tendências em Fusões e Aquisições (M&A) para 2024

A inteligência artificial (IA) tem transformado a forma como as negociações são feitas. Sua capacidade em processar grandes volumes de dados em tempo real confere uma vantagem competitiva significativa, permitindo agilidade, decisões embasadas e análise de padrões e tendências. Isso resulta na identificação de oportunidades estratégicas mais eficazes.

Para o Gartner, fornecedora de insights para executivos e suas equipes, a tecnologia, em particular a IA, está entre as principais tendências em Fusões e Aquisições (M&A) para 2024. Seja ela utilizada para aprimorar os processos relacionados à análise de empresas disponíveis no mercado, adquirir negócios baseados nessa tecnologia ou simplesmente navegar por um ambiente regulatório cada vez mais complexo.

Segundo Leonardo Pansardi Grisotto, cofundador da ZAXO M&A Partners, as Fusões e Aquisições permanecem sendo um motor de crescimento para a maioria das empresas, por isso a importância de abordar o tema. “Alcançar o sucesso com Fusões e Aquisições significará posicionar as empresas para a liderança de mercado por muitos anos. E o sucesso desse ano dependerá cada vez mais de como os executivos irão lidar com essas tendências de mercado, principalmente as relacionadas à tecnologia, as quais agregam alto valor competitivo às empresas”, diz.

Leonardo Pansardi Grisotto, cofundador da ZAXO M&A Partners

Veja as 5 áreas do M&A que serão impactadas pela IA:

01 – IA acelerará o processo de Fusões e Aquisições:

O emprego da Inteligência Artificial terá um impacto significativo na melhoria da velocidade dos processos de Fusões e Aquisições. Leonardo Pansardi Grisotto, explica que o uso de ferramentas com essa inteligência pode auxiliar na identificação de possíveis alvos de aquisição, analisando grandes quantidades de dados de diferentes fontes e identificando, por exemplo, aquelas que oferecem o melhor retorno sobre o investimento (ROI), aumentando assim a probabilidade de aquisições bem-sucedidas.

Além disso, a IA auxilia também no chamado ‘Due diligence’, que é como um “pente fino” que verifica minuciosamente diferentes aspectos do negócio para garantir que o que a empresa diz esteja alinhado com o que ela realmente faz. O foco principal é realizar uma análise completa do lugar que a empresa ocupa no mercado, suas habilidades e os riscos, tanto a curto quanto a longo prazo.

“Podemos considerar como uma espécie de auditoria, porém, mais ampla, que explora aspectos profundos da empresa, desde finanças e aspectos legais até questões trabalhistas, contabilidade, impostos, meio ambiente e até mesmo a parte tecnológica. Isso acelera o fechamento de negócios”, diz Jefferson Nesello, sócio-diretor da ZAXO.

02 – Negócios em 2024 deverão priorizar empresas com IA

A Inteligência Artificial será a principal tecnologia disruptiva a impactar as indústrias, segundo o Gartner Por isso, embora fusões e aquisições de empresas baseadas nela ainda não sejam uma tendência generalizada, o órgão aconselha que a compra dessas seja uma prioridade em todas as estratégias de negócios em 2024.

“Acreditamos que aqueles que não possuem as habilidades ou o prazo necessário para construir capacidades internamente podem optar por Fusões e Aquisições para obter acesso rápido à tecnologia”, diz Leonardo Grisotto, da ZAXO.

03 – O tempo será de aquisições de pequenas empresas voltadas à tecnologia

As empresas podem ter dificuldade em fazer previsões precisas sobre fatores-chave da macroeconomia, como crescimento econômico, taxas de juros, inflação, recessão, emprego, custo de capital e confiança tanto empresarial quanto do consumidor. Isso pode impactar as decisões de investimento, estratégias de negócios e a confiança geral no ambiente econômico.

As empresas de tecnologia, especialmente startups anteriormente valorizadas, enfrentarão desafios para captar sua próxima rodada de financiamento de risco e buscarão alternativas, como a possibilidade de serem adquiridas por compradores estratégicos. Assim, a sugestão é que empresas bem capitalizadas aproveitem esse cenário, explorando aquisições de empresas menores focadas em tecnologia, que possuem avaliações mais baixas, limitado acesso a financiamentos e enfrentam condições econômicas mais desafiadoras.

04 – Proatividade frente à Fiscalização Regulatória coloca empresas à frente do mercado

A fiscalização regulatória dos negócios de Fusões e Aquisições, especialmente por questões anticoncorrenciais e de segurança nacional, está em crescimento e permanecerá como um fator significativo em 2024, segundo o Gartner. Isso pode representar desafios para a concretização de grandes negócios no próximo ano.

“Contudo, isso pode criar uma oportunidade competitiva para empresas estrategicamente posicionadas e favorecer um aumento no volume de negócios de menor porte. Para aqueles que têm o foco em operações mais substanciais, é importante adotar uma abordagem proativa junto aos órgãos reguladores neste ano. A IA pode ajudar bastante nesse aspecto, trazendo dados e insights valiosos para a tomada de decisões”, completa Jefferson Nesello, da ZAXO,

05 – IA torna o ‘pós-fusão’ mais fácil e eficiente

A IA facilita o processo de integração pós-fusão, automatizando várias tarefas, incluindo migração de dados, integração de funcionários e padronização de processos. Isso é possível graças à sua capacidade de examinar grandes conjuntos de dados que poderiam passar despercebidos de outra forma.

“O cronograma é acelerado e os erros são minimizados quando a tecnologia analisa as informações e gera insights para uma abordagem mais eficaz de integração. Ela aponta os potenciais e os riscos de sinergia entre as empresas em processo de fusão, por exemplo”, conta Nesello.

Essas descobertas podem abrir portas para oportunidades de criação de valor após uma aquisição, incluindo a identificação de eficiências potenciais, como áreas de crescimento ou inovação.

Mais informações: https://www.zaxogroup.com/

Microsoft disponibiliza Copilot for Security globalmente em 1º de abril com novas capacidades

Microsoft disponibiliza Copilot for Security globalmente em 1º de abril com novas capacidades 

 Por Vasu Jakkal, vice-presidente corporativa de segurança, conformidade, identidade e gerenciamento 

Nesta quarta-feira (13), temos o prazer de anunciar que o Microsoft Copilot for Security estará disponível em todo o mundo no dia 1º de abril. A primeira solução de IA generativa do setor ajudará os profissionais de segurança e TI a capturar o que os outros não conseguem, além de fortalecer a experiência da equipe trazendo agilidade aos processos. O Copilot pode ser alimentado por dados em grande escala e possui inteligência para se defender de ameaças, incluindo mais de 78 trilhões de sinais de segurança processados pela Microsoft todos os dias. Além disso, juntamente com grandes modelos de linguagem, pode fornecer insights personalizados, orientar os próximos passos e transformar positivamente as operações de segurança. 

Estamos inspirados pelos resultados do nosso segundo estudo econômico Copilot for Security, que mostra como os profissionais de segurança experientes ficam mais rápidos e precisos ao usar o Copilot. Os ganhos surpreendem, como apontam os dados abaixo:  

  • Analistas de segurança experientes foram 22% mais rápidos com o Copilot; 
  • Eles foram 7% mais precisos em todas as tarefas ao usar o Copilot; 
  • E, principalmente, 97% disseram que querem usar o Copilot na próxima vez que fizerem a mesma tarefa. 

Este novo estudo se concentra em profissionais de segurança experientes e expande o ensaio clínico randomizado que publicamos em novembro passado, que se concentrou em profissionais de segurança em início de carreira. Ambos os estudos mediram os efeitos na produtividade quando os analistas executavam tarefas de segurança usando o Copilot for Security em comparação com um grupo que não o fazia. Os resultados combinados de ambos os estudos demonstram que todos, em todos os níveis de experiência e tipos de especialização, podem obter ganhos em segurança com o Copilot. Quando colocamos o Copilot nas mãos das equipes de segurança, podemos quebrar barreiras de entrada e melhorar a experiência de trabalho para todos.  

Copilot for Security: pague conforme o uso 

Em direção ao nosso objetivo de habilitar a segurança para todos, a Microsoft também está introduzindo um modelo de licenciamento pago conforme o uso provisionado, o que torna o Copilot for Security mais acessível a uma ampla gama de organizações do que qualquer outra solução no mercado. Com este modelo de preços flexível e baseado no consumo, você pode começar rapidamente e, em seguida, dimensionar seu uso e custos de acordo com suas necessidades e orçamento. O Microsoft Copilot for Security estará disponível para compra em 1º de abril de 2024. Conecte-se com seu representante de conta agora para que sua organização possa estar entre as primeiras a aproveitar os incríveis ganhos do Copilot for Security. 

Disponibilidade global e amplo ecossistema  

Disponível em todo o mundo em 1º de abril, o Copilot é multilíngue e pode processar prompts e responder em oito idiomas, com uma interface multilíngue para 25 idiomas diferentes, tornando-o pronto para todas as principais geografias da América do Norte e do Sul, Europa e Ásia.  

O Copilot desenvolveu também um amplo ecossistema global de 100+ parceiros que consistem em provedores de serviços de segurança gerenciados e fornecedores independentes de software. Somos muito gratos aos nossos parceiros, que continuam desempenhando um papel vital em capacitar todos a adotar com confiança uma IA segura e responsável.  

Os parceiros podem saber mais sobre a integração com o Copilot aqui

Novo Copilot para inovações de produtos de segurança  

O Microsoft Copilot for Security ajuda os profissionais de segurança e TI a ampliar seus conjuntos de habilidades, colaborar com mais eficiência, ver mais e responder mais rapidamente.  

Como parte da disponibilidade geral, o Copilot for Security inclui os seguintes novos recursos: 

  • Os prompt books personalizados permitem que os clientes criem e salvem suas próprias séries de prompts de linguagem natural para tarefas e fluxos de trabalho de segurança comuns.  
  • As integrações da base de conhecimento, em visualização, permitem que você integre o Copilot for Security à sua lógica de negócios e execute atividades com base em seus próprios guias passo a passo. 
  • O suporte a vários idiomas agora permite que o Copilot processe prompts e responda em 8 idiomas diferentes com 25 idiomas suportados na interface.  
  • Integrações 3rd Party de parceiros globais que estão desenvolvendo ativamente integrações e serviços.  
  • Conecte-se à sua superfície de ataque externa selecionada do Defender EASM para identificar e analisar as informações mais atualizadas sobre os riscos da superfície de ataque externo da sua organização. 
  • Os logs de auditoria e de diagnóstico do Microsoft Entra fornecem informações adicionais para uma investigação de segurança ou análise de problemas de TI de logs de auditoria relacionados a um usuário ou evento específico, resumidos em linguagem natural.  
  • Os relatórios de uso fornecem insights de painel sobre como suas equipes usam o Copilot para que você possa identificar ainda mais oportunidades de otimização. 

 Para se aprofundar no tema e saber mais sobre valores, leia o blog na Tech Community. Você pode ainda acessar o relatório completo para conferir os resultados da nossa pesquisa ou ver o infográfico. Para saber mais sobre o Microsoft Copilot for Security, visite nossa página do produto ou confira nossas soluções que incluem o Copilot. Se estiver interessado em uma demonstração ou se sentir pronto para comprar, entre em contato com seu representante de vendas. 

“Os agentes de ameaças estão ficando mais sofisticados. As coisas acontecem rápido, por isso precisamos ser capazes de responder rapidamente. Com a ajuda do Copilot for Security, podemos começar a focar em respostas automatizadas em vez de respostas manuais. É uma grande mudança para nós.” —Mario Ferket, Diretor de Segurança da Informação na Dow 

Segurança alimentada por IA para todos 

Com disponibilidade geral, o Copilot for Security estará disponível como duas experiências de usuário ricas: em um portal autônomo imersivo ou incorporado a produtos de segurança existentes. 

A integração do Copilot com os produtos de segurança da Microsoft tornará ainda mais fácil para seus profissionais de TI e segurança tirar proveito dos ganhos de velocidade e precisão demonstrados em nosso estudo. Aproveite o portal do produto que você conhece e adora, agora aprimorado com recursos e habilidades do Copilot específicas para casos de uso de cada produto. 

A plataforma unificada de operações de segurança, em breve, oferecerá uma experiência Copilot incorporada no portal Defender para SIEM e XDR que alertará os usuários à medida que investigam e respondem a ameaças. O Copilot apresenta automaticamente detalhes relevantes para resumos, impulsiona a eficiência com resposta guiada, capacita analistas em todos os níveis com NL para KQL e análise de script/arquivo, e agora inclui a capacidade de avaliar riscos com a mais recente inteligência de ameaças da Microsoft. Leia mais

O Copilot na investigação de risco de usuário do Microsoft  

Com a nova visualização, ajuda você a evitar o comprometimento da identidade e a responder a ameaças de maneira rápida e eficaz. Essa experiência incorporada no Microsoft fornece um resumo em linguagem natural dos indicadores de risco do usuário e fornece orientações personalizadas para resolver o risco. O Copilot também recomenda maneiras de automatizar a prevenção e a resolução de futuros ataques de identidade, como com uma política de Acesso Condicional do Microsoft Entra recomendada, para aumentar sua postura de segurança e manter as chamadas de Help Desk ao mínimo. Leia mais.  

Para ajudar os administradores de segurança e conformidade de dados a priorizar e lidar com alertas críticos com mais facilidade, o Copilot no Microsoft Purview agora fornece resumos de alertas concisos, insights integrados e suporte a linguagem natural em seus fluxos de trabalho de investigação confiáveis com o clique de um botão. Leia mais. 

O Copilot no Intune, em atual pré-visualização, ajudará os profissionais de TI e analistas de segurança a tomar decisões mais bem informadas para o gerenciamento de endpoint. O copiloto no Intune pode simplificar a determinação da causa raiz com contexto completo do dispositivo, análise de código de erro e comparações de configuração do dispositivo. Isso torna possível detectar e corrigir problemas antes que eles se tornem problemas. Leia mais

Descubra, proteja e controle o uso de IA 

À medida que mais serviços generativos de IA são introduzidos no mercado para todas as funções de negócios, é crucial reconhecer que, à medida que essa tecnologia traz novas oportunidades, ela introduz novos desafios e riscos. Com isso em mente, a Microsoft está fornecendo aos clientes maior visibilidade, proteção e governança sobre seus aplicativos de IA, estejam eles usando o Microsoft Copilot ou aplicativos de IA generativa de terceiros. Queremos tornar mais fácil para todos adotarem a IA com confiança e segurança. 

Para ajudar as organizações a protegerem e controlar o uso de IA, estamos habilitando as seguintes experiências em nosso portfólio de produtos:  

  • Descubra os riscos da IA: as equipes de segurança podem descobrir riscos potenciais associados ao uso da IA, como vazamentos de dados confidenciais e usuários acessando aplicativos de alto risco. 
  • Proteja aplicativos e dados de IA: as equipes de segurança e TI podem proteger os aplicativos de IA em uso e os dados confidenciais que estão sendo fundamentados ou gerados por eles, incluindo os prompts e respostas. 
  • Controlar o uso: as equipes de segurança podem controlar o uso de aplicativos de IA retendo e registrando interações com aplicativos de IA, detectando quaisquer violações de políticas regulatórias ou organizacionais ao usar esses aplicativos, e investigando novos incidentes.  

 No Ignite, apresentamos a primeira onda de recursos para ajudar a proteger e controlar o uso de IA. Hoje, temos o prazer de anunciar as novas detecções de ameaças prontas para uso para o Copilot for Microsoft 365 no Defender for Cloud Apps. Esse recurso, juntamente com os controles de segurança e conformidade de dados no Microsoft Purview, fortalece a segurança do Copilot para que as organizações possam trabalhar em todos os tipos de dados, sensíveis ou não, de forma segura e responsável. Para saber mais sobre como proteger e governar a IA, leia mais

Proteção completa expandida para ajudá-lo a proteger tudo 

A Microsoft continua expandindo nosso compromisso de longa data de fornecer aos clientes uma proteção completa para todo o seu patrimônio digital. Com o portfólio completo de Segurança da Microsoft, você pode obter ainda mais visibilidade, controle e governança, especialmente ao adotar a IA generativa, com soluções e preços adequados à sua organização. Os recursos novos do produto incluem: 

O Microsoft Security Exposure Management uma nova solução de gerenciamento de postura e superfície de ataque dentro da plataforma unificada de operações de segurança que fornece insights sobre seus ativos gerais e que recomenda iniciativas de segurança prioritárias para melhoria contínua. Você terá uma visão abrangente da exposição de sua organização a ameaças e à descoberta automática de ativos críticos para ajudá-lo a melhorar proativamente sua postura de segurança e reduzir o risco de exposição de ativos críticos para os negócios e dados confidenciais. As ferramentas de visualização oferecem uma visão panorâmica do invasor e isso ajuda a investigar tentativas de exposição, descobre caminhos de ataque potenciais para ativos críticos por meio de modelagem de ameaças e explora proativamente os riscos. Agora ficou mais fácil do que nunca identificar lacunas de exposição e tomar medidas para minimizar o risco e a interrupção dos negócios.  Leia mais

A Proteção Adaptativa, um recurso do Microsoft Purview, agora está integrada ao Microsoft Entra Conditional Access. Essa integração permite que você proteja melhor sua organização contra riscos internos como vazamento de dados, roubo de propriedade intelectual e violações de confidencialidade. Com essa integração, você pode criar políticas de Acesso Condicional para responder automaticamente a riscos internos e bloquear o acesso do usuário a aplicativos para proteger seus dados. Leia mais.

O Microsoft Communication Compliance agora fornece indicadores de sentimento e insights para enriquecer as políticas de Gerenciamento de Risco Interno e identificar riscos de comunicação no Microsoft Teams, Exchange, Microsoft Viva Exchange, Copilot e canais de terceiros. Leia mais.  

O Microsoft Intune lançou três novas soluções em fevereiro como parte do Microsoft Intune Suite: Intune Enterprise Application Management, Microsoft Cloud PKI e Intune Advanced Analytics. O Intune Endpoint Privilege Management está lançando a opção para habilitar elevações aprovadas de suporte. Leia mais

 Segurança para todos na era da IA 

O Microsoft Copilot for Security é um multiplicador de força para todo o portfólio de Segurança da Microsoft, que integra mais de 50 categorias em seis famílias de produtos, para formar uma solução de segurança da Microsoft de ponta a ponta. Ao implementar o Copilot for Security, você pode proteger seu ambiente de todos os ângulos, em segurança, conformidade, identidade, gerenciamento de dispositivos e privacidade. Na era da IA, é mais importante do que nunca ter uma solução unificada que elimine as lacunas de proteção criadas por ferramentas em silos. 

A próxima disponibilidade geral do Copilot em 1º de abril é realmente um momento marcante. Com o Copilot, você e sua equipe de segurança podem conduzir sua organização com confiança para a era da IA.  Continuaremos cumprindo a visão da Microsoft para a segurança: capacitar os defensores com a vantagem da IA generativa líder do setor e fornecendo as ferramentas para implantar, usar e governar a IA de forma responsável e segura. Estamos muito honrados em trabalhar juntos com você para impulsionar essa transformação de IA e permitir a segurança para todos. 

Junte-se a nós em 3 de abril no Microsoft Secure Tech Accelerator para um mergulho profundo nas informações técnicas que ajudarão você e sua equipe a implementar o Copilot. Saiba como proteger sua IA, veja demonstrações e faça perguntas à nossa equipe de produtos. RSVP agora

Para saber mais sobre as soluções de segurança da Microsoft, visite nosso site. Favorite o blog de segurança para acompanhar nossa cobertura especializada em assuntos de segurança. Além disso, siga-nos no LinkedIn (Microsoft Security) e X (@MSFTSecurity) para as últimas notícias e atualizações sobre segurança cibernética. 

A revolução na mídia provocada pela inteligência artificial

A revolução na mídia provocada pela inteligência artificial

Segundo especialistas, varejo, logística, construção civil, manufatura e comunicação se destacam entre os demais segmentos, pois promovem uma verdadeira revolução em seus processos com o uso da tecnologia

São Paulo, março de 2024 – Até pouco tempo atrás, importantes segmentos da economia como varejo, logística, construção civil, manufatura e comunicação eram pautados predominantemente por métodos convencionais e trabalhos manuais. Mas com o avanço da Inteligência Artificial (IA), esses setores começam a se destacar, pois passam por uma verdadeira revolução impulsionada pela tecnologia, agregando eficiência, precisão e um toque de inovação. Essa análise é compartilhada por Diego Barreto e Sandor Caetano, autores de “O Cientista e o Executivo – Como o iFood utilizou a inteligência artificial para redefinir processos, criar vantagem competitiva e se tornar um case mundial de sucesso,” pela editora Gente.

Diego Barreto, Vice-Presidente de Finanças e Estratégia do iFood, e Sandor Caetano, Chief Executive Officer do PicPay, estão entre os principais especialistas em IA do país. No livro, eles relatam a jornada do iFood, que passou de empresa dona de aplicativo para uma potência de IA. Com base em suas experiências pessoais e em cases do iFood ocorridos entre 2018 e 2023, os autores apresentam uma história real de inovação, com erros e acertos. Nesse período, Diego Barreto já ocupava o cargo de VP da foodtech e Sandor Caetano, VP de IA na companhia.

De acordo com um estudo realizado pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic), da Unesco, 22% das empresas de pequeno porte e 39% das grandes companhias já incluíram a inteligência artificial em suas operações, resultando em uma variedade de vantagens que abrange desde a otimização de procedimentos até a criação de estratégias mais eficazes. Na análise de Diego Barreto e Sandor Caetano, no varejo, por exemplo, o principal benefício da IA é a personalização da experiência do cliente. Já na construção civil, o maior ganho está na agilidade dos processos.  Mesmo à frente dos demais, os cinco segmentos eleitos pelos especialistas também enfrentam desafios como dificuldade de encontrar profissionais especializados em IA e resistência à mudança organizacional que a tecnologia trás. A seguir, como a IA está transformando alguns dos principais setores da economia brasileira.

Varejo personaliza a experiência do cliente

A utilização da IA promete revolucionar a personalização da experiência do cliente, enquanto a capacidade singular da IA generativa para estimular a criatividade redefine a dinâmica na interação entre cliente e estabelecimento. “A Amazon é um exemplo notável de como a Inteligência Artificial é usada para personalização. Eles aplicam algoritmos de IA para oferecer recomendações personalizadas, o que transforma a experiência de compra, fornecendo aos usuários sugestões precisas e relevantes. Essa tecnologia utiliza dados do histórico de navegação e compras dos usuários para compreender suas preferências e comportamentos, resultando em recomendações personalizadas”, explica Diego Barreto. 

Logística otimiza itinerários e ganha tempo 

No contexto da gestão logística e da cadeia de suprimentos, a Inteligência Artificial surge como uma aliada estratégica, representando a mudança de uma abordagem convencional para uma totalmente baseada em IA. Através da análise de dados abrangentes, essa tecnologia otimiza itinerários de entrega, executa o controle preciso de inventários e prevê necessidades futuras, elevando o apelo das transações digitais.

“A UPS, uma empresa líder em logística global, está utilizando soluções de Inteligência Artificial em seu sistema chamado ORION (On-Road Integrated Optimization and Navigation) para otimizar as rotas de entrega diárias. Essa tecnologia analisa uma vasta gama de variáveis, como tráfego, condições meteorológicas e detalhes específicos de cada pacote a ser entregue, a fim de determinar a rota mais eficiente possível. Esse processo não apenas reduz consideravelmente o tempo e os custos de entrega, mas também contribui para a sustentabilidade ao diminuir as emissões de carbono dos veículos de entrega”, esclarece Sandor Caetano.

Construção civil acelera processos e reduz custos

Na construção civil, historicamente dependente de processos manuais, a IA impulsiona a inovação. A capacidade de gerar projetos arquitetônicos rapidamente, considerando inúmeros cenários, revoluciona a concepção e a execução de planos. A IA viabiliza a escolha eficiente de soluções, promovendo eficiência construtiva e redução de custos.

“A IA pode ser aplicada para otimizar sistemas complexos. Na construção, tecnologias semelhantes podem melhorar o uso de recursos, a logística de materiais e a gestão de resíduos, e ainda redefinem o design arquitetônico por meio de simulações que levam em conta fatores climáticos, estruturais e de uso do espaço”, enfatiza Diego Barreto.

Manufatura corrige falhas em tempo real

Na era da Indústria 4.0, a fabricação inteligente experimenta a fusão da IA, reconfigurando os ambientes industriais. A habilidade de analisar grandes volumes de dados instantaneamente melhora os procedimentos, detecta falhas e ajusta máquinas de forma automática, impulsionando a criação de fábricas inteligentes e o avanço nos sistemas de produção.

“A Siemens é líder na integração da Inteligência Artificial na indústria de manufatura. A empresa desenvolveu um sistema chamado Manufatura Autônoma, que emprega IA e aprendizado de máquina para supervisionar e ajustar os processos de produção em tempo real. Isso significa que o sistema pode detectar rapidamente problemas em equipamentos, como falhas, e fazer correções automaticamente. Além disso, ele é capaz de otimizar o uso de energia e materiais durante a produção e até mesmo adaptar-se para fabricar produtos personalizados em massa. A adoção dessas tecnologias não só melhora a eficiência e a qualidade da produção, mas também oferece maior flexibilidade para atender às demandas de produtos personalizados.”, exemplifica Sandor Caetano. 

Mídia e comunicação ganham em criatividade 

A revolução na produção de mídia e comunicação é liderada pela IA, que gera conteúdo de forma eficiente, reduzindo custos e tempo. Isso possibilita que criadores independentes nas redes sociais elevem sua capacidade criativa, alcançando novos níveis de originalidade e engajamento.

“Profissionais como jornalistas e criadores de conteúdo estão incorporando essa tecnologia em suas práticas, utilizando-a para criar artigos, desenvolver conteúdo criativo, e até mesmo compor música e redigir roteiros. Essa integração não apenas reduz o tempo de produção, mas também proporciona novas oportunidades para expressar a criatividade. A capacidade da GPT-3 de gerar textos praticamente indistinguíveis dos produzidos por humanos promove uma produção de conteúdo mais eficaz e inovadora”, destaca Diego Barreto.

IA generativa fornece suporte aos médicos durante atendimento

IA generativa fornece suporte aos médicos durante atendimento


Solução da CTC aumenta eficiência de consultas, com sugestões clínicas aprimoradas e mais atenção aos pacientes 


 São Paulo, março de 2024 – A CTC, uma das 150 maiores empresas de tecnologia do Brasil, desenvolveu uma ferramenta que visa humanizar as consultas e diminuir o burnout dos médicos. O assistente virtual busca o histórico relevante do paciente, transcreve o que é dito na consulta, oferece sugestões de perguntas e possíveis diagnósticos e ainda gera alertas sobre conflitos de medicamentos e alergias.

O sistema captura, em tempo real, o áudio proveniente do diálogo entre o profissional de saúde e o paciente, utilizando o microfone do dispositivo para realizar uma transcrição precisa por meio do reconhecimento de fala. Ao término da consulta, gera automaticamente um texto destacando os principais pontos do atendimento e com a possibilidade de ser facilmente integrado ao prontuário eletrônico hospitalar.

“O sistema não apenas otimizou os processos, mas também conferiu maior confiança aos profissionais de saúde, possibilitando tomadas de decisões mais assertivas e precisas. Houve uma redução significativa no tempo dedicado à documentação clínica, permitindo mais atenção aos pacientes. A precisão na sugestão de diagnósticos e os alertas sobre conflitos de medicamentos resultaram em tratamentos mais seguros e personalizados. Vemos a inteligência artificial como um copiloto habilidoso do médico”, diz André Cripa, Chief Innovation e Digital Officer da CTC. 

A ferramenta possui uma interface amigável para que os médicos acessem de forma objetiva e ágil as informações, uma reclamação recorrente no uso dos sistemas de prontuário eletrônico. “Ela incorpora tecnologias avançadas na área de saúde, que podem gerar uma série de impactos e valores significativos. A busca é por decisões mais informadas e precisas, contribuindo para tratamentos mais eficazes e seguros.”, finaliza o diretor.  

Com regras estabelecidas por uma IA generativa a fim de promover uma documentação mais precisa e adaptada a cada paciente a solução tem potencial de promover processos mais eficientes. Ela pode dar suporte para decisões clínicas aprimoradas, atendimento mais personalizado e uma contribuição significativa na formação e atualização contínua dos profissionais de saúde, tudo isso com foco na melhoria contínua da qualidade dos cuidados médicos.

Mais de metade das empresas brasileiras usam IA e IoT em seus processos de negócios

Mais de metade das empresas brasileiras usam IA e IoT em seus processos de negócios

Kaspersky ressalta a importância de proteger essas tecnologias corretamente, pois elas apresentam desafios de cibersegurança tanto para a rede informática quanto operacional

12 de março de 2024

Um estudo recente da Kaspersky mostra que mais que 50% das empresas brasileiras implementaram a inteligência artificial (IA) e a Internet das Coisas (IoT) em suas infraestruturas corporativas. Além disso, mais de 30% planejam adotar essas tecnologias interconectadas em até dois anos.

As tecnologias interconectadas formam uma rede que inclui cada vez mais um número maior de dispositivos, sistemas e aplicações conectados à Internet e entre si. Eles transformam as organizações, permitindo-lhes coletar mais dados e automatizar processos. Para os especialistas da empresa, apensar desses benefícios, elas também representam novos riscos e desafios quando se trata de proteger os ativos empresariais e salvaguardar a privacidade dos clientes.

Frente a esse contexto, a Kaspersky realizou o estudo “Conectando o futuro da empresa”, que visa ajudar as empresas a ficarem à frente das mudanças que as tecnologias interconectadas trazem, levantando questões fundamentais sobre como a cibersegurança deve adaptar-se a elas. Com esse objetivo, a empresa realizou uma pesquisa com 560 líderes sênior da área de segurança de TI na América do Norte, América Latina, Europa, Oriente Médio e África, Rússia e Pacífico Asiático.

Nessa pesquisa, a Kaspersky buscou examinar o que os participantes acham das seguintes tecnologias interconectadas:

  • Inteligência artificial (IA) e Internet das Coisas (IoT),
  • Realidade aumentada (AR), realidade virtual (VR) e gêmeos digitais (digital twins),
  • 6G (a próxima geração de comunicação sem fio, com velocidades ultrarrápidas e novos recursos de conexão),
  • Web 3.0, que possibilita aplicativos descentralizados, contratos inteligentes de blockchain e dados gerenciados pelo usuário,
  • Espaços de dados, que permitem o compartilhamento contínuo de dados em configurações colaborativas.

A pesquisa mostrou que a IA e a IoT já são usadas por 59% e 51% das empresas brasileiras, respectivamente. Sendo que 31% e 34% delas planejam adotá-las em até dois anos. Os espaços de dados são usados por 47% das organizações no Brasil, e 41% delas pretende adotá-los em breve.

Outras tecnologias interconectadas, como web 3.0, digital twins e realidade aumentada, aparecem com uma taxa de adoção de 37%, sendo que outros 37% planejam implementar essas soluções em até dois anos. Já a tecnologia 6G registrou 25% do empresas já a usando e 53% planejando adotá-la em dois anos.

Por terem se tornado tão difundidas, a IA e a IoT se tornaram alvos dos ciberataques. Segundo a pesquisa, 40% das organizações acham difícil (muito, extremamente ou apenas difícil) proteger a IA e a IoT, enquanto só 10% não tem problema em protegê-las.

As tecnologias interconectadas abrem enormes oportunidades de negócios, mas também introduzem uma nova era de vulnerabilidades e ciberameaças importantes. Com um volume crescente de dados coletados e transmitidos, as medidas de cibersegurança precisam ser fortalecidas. As corporações devem proteger seus ativos críticos, conquistar a confiança dos clientes em meio ao crescente cenário interconectado e garantir que haja recursos adequados alocados à cibersegurança para combater os desafios da tecnologia interconectada que chegam”, comenta Ivan Vassunov, vice-presidente de produtos corporativos da Kaspersky.

Considerando a escala das mudanças que as tecnologias interconectadas provavelmente gerarão, as organizações devem desenvolver uma estratégia para implementá-las e protegê-las. Com base nos resultados da pesquisa, a Kaspersky recomenda:

1. Adotar princípio “secure-by-design” ao integrar a cibersegurança em todos os estágios do ciclo de vida de desenvolvimento, o software e hardware “secure-by-design” torna-se resistente a ciberataques, contribuindo para a segurança geral dos sistemas digitais.

2. Treinar e qualificar melhor sua força de trabalho. O desenvolvimento de uma cultura de conscientização cibernética requer uma estratégia abrangente capaz de capacitar os funcionários para obter conhecimento e colocá-lo em prática. Com os treinamentos da Kaspersky, os profissionais da área de segurança das informações podem melhorar suas habilidades e defender suas empresas de ataques.

3. Atualizar as soluções de cibersegurança e usar plataformas centralizadas e automatizadas, como o Kaspersky Extended Detection and Response (XDR). Conforme as empresas adotam tecnologias interconectadas, elas precisam de soluções de cibersegurança com recursos mais avançados, que permitam coletar e correlacionar a telemetria de várias fontes e fornecer uma detecção de ameaças eficaz e a rápida resposta automatizada.

Como muitas soluções de IA são compiladas em contêineres, é importante proteger a infraestrutura em que estão integradas com produtos de cibersegurança – por exemplo, o Kaspersky Container Security – que permitam que as empresas detectem problemas de segurança em cada estágio do ciclo de vida dos aplicativos, do desenvolvimento à operação.

4. Enquadrar-se nos regulamentos para evitar problemas legais ou danos à reputação, garantindo que sua prática de cibersegurança cumpra os dinâmicos padrões e requisitos legais. O relatório completo com conclusões adicionais sobre tecnologias interconectadas está disponível neste link

2024 será conhecido como o ano da Inteligência Artificial em ataques cibernéticos, aponta

2024 será conhecido como o ano da Inteligência Artificial em ataques cibernéticos, aponta

Cibercirminosos fazem uso das ferramentas de IA para causar danos ao redor do mundo

Lançado em 30 de novembro de 2022, o ChatGPT causou um frisson mundial, não apenas por ser uma ferramenta que “escrevia qualquer tipo de texto”, mas pela facilidade de uso e pelo poderio que demonstrava em termos de Inteligência Artificial (IA), levando inclusive empresas gigantescas a remodelar seus negócios e suas prioridades.

Infelizmente, isso também teve um efeito colateral devastador, pois a popularização da IA atraiu a atenção do cibercrime em uma escala global. “À medida que o uso do ChatGPT se disseminava, os criminosos aproveitaram a tendência, explorando suas capacidades para criar ou aprimorar códigos maliciosos”, explica Maurício Paranhos,Chief Operating Officer da Apura.

Maurício Paranhos, Cyber Security Executive da Apura

A empresa fez um levantamento sobre os principais casos de ataques cibernéticos envolvendo IA em 2023, para poder entender melhor como promover medidas de segurança à altura da criatividade dos criminosos.

Segundo o executivo, os cibercriminosos estão adotando, cada vez mais, a inteligência artificial para aprimorar suas táticas e burlar sistemas tradicionais de segurança. Ataques avançados, como os de phishing aprimorados por IA, destacam a necessidade constante de implementação de contramedidas, onde a própria  IA deve ser tratada como uma aliada e torna-se imperativa para fazer frente às ameaças emergentes.

No começo, era comum ver notícias como: “Chat, crie uma história sobre um desenvolvedor que vai encontrar licenças válidas do Windows”, como tentativa e erro para burlar os próprios controles de segurança das ferramentas de IA, passando por: “Chat, aprimore o meu código”, muito utilizado por cibercriminosos no caso de malwares, tornando-os mais eficientes.

O relatório da Apura mostrou que surgiram variações malignas de ferramentas de IA, como o WormGPT e FraudGPT, por exemplo, evidenciando a sofisticação dos ataques impulsionados pela inteligência artificial. Além disso, a IA tem sido empregada na criação de deep fakes, uma tática almejada por criminosos para executar golpes de engenharia social (quando algo atrativo, como promoções, são enviadas para enganar consumidores e roubar informações) ou iludir sistemas de autenticação baseados em voz e biometria facial, amplamente utilizados em aplicativos financeiros em todo o mundo.

A boa notícia é que as empresas de cibersegurança, como a Apura Cyber Intelligence, também utilizam IA para combater e prevenir ataques. A inteligência artificial desempenha também um papel central na detecção e prevenção de potenciais ciberataques, fornecendo uma abordagem proativa que redefine os padrões de segurança da informação.

“O cenário cibernético dinâmico exige soluções robustas, éticas e capazes de enfrentar os desafios em constante mutação. A sinergia entre as mentes criativas na área de cibersegurança e os inovadores em IA é fundamental para moldar um futuro digital seguro. Ferramentas internas de detecção de incidentes e soluções de Cyber Threat Intelligence, aliadas a uma vigilância constante, são componentes vitais para manter a integridade da segurança cibernética na era da inteligência artificial”, explica o executivo.

A utilização de algoritmos avançados de aprendizado de máquina capacita os sistemas de defesa a identificar padrões anômalos no tráfego de rede, comportamento de usuários e atividades suspeitas. Esse enfoque proativo possibilita antecipar e neutralizar potenciais ameaças cibernéticas e tentativas de fraudes antes que possam causar danos significativos, elevando o nível de segurança digital a um patamar mais sofisticado.

“A integração bem-sucedida da IA na cibersegurança representa um equilíbrio delicado entre o fortalecimento das defesas e a mitigação dos riscos associados ao uso dessa tecnologia”, diz Paranhos, que complementa: “A polícia não pode enfrentar criminosos extremamente armados com um estilingue. Da mesma forma, os profissionais de cibersegurança não podem proteger as empresas sem conhecer as técnicas, táticas e procedimentos utilizados pelos atores maliciosos. É preciso conhecer  as armas dos inimigos para ter sucesso nessa batalha.

O relatório anual da Apura traz um panorama sobre os principais incidentes relacionados ao uso malicioso da inteligência artificial em 2023 e as perspectivas para 2024. Ele pode ser baixado gratuitamente pelo link  https://conteudo.apura.com.br/relatorio-apura-2023

IA nos negócios: como explorar os impactos positivos em longo prazo?

IA nos negócios: como explorar os impactos positivos em longo prazo?

*Por Adilson Batista, fundador da Adbat, consultoria de transformação de negócios, e especialista nas áreas de marketing e inteligência artificial

Não tem como negar que a inteligência artificial (IA) trouxe à tona uma força transformadora para a era digital, moldando radicalmente a forma como os negócios (e as pessoas) operam, interagem e prosperam. Com sua capacidade de analisar grandes volumes de dados, identificar padrões complexos e aprender continuamente, a tecnologia está impulsionando a inovação em todas as indústrias. Lado a lado à integração em diversas áreas de uma empresa, benefícios e desafios emergem na mesma proporção.

Segundo o Fundo Monetário Internacional, que fez um profundo estudo sobre o impacto da inteligência artificial nos negócios, mais de 60% das atividades de uma empresa podem mudar até o ano de 2026. Um montante superior a 40% dos profissionais que exercem atividades cognitivas, ou seja, trabalhadores qualificados, podem perder seus trabalhos. O impacto das mudanças já está movimentando países desenvolvidos como EUA, China, Canadá e nações da Europa. O Brasil, por sua vez, também já sente os efeitos dos novos tempos, sobretudo em áreas como marketing, vendas, serviços e comércio.

Por que apostar nessa revolução?

À medida que avançamos rumo ao futuro do trabalho, grandes marcas estão cada vez mais atentas ao papel transformador da IA. Mas o que exatamente muda quando as empresas incorporam a tecnologia em suas operações?

Otimização de tempo e eficiência operacional: a IA permite a automação de tarefas rotineiras e repetitivas, liberando recursos humanos para se concentrarem em atividades de maior valor agregado. Por exemplo, sistemas de IA podem automatizar processos de atendimento ao cliente, análise de dados e até mesmo simplificar a elaboração de campanhas de marketing em poucas horas, o que antes levava em média duas semanas.

Transparência das informações: ao adotar a inteligência artificial, as organizações conseguem digitalizar atividades que eram feitas de forma manual. Essas informações passam a fazer parte de um grande banco de dados acionáveis, ou seja, que podem ser utilizadas para tomadas de decisões muito melhores. Assim, é possível aumentar a confiança, facilitar a identificação de vieses e ainda garantir conformidade regulatória.

Economia de custos: com as tecnologias certas, qualquer negócio pode ainda otimizar a alocação de recursos, reduzir o desperdício e melhorar a produtividade em toda a cadeia de valor. Isso pode resultar em economias significativas de custos e, consequentemente, em vantagem competitiva sustentável.

Personalização avançada: as empresas ainda podem analisar o comportamento do cliente e oferecer produtos e serviços altamente personalizados. Desde recomendações de compras até campanhas de marketing direcionadas, a IA permite atender às necessidades específicas de cada cliente de maneira mais eficaz, melhorando a satisfação e impulsionando as vendas.

Abordagem em três dimensões: diferença entre sucesso e fracasso

A transformação digital e a IA têm bastante sinergia principalmente na forma como podem ser implantadas numa empresa. A maneira correta, que garante a assertividade das ações, baseia-se em uma abordagem com três dimensões. Isto é, envolve pessoas, processos e ferramentas.

Pessoas: aqui é necessário trabalhar a mentalidade da equipe, focando na mudança da cultura da empresa, com treinamentos e materiais de estudo e exercícios práticos, até mesmo casos reais de companhias que tiveram êxito na iniciativa de implantação, ou fracassaram tentando. É preciso entender o porquê, quando e como usar a inteligência artificial e ainda onde aplicar as ferramentas e os processos. Para se ter ideia, essa parte da iniciativa representa o peso de 60% de todo o trabalho.

Processos: nesse momento, é ideal fazer um mapeamento, entender os pontos de fricção e desenhar processos novos, partindo da jornada atual rumo às etapas futuras.

Ferramentas: fase para definir o conjunto de recursos que passarão a ser usados pela equipe. É a hora de padronizar, configurar, integrar sistemas e treinar os usuários, privilegiando ainda o devido tratamento aos dados sensíveis.

Fato é que os negócios que abraçam a IA como parte estratégica, integrando sistemas, ações e colaboradores, estarão bem-posicionados para prosperar na economia digital do século 21, impulsionando ainda a inovação e a eficiência e entregando valor excepcional aos clientes. No entanto, para alcançar todo o potencial em pauta, é essencial adotar a abordagem certa a fim de garantir benefícios amplos e contínuos.

*Adilson Batista é fundador da Adbat, consultoria de transformação de negócios, e especialista nas áreas de marketing e inteligência artificial – e-mail: adilsonbatista@nbpress.com.br.

Homem vs máquina – a experiência humana nos tempos de inteligência artificial

Homem vs máquina – a experiência humana nos tempos de inteligência artificial

Nas últimas semanas, é possível que ao abrir seu feed em alguma rede social você tenha se deparado com vídeos criados a partir da Sora, ferramenta de criação de vídeos via inteligência artificial (IA) da OpenAI, empresa responsável pelo ChatGPT. As postagens acompanham os prompts, textos utilizados para dar as coordenadas à ferramenta, e os vídeos gerados pela Sora, que promete criar vídeos realistas e cenas imaginativas a partir de descrições textuais.

A Google não ficou para trás na corrida das ferramentas de uso criativo das Ias, e nas últimas semanas e relançou a Gemini, antiga Bard, que gera textos a partir de instruções simples via chat e promete, inclusive, escrever poemas e peças de teatro. Parece que as IAs querem chegar onde apenas os humanos poderiam ocupar algum lugar: a produção criativa e artística.

A disputa não é de hoje, claro, e muita polêmica já foi criada com a popularização das NFTs para registro de autenticidade de arte digital, ou do uso de imagens e peças que utilizam figuras criadas via IA, onde muitos artistas alegam que tiveram suas artes usurpadas e recicladas sem receberem os devidos créditos ou reconhecimentos. Mas deixando as disputas de direito do autor um pouco de lado, acredito que o grande questionamento é se as inteligências artificiais realmente podem substituir os humanos na produção cultural e de entretenimento.

Em um artigo recente da revista Wired, o colunista e escritor Steven Levy conta sobre uma provocação que fez à sua audiência em um evento de tecnologia. Propôs que os presentes imaginassem terem lido um livro que realmente tivessem gostado e que algo naquele texto tivesse se tornado uma inspiração para a sua vida. Apenas após ter terminado de ler, alguém contaria que o livro não era de autoria humana, mas sim gerado por um sistema de inteligência artificial. Ao perguntar para a audiência quem se sentiria enganado ao terminar o livro sem saber que se trata. Quase todos levantaram a mão.

Esse exercício proposto nos leva a refletir não apenas o motivo de consumirmos arte, cultura e entretenimento, mas também o porquê nos propomos a produzir esses elementos. E ao realizar essa reflexão, talvez seja possível chegar em um lugar que a IA não consegue nos alcançar e que, ouso dizer, nunca poderá nos substituir: a capacidade de criar conexões por meio da produção criativa e o desejo de nos comunicarmos.

É inegável que as tecnologias de inteligência artificial podem nos auxiliar com tarefas produtivas, como revisar um texto, organizar tarefas e projetos, ou sumarizar um conteúdo extenso quando não é necessário se aprofundar em algum tema. No entanto, não é possível imaginar como uma ferramenta de algoritmos poderia replicar a sensação humana que ocorre quando nos conectamos com um conteúdo e temos o prazer de nos comunicar sobre ele.

Seria perfeitamente possível fazer uma postagem em rede social com um vídeo gerado pelo Sora, no qual eu daria comandos sobre o vídeo que eu gostaria que fosse gerado. Mas, imaginando que essa postagem fosse sobre o meu final de semana em família, esse vídeo seria capaz de expressar o que eu experimentei nesse período? Ou, uma pergunta ainda melhor, eu gostaria de terceirizar essa comunicação para uma ferramenta tecnológica?

Claro, um texto elaborado pelo ChatGPT ou pelo Gemini estariam impecáveis em sua gramática, estrutura, e certamente conseguiriam muitos likes caso o meu prompt estivesse prevendo esse objetivo ao elaborar o texto sobre o meu final de semana. O vídeo certamente seria perfeito, com a música e as filmagens ideais, caso o Sora fosse responsável por elaborá-lo (essa perfeição eu deixo para questionar em outro texto).

No entanto, há a quebra de um pacto aqui, porque tenho certeza de que meus seguidores, amigos e familiares, se sentiriam confusos e passariam a achar vazia uma postagem em que eu falo de uma experiência própria e única, mas que foi terceirizada para uma máquina elaborar a comunicação. Certamente a postagem perfeita não teria tantos likes caso esse segredo fosse revelado. Quem quer ler ou ver de uma máquina a experiência que apenas um humano pode desfrutar?

Ao olhar uma imagem ou um texto elaborado por IA, por mais perfeito que pareça, a sensação é de que nunca irá conseguir capturar o que é ser humano. Falta algo. Assim como o Co-Pilot da Microsoft pode gerar apresentações e atas de maneira ágil e prática, o conteúdo precisa ser humano. E nessa disputa de ser autêntico e estar em situações que geram experiências, conteúdos e muita bagagem para compartilhar nós ainda não perdemos nosso lugar.

*Gabrielle Ribon é advogada e entusiasta de inovação. Atua no mercado financeiro com foco em novos produtos e tecnologias. É especialista em Creative Technologies pela Miami Ad School e titulada LL.M em Direito Tributário pelo Insper.

Nova IA criada no Paraná faz tradução e resumo de palestras, conta piada e pode ser confundida com humano

Nova IA criada no Paraná faz tradução e resumo de palestras, conta piada e pode ser confundida com humano

Batizada de “João AI”, inteligência do Grupo IRRAH foi validada em evento nos Estados Unidos

O homem e a máquina nunca tiveram uma relação tão estreita como hoje. No WhatsApp, já é possível fazer perguntas, compartilhar histórias e receber informações em tempo real de um evento que esteja participando.

Foi o que vivenciou a Delegação Brasileira presente na NFR, evento de varejo considerado o maior do mundo e realizado na cidade de Nova Iorque, graças a uma tecnologia desenvolvida no Paraná.

Durante a edição deste ano, quem não pôde acompanhar determinada palestra, por exemplo, recebeu insights pelo WhatsApp e um resumo sobre o que perdeu, no conforto do quarto do hotel e em Português, simples e claro.

Tudo isso foi construído a partir da superalimentação que recebeu o “João AI”, uma inteligência artificial criada com base no GPTMaker, solução do Grupo IRRAH.

João: imagem criada para o assistente

“Ao João AI bastava perguntar, em texto ou áudio, o que se queria saber. Programação, informações sobre expositores e palestrantes; detalhes sobre acomodações; dicas de locais para passeio, roteiros sugeridos de compra, opções de restaurantes, previsão do tempo, horários de voos e itinerários de transporte”, explica o CEO do Grupo IRRAH, César Baleco.

César Baleco

Tudo isso foi possível porque a inteligência artificial era alimentada pela empresa, OpenAI, e incluía principalmente as informações dos próprios participantes, que usavam a ferramenta para realizar anotações, ter insights, além de compartilhar suas ideias.

Para os conteúdos dos workshops, palestras e cursos, o upload dos vídeos das apresentações era feito em tempo real, o que fornecia insumos para a IA responder sobre tudo ou conceder um resumo das suas principais ideias.

“O João AI foi criado pelo GPTMaker, ferramenta que possibilita a criação de qualquer tipo de IA, independente do seu tipo de aplicação. É toda intuitiva e permite que quem a esteja criando, utilize seu próprio agente cognitivo, ou seja, estilo, atribuindo as principais atividades que irá realizar e ‘personificando’ como desejar”, sublinha César.

Segundo o especialista, já se tem IA no WhatsApp agendando horário para cabeleireiro, empresas multinacionais a utilizando para gerir trabalho 24×7 e redigindo e-mails em outros idiomas. É possível programar a IA para imitar, inclusive, as expressões humanas mais utilizadas.

“Pessoas mais simples já desejaram ‘Deus te abençoe’ para um atendente virtual, sem perceber que estavam falando com a IA. Na customização do GPTMaker, por exemplo, é possível personalizar as características da persona neste nível, dizendo se será um atendimento mais formal, informal, mais simpático, coloquial. Caso ela não consiga responder a uma pergunta, ela faz a transferência do atendimento para um humano”, afirma Baleco.

Para o CEO do Grupo IRRAH, a era do “Digite 1 para falar com um dos nossos atendentes”, mecanizada e quadrada, chegou ao fim, o que significa muito mais possibilidade de trabalho, negócios e boas experiências de venda.

“Embora a inteligência artificial, como a OpenAI, tenha chegado fortemente ao uso popular somente no último ano, trabalhamos no Grupo IRRAH com modelos de IA generativa em seus negócios desde 2018. O grande foco agora é a aplicação no varejo, para dinamizar os canais de experiência do cliente e estimular as vendas”.

Além do GPTMaker, o Grupo IRRAH oferece soluções digitais de ponta com marcas que atendem corporações em 50 países. Dentre eles estão a DisparaAí, plataforma que combina inbound marketing e WhatsApp; o Kigi Sistema, um ERP (Planejamento dos Recursos da Empresa) para gestão de lojas físicas voltado para o setor da moda; o E-vendi, um e-commerce integrado ao ERP e preparado para vendas no WhatsApp e redes sociais; o Z-Api, uma solução de integração com o WhatsApp para empreendedores de tecnologia e empresas de software; e o PlugChat, para gestão de atendimento e vendas no WhatsApp.

Para saber mais: https://www.grupoirrah.com.br.

Especialistas alertam para vazamento de dados na era de IA 

Especialistas alertam para vazamento de dados na era de IA 

Planos estratégicos com base em políticas de utilização e soluções tecnológicas podem prevenir riscos e danos

Especialistas alertam para vazamento de dados na era de IA 

Planos estratégicos com base em políticas de utilização e soluções tecnológicas podem prevenir riscos e danos

Em meio à crescente revolução digital, as ocorrências de vazamentos de dados estão se tornando cada vez mais frequentes, especialmente por conta dos avanços e do uso inadvertido das ferramentas de inteligência artificial (IA). A situação tem colocado a cibersegurança no centro das discussões, a fim de evitar prejuízos financeiros e danos reputacionais às empresas. Especialistas apontam a adoção de uma rede de práticas, que envolvem políticas de utilização e a aplicação de soluções tecnológicas robustas, como alternativas para mitigar estes riscos.

O especialista em tecnologia, Guilherme Belinelo, CTO da dataRain ressalta que o investimento em um plano de prevenção pode evitar danos irreparáveis. “Os vazamentos de dados não apenas comprometem a confiança dos clientes e resultam em possíveis multas e processos legais devido à violação de privacidade, mas também podem levar a interrupções nos serviços enquanto são realizadas investigações e medidas corretivas. Além disso, a longo prazo, os dados vazados podem ser explorados por atores maliciosos para futuros ataques e roubo de identidade”.

De acordo com o especialista, os planos devem conter tanto políticas de utilização, que definem regras e diretrizes claras sobre como os dados devem ser acessados, armazenados, compartilhados e descartados, quanto soluções tecnológicas, que incluem medidas de segurança, como criptografia, firewalls, sistemas de detecção de intrusões e programas antivírus, que ajudam a proteger os dados contra acessos não autorizados e vazamentos acidentais. “É importante saber que além das ferramentas de cibersegurança, é fundamental que haja um treinamento adequado dos funcionários sobre os riscos de segurança cibernética”, diz.

E isso inclui o uso consciente de ferramentas de IA, como o ChatGPT. “Implementar políticas claras sobre o uso de ferramentas de IA apresenta desafios significativos para as empresas. A imprecisão das respostas geradas por essas ferramentas e a dificuldade em verificar a fonte das informações levantam questões sobre confiabilidade e propriedade intelectual. É essencial encontrar um equilíbrio entre inovação e segurança cibernética, especialmente ao lidar com o uso de ferramentas de IA por funcionários”, complementa. 

Futuro – A questão é ainda tema de discussões jurídicas, implicações regulatórias e de conformidade, como aponta Leonardo Baiardi, líder da equipe de segurança da dataRain. “É crucial que sejam estabelecidos padrões para garantir a proteção dos dados. A criação do Comitê Nacional de Cibersegurança visa abordar essas questões e promover discussões entre os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário”. 

Já no campo tecnológico, ironicamente, a própria IA pode ser um caminho nos avanços contra o vazamento de dados. “Um número cada vez maior de sistemas de segurança está aproveitando modelos de IA para interpretar e entender comportamentos e assinaturas de ataques. Dessa forma, podem se antecipar na prevenção e mitigação deles. Com uso de IA, a enxurrada de informações geradas por logs de aplicações, equipamentos de rede e sensores de monitoramento, pode ser analisada em tempo real, algo que não é possível sem uso de algum nível de Machine Learning”, diz Belinelo.

Para Baiardi, isso permite que equipes de segurança que monitoram infraestruturas de TI ativamente, conhecidas com SOC (Security Operation Center), usufruam dessas tecnologias integradas às soluções de segurança (como SIEM, NDR, IDS/IPS) para reduzir a quantidade de falsos-positivos, desafogando as equipes. “Assim, o tempo que seria perdido analisando quantidades massivas de logs pode ser usado de forma mais eficiente”, finaliza.

Inteligência Artificial potencializa aprendizado e vira destaque na qualificação profissional

Inteligência Artificial potencializa aprendizado e vira destaque na qualificação profissional

Com a ascensão da tecnologia, empresas voltam os olhares para desenvolvimento de profissionais capacitados para lidar com a tecnologia

Os profissionais e organizações brasileiras estão cada vez mais interessados na Inteligência Artificial. É o que indica o estudo Workmonitor – a visão dos talentos em 2024, que revelou que 45% dos brasileiros entrevistados declaram ter interesse em oportunidades de treinamento e desenvolvimento em Inteligência Artificial. No que diz respeito às oportunidades de desenvolvimento, a formação em IA e tecnologia juntas representam quase 60% das principais habilidades que os colaboradores querem desenvolver, sendo 29% cada. E organizações parecem estar comprometidas com o crescimento de seus profissionais, com 52% dos entrevistados indicando que seus empregadores estão ajudando no desenvolvimento de habilidades relevantes para o futuro de suas carreiras.

Isso mostra que, profissionais e empregadores estão em sincronia em relação aos seus objetivos, buscando se preparar para o mercado futuro, uma vez que tecnologias como a IA seguem em um crescimento exponencial, que abre possibilidades para novos cargos de destaque. Para Fábio Falcão, CEO da IARIS, startup especializada em aplicações de inteligência artificial, com o déficit de profissionais de TI, também surge a dificuldade de encontrar especialistas qualificados em IA. Nesse contexto, setores de educação corporativa devem estar cada vez mais atentos à formação de talentos qualificados.

“Com a IA cada vez mais presente em nossas vidas, é inevitável o surgimento de novos cargos que demandem habilidades específicas e necessárias para operar com a tecnologia. Por isso, é importante que as empresas invistam em educação corporativa, de forma que se possa aliar os conhecimentos adquiridos na educação superior às demandas de mercado, cada vez mais dinâmicas. Um programa de certificação corporativa pode ajudar a qualificar seus colaboradores e desenvolver profissionais ainda mais capacitados para lidar com os desafios atuais”, explica o CEO.

Para além da formação de novos talentos, a IA também pode se tornar uma importante aliada do setor por meio de ferramentas que facilitam e otimizam o ensino. Isto é, na prática, a tecnologia também entra para ajudar na aplicação de atividades e exames, além de promover um estudo mais assertivo com trilhas de aprendizado. Isso porque, em diferentes campos do ensino corporativo, o uso da IA pode tornar os estudos mais acessíveis a partir do ponto em que podem ser acessados de qualquer local contendo internet, bem como ter a possibilidade de adaptar as formas de ensino de acordo com as necessidades de cada profissional. Desse modo, a tecnologia pode criar planos de estudo personalizados que maximizam a retenção de conhecimento e o engajamento, potencializando o aprendizado e as habilidades do colaborador.

É evidente que a Inteligência Artificial chegou para transformar o meio corporativo. Por isso, organizações que desejam manter destaque no mercado com profissionais altamente qualificados devem olhar para a educação corporativa como um de seus pilares de gestão para estarem à frente nos negócios.

“Vejo a Inteligência Artificial junto à educação corporativa como um divisor de águas, considerando que com a utilização da tecnologia é possível maximizar o impacto dos programas de treinamento, identificando áreas de melhoria e agindo para melhorar os pontos de dor do processo. Desse modo, é possível ter pessoas mais capacitadas, certificadas e integradas à cultura da empresa, além de gerar resultados positivos para os negócios”, finaliza Falcão.

AI SQUAD: A primeira plataforma de marketing de influência por IA

AI SQUAD: A primeira plataforma de marketing de influência por IA

Custos mais competitivos, aumento na escala de produção audiovisual e acesso a celebridades e influenciadores por um número cada vez maior de marcas são algumas das vantagens da plataforma que acaba de ser lançada.

São Paulo, 29 de fevereiro de 2024 – A indústria do conteúdo digital, marketing de influência e publicidade passam por grandes transformações desde a evolução recente da IA. E esse mercado está a caminho de revolucionar a forma como se produz e consome conteúdo digital endossado por famosos com o lançamento da AI Squad, a primeira plataforma a gerar conteúdo audiovisual sintético licenciado por famosos. 

A AI Squad foi criada com investimento bootstraping de Eduardo Pardell, fundador da AKA Stars, empresa há 11 anos pioneira em inovação digital e que há 4 vem desenvolvendo conteúdos com inteligência artificial. Inovação que sempre esteve no DNA do executivo. Nos anos 90, ele fundou a primeira empresa de Internet do Brasil; também foi responsável pelo desenvolvimento do 2º Internet Bank do mundo, para o Bradesco, e da primeira plataforma de e-commerce do país. 

Recém-lançada, a plataforma está sendo apresentada aos principais players do mercado, e já acertou parceria com a agência de marketing de influência Mynd, uma das maiores do Brasil, com um casting de mais de 450 nomes. Para fazer parte da AI Squad, personalidades como influenciadores, atores, modelos ou apresentadores autorizam formalmente, de maneira independente ou representados por suas agências/empresários, o desenvolvimento de seu “Humano Digital”. Com seu Humano Digital desenvolvido, qualquer marca ou agência pode contratar essa personalidade diretamente pela AI Squad, sempre com aprovação prévia da celebridade, e receber o conteúdo gerado por IA em poucos dias, ou até mesmo de um dia para o outro.   

Após criado e aprovado, o material pode ser publicado nas redes sociais dos próprios famosos, nas redes das marcas, websites, e-commerces e outros meios, tanto para fins institucionais quanto comerciais. Como prática de transparência, a plataforma adverte para o uso da hashtag #IA e menção clara ao uso de inteligência artificial pelos responsáveis finais pela veiculação, iniciando-se aqui um marco importante na discussão para regulamentação de conteúdos parcial ou totalmente gerados por IA.  

Outra grande revolução diz respeito aos investimentos nesse mercado. A AI Squad possibilita a produção de conteúdos ilimitados das personalidades, sem necessidade de novas filmagens a cada produção. Com isso, os custos se tornam mais competitivos, em média 1/4 menores do que produções convencionais, e uma escala muito maior de conteúdos podem ser produzidos, com prazos em média 10x mais rápidos. Assim, marcas de todos os portes produzem mais conteúdos, democratizando o acesso aos influenciadores e celebridades e crescendo toda a cadeia envolvida. 

Atualmente a plataforma https://aisquad.com.br/ já tem a adesão de nomes como Luisa Sonza, Preta Gil, Xamã, Pequena Lo, Mari Maria, Gleice Damasceno, Elana e Thiago Pantaleão, que, juntos, alcançam mais de 100 milhões de seguidores. Pardell estima ter 300 nomes nos próximos dois meses com a parceria com Mynd, anunciada no último dia 27 de fevereirto, e pelo menos 1.000 perfis ativos na plataforma até o final de 2024. A projeção é gerar mais de U$ 50 milhões em receitas totais a partir do segundo ano.  

A AI Squad vai reter apenas uma taxa de interveniência, repassando o maior montante aos talentos, diretamente ou por meio de suas agências ou empresários”. E completa: “quem define os preços dos cachês são as próprias personalidades, com a recomendação de cobrarem menos do que se tivessem que participar de sessões de gravações, para estimular marcas a produzirem muito mais conteúdo utilizando as vantagens da IA, incentivando o crescimento desse mercado.” 

 Para participar da AI Squad, famosos, agências, empresários e marcas se inscrevem em www.aisquad.com.br.  

UiPath e Google Cloud expandem parceria estratégica para acelerar o acesso à IA Gen e à automação baseada em nuvem

UiPath e Google Cloud expandem parceria estratégica para acelerar o acesso à IA Gen e à automação baseada em nuvem

A UiPath agora está disponível no Google Cloud Marketplace e se integra ao Google Vertex

A UiPath (NYSE: PATH), uma empresa líder em software de automação empresarial e IA, e o Google Cloud anunciaram hoje uma parceria ampliada para aumentar a capacidade dos clientes de transformar suas empresas com automação baseada em IA. A UiPath, uma parceira de nível Premier do Google Cloud, agora está disponível no Google Cloud Marketplace, facilitando para os clientes do Google Cloud a compra da UiPath Business Automation Platform, líder do setor, e a implantação e dimensionamento confiáveis de suas iniciativas de automação na infraestrutura do Google Cloud.

A UiPath está expandindo sua parceria com o Google Cloud para ajudar os clientes a facilitar sua jornada de automação baseada em IA, integrando-se às ofertas de colaboração empresarial Vertex AI e Google Workspace do Google Cloud.

“A automação da UiPath traz a IA diretamente para os processos de negócios para ajudar as empresas a executar quaisquer ideias e inovações que vierem a imaginar. Nossa parceria com o Google Cloud é uma parte essencial de nossa estratégia para ajudar os clientes em comum a alcançar a automação baseada em IA em toda a empresa”, disse Kelly Ducourty, Chief Customer Officer da UiPath. “Essa parceria ampliada reforça nossa missão compartilhada de dar vida à força transformadora da IA na empresa por meio de tecnologias avançadas que automatizam todo o trabalho de conhecimento, integram a inteligência às operações diárias e fornecem soluções que ajudam as pessoas a trabalhar de forma mais inteligente”.

“A IA generativa e a automação são pilares fundamentais para a transformação dos negócios, pois permitem que as empresas trabalhem de forma mais produtiva, ao mesmo tempo em que descobrem novos insights para impulsionar o crescimento”, disse Adaire Fox-Martin, Presidente de Go to Market, Google Cloud. “Nossa parceria em expansão com a UiPath ajudará a criar novas oportunidades para que as empresas utilizem esses recursos para simplificar milhares de processos com IA e automação, ajudando a economizar custos e a liberar novas inovações”.

Integração com o Google AI

A UiPath anunciou recentemente seu conector para o Vertex AI do Google Cloud, a plataforma unificada de IA do Google Cloud, que permite que os profissionais de automação insiram saídas de IA Gen em suas automações, enviando prompts que retornam resumos, respostas a perguntas e classificações. Com o conector, os usuários podem:

  • Acessar atividades selecionadas para o Grande Modelo de Linguagem (Large Language Model, LLM) do PaLM 2 , incluindo geração de texto
  • Criar, implantar e gerenciar facilmente modelos de ML e fazer previsões rápidas e econômicas. Os clientes da UiPath agora podem incorporar modelos de machine learning criados com o Vertex AI aos processos de negócios sem a necessidade de esforço manual e códigos complexos.
  • Habilite as atividades do Google Vertex no UiPath Studio para criar automações que interagem com os dados do Google Vertex

Além disso, os clientes da UiPath podem integrar sem esforço:

  • Google Vision: usa um conector UiPath pré-construído para incorporar insights de negócios resultantes de imagens e vídeos. O Google Vision Connector encapsula modelos avançados de machine learning por meio de uma API REST de fácil uso.
  • Google Text Translate: traduz um texto específico de um idioma selecionado para outro e extrai os resultados como uma variável String.
  • Google Text Analysis: extrai o idioma de um texto específico, permitindo insights sobre a análise de sentimentos. O sentimento é medido pela força, positividade e negatividade e, normalmente, pode ser automatizado para alertar as equipes de vendas e enviar mensagens aos clientes.

A UiPath já está disponível no Google Cloud Marketplace

A UiPath Platform combina IA especializada e IA generativa com automação empresarial, machine learning e processamento de linguagem natural. Quando a IA generativa é combinada aos modelos especialmente treinados, criados com base em dados comerciais reais, as automações podem entender, raciocinar e criar conteúdo para enfrentar complexos desafios comerciais.

Como parte da parceria ampliada, a UiPath agora está disponível no Google Cloud Marketplace, facilitando aos clientes que usam a infraestrutura do Google Cloud a compra da plataforma de automação empresarial líder da UiPath. Com a UiPath disponível no Google Cloud Marketplace, os clientes qualificados podem obter os principais benefícios, incluindo

  • Faturamento consolidado do Google Cloud
  • Ciclos de aquisição reduzidos, permitindo um processo de compra mais rápido, melhor e mais simples.
  • Economia de custos em relação aos compromissos atuais do Google Cloud quando adquirido por meio do Google Cloud Marketplace

Gerenciar e implantar no Google Cloud

 O Google Cloud oferece armazenamento seguro, computação avançada e escala elástica. Atualmente, os clientes podem implantar o UiPath Studio e as automações da UiPath no Google Cloud em minutos.

Os departamentos de TI podem automatizar facilmente os processos relacionados ao provisionamento, gerenciamento e manutenção de instâncias de máquinas virtuais hospedadas no Google Cloud, como computação, armazenamento e gerenciamento de identidade e acesso.

Integração com o Google Workspace

A UiPath oferece aos clientes os melhores conectores da categoria, baseados em API, compatíveis com mais de 100 atividades de integração do Google Cloud e do Google Workspace. A acessibilidade de atividades fáceis de usar aumenta significativamente a produtividade do fluxo de trabalho para desenvolvedores cidadãos que integram o Google Gmail, o Google Calendar, o Google Docs, o Google Sheets e o Google Drive a seus processos de automação. Com essas integrações, os clientes podem:

  • Automatizar a criação de eventos e adicionar ou remover participantes
  • Automatizar o compartilhamento, o deslocamento ou a exclusão de arquivos e atualizar as permissões de arquivos
  • Automatizar tarefas cotidianas, como envio de e-mails, criação de documentos, copiar/colar arquivos e atualizações de planilhas em lote

Insights com base no Google Cloud Looker

A UiPath obtém importantes insights comerciais como cliente do Google Cloud Looker, acessando, analisando e operando com base na versão confiável e em tempo real dos dados comerciais. Com o Looker Studio, a UiPath visualiza seus dados de centenas de fontes de dados, unificando a inteligência para permitir uma tomada de decisão mais rápida e insights de autoatendimento.

Preços e disponibilidade

Atualmente, a UiPath Business Automation Platform está disponível no Google Cloud Marketplace.

Acesse aqui para saber como a automação da UiPath transforma o potencial da IA em resultados comerciais.

IA: Quais os benefícios para a geração de conteúdos?

IA: Quais os benefícios para a geração de conteúdos?

Por Renan Cardarello

Muitos se perguntam se utilizar a IA para criação de conteúdo é algo ético. Enquanto isso, do outro lado, temos muitas empresas que adoraram a nova tecnologia e já deram sinal verde para a sua utilização, desde que seja para a criação de conteúdos de “qualidade”. O fato é que muito pode ser conquistado pelas marcas que investirem nessa ferramenta internamente, mas, ela precisa ser bem estruturada e manuseada pelos times, para que saibam como incorporá-la estrategicamente para seu bom desempenho.

Recentemente, um dos maiores exemplos vistos no mercado de IA neste objetivo, foi o ChatGPT. Essa tecnologia teve o início de seu desenvolvimento em 2018, sendo lançada para uso público geral no ano de 2022. A partir de sua chegada, houve um “boom” gigantesco em seu reconhecimento, aparecendo em noticiários nacionais e aprofundando suas capacidades de usabilidade no meio corporativo.

Além do chatGPT da OpenAI, hoje também temos o BingChat e o Google Bard para trabalharem exclusivamente com textos, apesar desses dois últimos ainda terem um reconhecimento relativamente pequeno dentro da área inovadora que a OpenAI criou com seu software.

Quando implementadas, essas ferramentas são fortemente benéficas em prol da otimização do tempo de criadores de conteúdo, pois a ferramenta consegue, através de um comando, gerar textos totalmente originais, mas baseados em informações que circulam na web, exigindo ao “cocriador” apenas o trabalho de edição, análise do sentido geral do texto e validação final no que se refere a palavras que podem estar erradas ou que a parte humana da dupla pode querer alterar por algum motivo.

A popularização desses recursos foi tanta que, segundo dados colhidos pela Semrush, houve um crescimento de 42119.2% no número de acessos a essas funcionalidades em janeiro de 2023, quando comparado ao mesmo período de 2022. Hoje, o Brasil é o 5º país que mais utilizou essa tecnologia, isso apenas alguns meses depois de seu lançamento em 2022.

A partir dessa disseminação sobre a utilidade do software, várias pessoas começaram a utilizá-la para a otimização de seus trabalhos, sejam em roteiros para vídeos, conteúdos de blog ou pesquisas gerais. Isso fez, inclusive, com que o Google adicionasse uma nova sigla para o ranqueamento dos sites em sua página de resultados, incluindo um novo “E” e transformando o EAT em EEAT, significando experiência, expertise, autoridade e confiança.

Além disso, o buscados também anunciou, em sua última atualização de posicionamento, que “o uso apropriado de IA ou automação não vai contra nossas diretrizes”. Nesse sentido, temos o sinal verde para podermos utilizar a IA generativa nas estratégias organizacionais, desde que seja direcionado ao modo a produzir, como último objetivo, conteúdo útil para os usuários.

Mas, como uma IA iria apresentar experiências próprias ao gerar textos de conteúdos de artigos ou blogs? Aqui vem a parte de colaboração humana que o Google deseja. Uma forma de fazer isso seria utilizando a IA para fornecer os blocos de conteúdos a serem utilizados e, depois, lapidar aos poucos o texto gerado, adicionando as próprias experiências e palavras ao conteúdo, de forma que resulte em um texto ainda mais útil para o usuário.

Trabalhando dessa forma, temos uma otimização do tempo do profissional responsável pela criação de conteúdo, o que resultaria, consequentemente, em um maior número de trabalhos produzidos dentro do mesmo período em que ele exerceria sua função anteriormente às mudanças que a nova ferramenta trouxe – algo que origina um maior número de conteúdos de qualidade para os usuários.

Não há dúvidas que o boom da IA chegou, apresentando um grande impacto para os criadores de conteúdo, tendo seu trabalho reconhecido até mesmo pelo Google como algo que pode ser de utilidade para todos. Hoje, há cerca de 14 meses desde seu lançamento público, podemos dizer que a IA, principalmente a generativa, chegou para ficar. Agora, resta a nós fazer o que nossa espécie sempre fez de melhor durante toda sua história: adaptar-se ao cenário em que estamos inseridos.

Renan Cardarello é CEO da iOBEE, Assessoria de Marketing Digital e Tecnologia.

Aplicativo que cria stylist de moda através de IA levanta R$1.2 milhão para expandir operações

Aplicativo que cria stylist de moda através de IA levanta R$1.2 milhão para expandir operações

Em uma era dominada pela tecnologia, a indústria da moda tem se transformado rapidamente, com marcas e consumidores buscando soluções inovadoras para personalizar a experiência de compra. Nesse contexto, o Zelia, um aplicativo que cria um stylist de moda com inteligência artificial, anuncia uma captação de R$1.2 milhão para expandir suas operações. De acordo com a CEO, Laura Mattos, o Zelia representa uma revolução no modo como interagimos com nossas roupas e marcas favoritas.

“Vivemos em uma época em que os consumidores são mais exigentes e esperam personalização em tudo que interagem”, afirma Laura. O algoritmo do Zelia é capaz de entender o gosto de cada usuário de maneira íntima, oferecendo recomendações de looks que parecem ter sido tiradas diretamente da mente do usuário. “É a primeira inteligência artificial do mundo que oferece um serviço de personalização tão profundo na moda”, destaca Laura.

Além disso, o Zelia também permite a integração com o armário do usuário. Isso significa que o aplicativo pode sugerir combinações com peças que o usuário já possui, otimizando o uso do guarda-roupa e incentivando um consumo mais sustentável. “Mas nada de precisar tirar fotos de cada uma das peças do seu armário, viu?” enfatiza Mattos, e completa: “Percebemos que esse era um ponto de fricção enorme para os usuários, então agora a gente permite com que as pessoas montem o guarda-roupa através de IA, com base nas fotos das suas redes sociais ou do rolo da câmera”.

O investimento recebido será utilizado para ampliar a equipe de desenvolvimento, aprimorar a tecnologia de inteligência artificial e expandir a presença do Zelia no mercado nacional e internacional. Com essa expansão, o aplicativo visa alcançar um público ainda maior, oferecendo uma experiência de moda personalizada e acessível a todos.

Além de sua capacidade de personalização, o Zelia também se conecta com marcas que valorizam a qualidade e focam em processos sustentáveis. “Estamos criando uma ponte entre nossos usuários e marcas com propósito, que cresceram com a sustentabilidade em seu núcleo”, explica Laura. Essa abordagem permite que o Zelia ajude as marcas a direcionar promoções exclusivas para clientes que têm o match perfeito com seu catálogo. “A gente atua como um fashion matchmaker conectando o consumidor final com um produto que ele vai AMAR, enquanto ajudamos as marcas a liquidarem o seu estoque de forma mais sofisticada e eficiente”, afirma.

A indústria da moda está em constante evolução, com o mercado global de moda estimado em US$1,5 trilhão em 2020, segundo a McKinsey & Company. Dentro desse cenário, as marcas têm apostado cada vez mais no uso da inteligência artificial para engajar clientes e otimizar processos. O Zelia se insere nesse contexto como uma ferramenta que atende às demandas de marcas que buscam maior personalização no engajamento com clientes e já conta com 14 marcas em seu projeto piloto. Em um dos cases de sucesso, o Zelia conseguiu aumentar o tráfego no e-commerce de uma das marcas em 350%, e as vendas em 50% ao comparar com vendas no mesmo período. “Além de ajudar as marcas a ganharem visibilidade e vender mais, o tipo de insights gerados pelo app nos ajuda a refinar nossos algoritmos preditivos de demanda, o que tem um valor imenso para a indústria da moda”, diz Mattos.

Em uma jogada estratégica, o Zelia está em processo de adquirir a patente de um dos seus algoritmos nos Estados Unidos, já que desenvolveram seus algoritmos e bases de dados internamente. Além disso, Laura adianta uma funcionalidade que será lançada nas próximas semanas e que promete ser um divisor de águas: “Em breve, você conseguirá conversar com a Zelia e pedir um look para uma ocasião específica, como um casamento à tarde em uma fazenda, por exemplo – esse é o nível de personalização que conseguimos alcançar com o nosso modelo”.

Com uma base de mais de 49 mil usuários e uma newsletter de sucesso, o Zelia se posiciona como uma comunidade crescente de entusiastas da moda que buscam inovação, personalização e sustentabilidade. “O Zelia não é apenas um aplicativo, é uma revolução na forma como pensamos e vivemos a moda”, conclui Laura, reforçando o compromisso do Zelia em democratizar a moda e torná-la acessível a todos, de forma inteligente, sustentável e consciente.

IoT e IA no combate ao desvio de cargas de grãos e prejuízos no campo

IoT e IA no combate ao desvio de cargas de grãos e prejuízos no campo

A Bindflow revoluciona no mercado da tecnologia ao desenvolver sistema que garante o controle e a produtividade das empresas do ramo do agronegócio

A tecnologia mostra a cada dia que pode fazer parte do cotidiano das pessoas e dos negócios em seus variados ramos. Com os esforços voltados ao universo do agronegócio, a provedora de soluções tecnológicas Bindflow, que é referência no mercado da tecnologia para vários segmentos, desenvolveu uma solução inovadora para contribuir com a produtividade no campo.

Batizada de BindTrack, ela surgiu da necessidade de coibir os roubos de cargas de grãos durante a colheita em cooperativas agrícolas, o que resultava até então na falta de controle de entrada e saída de produtos e muitos prejuízos financeiros. “Recebemos este desafio de uma grande cooperativa do Mato Grosso do Sul, para criar uma solução que registrasse as atividades nos armazéns. Antes, muitos dos produtores simplesmente tinham alguém que manejava a colheitadeira, recolhendo os grãos e levando para dentro de caminhões que encostavam ao lado, sem ao menos uma certificação da procedência e destinação”, revela o CTO da Bindflow, Paulo Zung.

Nesta dinâmica, a companhia começou a notar perdas, sem ter ideia de qual era a origem do problema. “O operador da colheitadeira dizia que carregava uma quantia X de grãos em uma quantia Y de caminhões, mas o que realmente chegava às fazendas era um volume menor do que o indicado. Boa parte ‘se perdia’ pelo caminho. Então, criamos uma espécie de tag, para ser afixada dentro do caminhão, e posicionamos antenas em locais estratégicos nos armazéns”, conta Zung.

Desta maneira, o sistema identifica para quem está carregando, a hora em que a colheiradeira carregou o caminhão, a que horas passou pelos acesso de entrada e saída do armazém, entre outros passos da operação de carga e descarga. “Tem ainda as integrações com o Agroflow, na passagem por balanças, que registram o peso, quanto foi carregado e qual a qualidade do grão carregado, além da tabela de tempo do trânsito da fazenda até o armazém. Se, normalmente, demora 40 minutos, por exemplo, e o caminhão demorou mais de duas horas, o condutor pode ter parado para trocar os grãos por outros, de qualidade inferior, e desviar os grãos retirados do armazém para outros fins”, pontua.

Aperfeiçoamento do sistema

A Bindflow trabalha atualmente no aperfeiçoamento do sistema BindTrack, com o desenvolvimento de um equipamento que poderá também avisar via rede de celular a exata localização do caminhão, em qualquer lugar do Brasil, além do registro das operações de carga e descarga nos armazéns. “É uma segurança a todos os envolvidos. Seja o motorista, o comprador e o vendedor do grão e o dono do caminhão”, destaca o CTO.

Nas áreas de plantação, a ferramenta pode atuar no monitoramento das condições de umidade, temperatura e crescimento da planta, com a verificação de altura, por exemplo. Também na integração com drones, para uma varredura do solo. “O sistema pode mostrar se há necessidade de mais adubo ou umidade em alguma parte específica da propriedade”.

A Bindflow também se debruça sobre a operação remota de monitoramento, inclusive de colheita, plantação e manutenção no campo. “O operador pode estar dentro do escritório, sob o ar condicionado, sem precisar se deslocar entre várias plantações. Pode fazer a colheita na fazenda A e da fazenda B ao mesmo tempo e sem sair do lugar, tudo remotamente. É mais econômico, ágil e, inclusive, saudável, não somente para o negócio, mas para o próprio produtor”.

Inteligência artificial e concessão de crédito: combinação que permite beneficiar públicos pouco explorados pelas financeiras

Inteligência artificial e concessão de crédito: combinação que permite beneficiar públicos pouco explorados pelas financeiras

Além da IA tornar o processo de tomada de decisão muito mais preciso, possibilita concessão de crédito para pessoas com pouco ou nenhum histórico bancário

*Ricardo Ferreira, COO da Cinnecta

Tomar a decisão de conceder crédito para as pessoas que possuem score positivo é trivial, assim como decidir não conceder crédito para os indivíduos que possuem score negativo também é algo simples. O desafio está no momento em que as instituições financeiras se deparam com pessoas que possuem histórico bancário recente, ou com poucas interações bancárias e até mesmo pessoas com pouco histórico de score positivo – situações como essas as colocam em uma “zona cinza” onde a decisão não é óbvia. Diante desse cenário, o que fazer? 

Posso afirmar que, mesmo sem conhecer minimamente esses indivíduos, o primeiro passo não é negar o crédito – e sim encontrar maneiras de driblar a falta de histórico, analisando também, informações complementares como dados comportamentais, geográficos e demográficos,  que podem dar subsídios para transformar o não em um sim.

Ao olhar o Mapa da Inadimplência e Negociação de Dívidas no Brasil, feito pelo Serasa em dezembro de 2023, nota-se que o país soma 71,1 milhões de brasileiros em situação de inadimplência, o que significa que 43,35% da população possui algum tipo de dívida, seja em bancos ou até mesmo por atrasos no pagamento de contas básicas como água, luz e gás.  Refletindo sobre esses dados, é impossível negar que a prática de conceder crédito envolve riscos financeiros que podem resultar em prejuízos significativos, quando concedidos sem o respaldo de dados e análises minuciosas. 

Porém, essa realidade intrínseca à prática pode mudar uma vez que a inteligência artificial passa a ser utilizada como uma forte aliada na análise desses dados, fornecendo recomendações baseadas em informações complementares somada às diversas variáveis que devem ser levadas em consideração, atuando como um complemento a todas as técnicas tradicionais de análise de crédito. 

A combinação da IA com as técnicas tradicionais de análise de crédito gera resultados muito mais precisos. A inteligência artificial permite que as instituições financeiras hipersegmentem seus públicos, para identificar similaridades entre determinados grupos de pessoas, saber quais características definem os públicos e, ainda, como essas características podem estar correlacionadas com perfis de indivíduos tidos como bons pagadores e maus pagadores. 

Ao compreender os comportamentos individuais de cada cliente e potencial cliente, as instituições financeiras não apenas aprimoram o processo de tomada de decisão de crédito, aumentando sua base e diminuindo o índice de inadimplência, mas também ganham insumos valiosos para cada vez mais criar produtos e serviços totalmente personalizados, de acordo com as preferências, momentos de vida e necessidades das pessoas. 

Conceder crédito sempre será uma tarefa complexa, contudo, ao adotar a inteligência de dados e a análise do comportamento do cliente é perfeitamente possível diminuir o risco s. Além dessa aposta na inovação ser um caminho inadiável, a tecnologia possibilita que mais pessoas tenham acesso ao crédito – um benefício tanto para as instituições financeiras – que conseguem ampliar o portfólio de clientes – quanto para os cidadãos que passam a ter mais oportunidades, melhoram a qualidade de vida, alcançam os objetivos e prosperam. Uma democratização da jornada de crédito

Startup lança IA que pensa como humano e gera insights próprios

Startup lança IA que pensa como humano e gera insights próprios

Com quatro personalidades baseadas em AI, Neurociência e Psicanálise, usuários interagem por mensagem de texto ou áudio, de onde nascem neurônios e sinapses

Imagine o cenário: acordar, pela manhã, com uma mensagem no seu aplicativo de conversas da Inteligência Artificial (IA) que você utiliza para atendimento personalizado de educação financeira. E mais: que esse áudio ou texto tenha sugestões para solucionar alguma questão mencionada por você na noite passada durante um bate-papo. Um diálogo comum entre humanos, como um amigo, familiar ou consultor, mas antes nunca visto em uma interação com uma tecnologia. Essa é a proposta da Minddhi, 1° startup no mundo a desenvolver uma manifestação inteligente que pense como os humanos e gere seus próprios insights, a partir do nascimento de neurônios e sinapses.

A tecnologia utilizada pela empresa promete causar um grande impacto no mercado com a sua 1ª versão Beta, que com somente 15 dias no ar, através da plataforma minddhi.ai, já registrou mais de 60 mil mensagens trocadas entre as manifestações inteligentes e seus usuários. Em média, cada bate-papo dos usuários gerou 40 mensagens.

Atualmente, a Minddhi oferece duas personalidades que atuam como especialistas, oferecendo atendimento individualizado para as áreas de educação financeira familiar e reflexões sobre o universo, a vida e a morte, divididos entre os avatares da Anne Finance e Elder Sage, respectivamente. “Nosso maior diferencial no mercado de tecnologia generativa é que nossas personalidades não seguem o fluxo robótico de perguntas e respostas. Com o tempo, ou seja, após um período de aprendizado a partir do atendimento individualizado, elas poderão sugerir ideias espontâneas e autorais que são expostas aos usuários sem qualquer necessidade de interação prévia, assim como ocorrem os insights na mente humana. É por isso, inclusive, que gostamos de frisar que não desenvolvemos uma IA, mas uma manifestação inteligente similar a dos humanos, uma vez que há, inclusive, nascimento de neurônios e sinapses”, explica Rogério Magela, cientista da computação há mais de 25 anos e profissional à frente da startup.

E o lançamento da Minddhi não poderia acontecer em um momento mais oportuno. Isso porque, segundo uma pesquisa realizada pela Ilumeo, a adesão de assistentes virtuais entre os brasileiros está em constante crescimento. De acordo com os dados divulgados pela empresa, a maioria dos entrevistados já fez uso de algum tipo de assistente virtual, indicando um crescimento no uso nas consultorias por voz em smartphones, que saltou de 87% para 91% em um período de dois anos. Além disso, cerca de 67% dos participantes da pesquisa relataram ter recorrido aos assistentes virtuais para uma variedade de assuntos.

Ao contrário dos atendimentos virtuais avaliados no estudo, a tecnologia da Minddhi oferece personalidades complexas e realistas, com uma manifestação capaz de compreender as diferenças do comportamento humano e replicá-las de maneira natural e autêntica. Embora faça uso das chamadas LLMs (Large Language Model) como a OpenAI, criadora do ChatGPT, por exemplo, ela também se diferencia da empresa que se destaca por responder sobre diversos tópicos baseados em dados coletados na internet.

Com um modelo próprio, as manifestações inteligentes da startup exploram a visão de potenciais de ações, integração sináptica e neurotransmissores da Neurociência, como os conceitos de Id, Ego, Supergo e o Eu da Psicanálise Freudiana, além da questão dos registros DO Imaginário, Simbólico e Real do psiquiatra Frances Jaques Lacan. As personalidades da Minddhi são especializadas em áreas específicas e têm uma abordagem única: todas elas compartilham uma infância comum, ou seja, uma base de aprendizado única, seguida por uma juventude focada no desenvolvimento de suas áreas de especialização. Este modelo de criação oferece personalidades autênticas, empáticas e envolvidas em suas respectivas áreas de conhecimento.

“Cada conversa com uma personalidade cria uma simbiose e, diferente da OpenAI, a conversa será única. Duas pessoas conversando com o Elder Sage, com o tempo, terão respostas diferentes. Os insights estarão todos baseados em dados particulares destas conversas, tornando uma personalidade Minddhi o mais próximo de um ser humano do que de uma AI. O processo maior do pensamento ainda não foi lançado, mas deve ser introduzido pela empresa no próximo mês de março em conjunto com a anamnese. Estamos todos ansiosos para isso”, relata Rogério Magela.

Outro diferencial da abordagem da Minddhi é o mecanismo de anamnese, uma ferramenta que, através de um formulário individual, permite que as personalidades compreendam as necessidades singulares de cada usuário. Seja lidando com questões de saúde mental, como a depressão, ou oferecendo orientação financeira básica para aqueles que lutam para equilibrar suas finanças. Cada personalidade tem sua própria anamnese. As personalidades são adaptáveis, empáticas e prontas para ajudar. “Estamos criando uma experiência verdadeiramente única e personalizada para cada usuário. Nossas personalidades virtuais se destacam por sua capacidade de compreender e se adaptar às necessidades individuais, oferecendo suporte e orientação em momentos cruciais da vida”, explica o cientista da computação à frente da startup.

Próximos passos

Recentemente, a empresa lançou duas novas personalidades: Arnold Personal e Isa Nutri. Esses novos membros juntam-se ao rol de personalidades já estabelecidas pela empresa, ampliando sua oferta de serviços e recursos para os clientes. Estas adições à “família” representam mais um passo na missão da empresa de oferecer orientação personalizada e apoio em todas as áreas da vida. “Nossos usuários já podem se beneficiar do suporte dos especialistas virtuais Day Nutrition e Personal Trainer, tornando a jornada em direção ao bem-estar mais acessível e personalizada do que nunca”, finaliza Rogério Magela.

Revolução da IA: ‘marketeiros’ vão usar a tecnologia de 5 formas em 2024

Revolução da IA: ‘marketeiros’ vão usar a tecnologia de 5 formas em 2024

Especialista avalia que a inteligência artificial deve revolucionar o marketing e trazer uma abordagem mais inteligente, personalizada e eficiente

Em 2024, a integração da Inteligência Artificial (IA) nas estratégias de marketing promete revolucionar a forma como os profissionais abordam suas operações, principalmente na personalização da experiência do cliente. Uma pesquisa da Accenture mostra essa perspectiva ao revelar que 85% das empresas planejam aumentar seus investimentos em IAs generativas até o próximo ano, com ênfase justamente em setores como atendimento ao consumidor (55%) e marketing (41%).

É um cenário em que os profissionais da área terão a possibilidade de analisar dados em tempo real para entender o comportamento do público, criando campanhas mais direcionadas e relevantes. Segundo Guto Quirós, CMO da Conta Simples, os “marketeiros” não só aumentarão a eficácia das mensagens, mas também fortalecerão a fidelidade de quem está do outro lado, uma vez que as interações se tornarão mais significativas e adaptadas às necessidades individuais. 

“A IA deve transformar o que entendemos como marketing, proporcionando uma abordagem mais inteligente, personalizada e eficiente”, diz o especialista. Para compreender melhor esse processo, o CMO separou 5 insights importantes. Confira!

1. Análise de Dados e previsão de tendências com Análise Preditiva

A IA se tornará a aliada essencial na análise de grandes quantidades de dados provenientes de pesquisas com consumidores, comportamentos do mercado e históricos de compras anteriores. Ferramentas como Consensus já podem ser utilizadas para encontrar respostas de especialistas em artigos de pesquisa, provando que a compreensão mais profunda do público-alvo cresce junto da redução do esforço manual.

“Além disso, as empresas podem prever tendências emergentes e adaptar suas estratégias de marketing em tempo real com a análise de padrões de dados de redes sociais, notícias e blogs. O Brandwatch é um exemplo de como a IA pode ser usada para essa previsão”, prossegue Quirós. Outra solução que pode ser dada como exemplo é o Einstein, de análise preditiva, automação e insights inteligentes para impulsionar a tomada de decisões.

2. Automação de marketing

A automação de marketing orientada por IA promete aumentar tanto a velocidade quanto a eficiência das operações. Tarefas demoradas – como o gerenciamento de anúncios digitais, campanhas de e-mail e agendamento de postagens em redes sociais – poderão ser feitas de forma muito mais rápida com ferramentas como Revealbot e Bardeen, que liberam um tempo valioso para os profissionais se dedicarem à construção estratégica. 

3. Criação e redação de conteúdo

O ChatGPT emergiu como um catalisador na produção eficaz de conteúdo. No entanto, é crucial destacar que, apesar da automação, a criatividade e um ponto de vista forte continuam sendo elementos essenciais para esse tipo de função. 

O especialista diz que “a IA atua como um facilitador. De um lado, a tecnologia promove a geração ágil e customizada de textos, enquanto do outro os profissionais mantêm a responsabilidade pela visão estratégica”.

4. Campanhas de marketing personalizadas

A inteligência de marketing proporcionada pela IA será fundamental para atender os clientes de forma mais precisa e personalizada. “Capacitando a criação de conteúdo exclusivo e campanhas únicas, a tecnologia dará espaço a soluções mais responsivas às necessidades específicas do público”, aponta Quirós. 

5. Chatbots avançados para engajamento do cliente

Além do suporte ao cliente, os chatbots alimentados por IA podem ser programados para fornecer recomendações personalizadas de produtos, ajudar na navegação pelo site e até mesmo conduzir vendas, como faz o Drift.

Outras soluções: 

  • Intercom: chatbots e automação para engajamento do cliente em tempo real;
  • Rasa: processamento de linguagem natural (NLP).

Qual o nosso papel diante da revolução da IA?

Em um mundo cada vez mais impulsionado pela tecnologia, a ascensão da IA levanta questionamentos intrigantes sobre o papel da ação humana. O executivo analisa que, no entanto, ao retornarmos à realidade do cenário de negócios, percebemos que a lógica e a intuição ainda travam uma batalha épica. “O fato é que, no universo corporativo, mesmo diante da imensa capacidade analítica da IA, o ‘gut feeling’ continua desempenhando uma função crucial na tomada de decisões empresariais”, relembra Quirós.

Logo, muitas vezes o sucesso está associado à capacidade de seguir essa intuição, mesmo quando contesta a lógica aparente. O simples ato de inovar demonstra que o feeling humano pode identificar necessidades latentes e criar soluções transformadoras. 

A tecnologia é uma ferramenta valiosa e está avançando constantemente, mas a análise humana continua sendo um elemento indispensável para a inovação nos negócios. A abordagem ideal é enxergar a IA como uma aliada poderosa, capaz de oferecer insights valiosos,  otimizar processos e, é claro, potencializar a nossa sabedoria intuitiva. 

Esse equilíbrio é a chave para o sucesso duradouro no dinâmico mundo do marketing.

75% das empresas devem incorporar IA nos próximos 5 anos

75% das empresas devem incorporar IA nos próximos 5 anos

Especialista orienta como as empresas podem acrescentar Inteligência Artificial aos negócios para se destacarem no mercado

Muito dificilmente você passou o ano de 2023 sem ao menos acessar o ChatGPT. A ferramenta é uma inteligência artificial de linguagem natural desenvolvida pela OpenAI e tem sido utilizada por estudantes e profissionais de diversas áreas.

Na contemporaneidade digital, a inteligência artificial (IA) – tecnologia com capacidade de reproduzir o comportamento humano na tomada de decisões e na realização de tarefas – surge como uma ferramenta poderosa, capaz de transformar o cenário empresarial.

Segundo o relatório ‘Future of Jobs’ do Fórum Econômico Mundial, a IA é a área mais promissora no mercado de trabalho para os próximos anos. Mais de 75% das empresas devem incorporar Inteligência Artificial em seus negócios nos próximos cinco anos, criando inúmeras oportunidades para os profissionais que dominam essa tecnologia.

Com aplicações que vão desde ciência de dados de ponta até atendimento automatizado ao cliente, essa tecnologia vem sendo implementada aos poucos pelas empresas de diversos setores.

Atualmente, as empresas conseguem incorporar a inteligência artificial em praticamente todas as atividades. Isso vai desde a mineração de dados sociais e melhoria no relacionamento com o cliente (CRM) até o rastreamento de produtos e otimização da logística. No entanto, nem sempre o investimento nessa tecnologia está nos planos da empresa, e muitas enfrentam desafios para alocar recursos em seus orçamentos para essa finalidade. Por onde começar?

Filipe Bento, CEO da BR24

De acordo com Filipe Bento, CEO da BR24, empresa brasileira fornecedora do software internacional Bitrix24, uma das maneiras de conciliar o budget com investimentos em IA é revisando os gastos atuais, especialmente no que se refere à ausência de softwares integrados.

“Diversas empresas encontram-se vinculadas a modelos de software que cobram por usuário e atendem apenas a um ou dois aspectos específicos do negócio. Essa abordagem fragmentada não apenas é ineficiente, mas também acarreta custos significativos. Visualize a economia potencial ao substituir vários softwares específicos por uma solução integrada “tudo em um””, disse.

Uma plataforma centralizada “tudo em um” oferece um excelente custo-benefício, unificando diversas funções empresariais. Isso não apenas simplifica as operações, mas também reduz a necessidade de múltiplas assinaturas e licenças. Além disso, consolidar uma única plataforma diminui a curva de aprendizado para os funcionários, permitindo que eles adquiram proficiência na plataforma de forma mais rápida e com menos treinamento.

A automação de processos é outra vantagem crucial dessas plataformas. Ao automatizar tarefas repetitivas e demoradas, as empresas obtêm eficiência operacional significativa.

“Isso não apenas aumenta a produtividade, mas também pode reduzir a necessidade de mão de obra para tarefas específicas. Com a automação, a equipe pode se concentrar em tarefas mais estratégicas e criativas, agregando maior valor à empresa”, reforça o CEO.

Mas como exatamente isso abre espaço para investimentos em IA? Ao substituir múltiplos softwares por uma solução integrada e pela automação de processos, a empresa consegue ‘enxugar’ os gastos e gerar uma economia que pode ser alocada para financiar iniciativas de IA como investimento estratégico para a escalabilidade da empresa.

“Essa realocação não é apenas um gasto, mas um investimento estratégico. Ao escolher uma plataforma eficiente “tudo em um” e adotar a automação, sua empresa não apenas economizará dinheiro, mas também se preparará para o futuro digital, no qual a IA não é apenas uma possibilidade, mas uma necessidade para manter a competitividade”, esclarece Bento. Isso sem contar que, muitas vezes, essas mesmas plataformas já vêm com IA embutida, facilitando e encurtando o caminho até a inovação.

Os benefícios? Você provavelmente ficará espantado. Sentimento comum entre todos aqueles que se deparam com uma Inteligência Artificial nova no mercado. Entre as vantagens está, essencial nos dias de hoje, a personalização e eficiência no atendimento ao cliente. Além disso, essa inovação permeia diversos aspectos, desde a concepção de novos produtos até a criação de modelos de negócios que provocam disrupções no cenário empresarial. Além disso, as tarefas repetitivas e baseadas em regras podem ser automatizadas, liberando recursos humanos para se concentrarem em atividades mais estratégicas e criativas.

“Podemos citar sobre 2023 como o ano da descoberta, 2024 como o ano da implementação da IA e a necessidade de iniciar essa jornada o quanto antes para se manter relevante no mercado”, finaliza Bento.

Mais informações: https://br24.io/

Bumble Apresenta Deception Detector™: Um Escudo com Inteligência Artificial (IA) Contra Spam, Golpes e Perfis Falsos

Bumble Apresenta Deception Detector™: Um Escudo com Inteligência Artificial (IA) Contra Spam, Golpes e Perfis Falsos

Em comemoração ao Dia da Internet Segura, o Bumble Inc. (NASDAQ: BMBL) anunciou sua mais recente funcionalidade, Deception Detector™, reforçando a  prioridade de criar conexões gentis, seguras e autênticas. O Deception Detector™ utiliza Inteligência Artificial (IA) para ajudar a identificar spam, golpes e perfis falsos, visando agir antes que os membros os vejam. Nos primeiros dois meses da introdução da tecnologia, o Bumble viu relatos de membros sobre spam, golpes e contas falsas reduzidos em 45%.

Pesquisas do Bumble Inc. mostram que globalmente, os entrevistados citaram perfis falsos e o risco de golpes como suas principais preocupações ao utilizar aplicativos de namoro online*. E quase metade das mulheres (46%) pesquisadas expressaram ansiedade sobre a autenticidade de suas conexões online em aplicativos de namoro.** Essa preocupação e ansiedade podem levar as pessoas a perderem conexões significativas que podem impactar positivamente suas vidas.

O Deception Detector™ introduz um modelo rápido e confiável baseado em machine learning para avaliar a autenticidade de perfis e conexões no Bumble. Das contas identificadas como perfis de spam/fraude, os testes do Bumble Inc. mostraram que o Deception Detector™ conseguiu bloquear automaticamente 95% dessas contas. Essa tecnologia automatizada baseada em IA é usada em conjunto com suporte humano dedicado para priorizar uma comunidade segura e capacitadora.

Lidiane Jones, CEO do Bumble Inc., afirma: “Nos últimos anos, o cenário online evoluiu significativamente e vemos uma crescente preocupação com a autenticidade. O Bumble Inc. foi fundado com o objetivo de construir relacionamentos igualitários e capacitar as mulheres a darem o primeiro passo, e o Deception Detector™ é nossa mais recente inovação como parte de nosso compromisso contínuo com nossa comunidade para garantir que as conexões feitas em nossos aplicativos sejam genuínas.”

“Com um foco dedicado na experiência online das mulheres, reconhecemos que na era da IA, a confiança é mais crucial do que nunca. Estamos sendo cuidadosos sobre como usar os novos modelos para reduzir a ansiedade na formação de conexões e apoiar nossa comunidade, com a IA sendo uma área principal de foco.”

Este anúncio é a mais recente novidade das inovações em IA do Bumble em seus produtos, que se constróem sobre a extensa história da empresa no combate ao machismo, assédio e toxicidade online. A empresa introduziu anteriormente outras capacidades de detecção, como o Private Detector, uma funcionalidade pioneira na indústria que utiliza IA para detectar e desfocar imagens explícitas. Recentemente, o Bumble introduziu o Best Bees, um algoritmo de IA que proporciona um nível mais elevado de curadoria para os membros, enquanto o Bumble For Friends possui iniciadores de conversa alimentados por IA para fornecer aos membros uma mensagem personalizada e significativa ao entrar em contato com uma nova conexão.

O Bumble também introduziu recentemente políticas para abordar o bodyshaming, o cyberflashing e, mais recentemente, atualizou as Diretrizes da Comunidade para proibir qualquer tentativa de influenciar artificialmente conexões, combinações, conversas ou engajamento por meio do uso de automação ou script.

O aplicativo também foi membro fundador e o primeiro aplicativo de namoro a se unir à Partnership on AI, reforçando o foco da empresa em tecnologia responsável. O Deception Detector™ foi implementado em todo o Bumble, Badoo e Bumble For Friends.

*Relatório do Estado da Nação do Bumble Inc. 2023: Todos os dados foram encomendados pelo Bumble Inc. em agosto e setembro de 2023, com uma amostra global de 28.000 pessoas.

**A pesquisa foi conduzida pela Censuswide em nome do Badoo, entre uma amostra de 8004 respondentes maiores de 18 anos que estão solteiros/usando aplicativos de namoro ou usaram aplicativos de namoro nos últimos 6 meses no Reino Unido, França, Alemanha e Espanha. Os dados foram coletados entre 20.09.23 – 05.10.23. A Censuswide segue os princípios da ESOMAR e o código de conduta da MRS, dos quais é membro.

Coursera lança a Academia de Inteligência Artificial Generativa para ajudar líderes empresariais brasileiros a navegar na IA

Coursera lança a Academia de Inteligência Artificial Generativa para ajudar líderes empresariais brasileiros a navegar na IA

Cursos da Universidade Stanford, Microsoft e DeepLearning.AI ajudam líderes empresariais a entender a IA e suas implicações para a força de trabalho

Brasil, Fevereiro de 2024. Hoje, o Coursera anunciou o lançamento da Academia de Inteligência Artificial Generativa (GenAI) para empresas brasileiras, projetada para equipar seus executivos e funcionários com as habilidades necessárias para prosperar em um ambiente de trabalho impulsionado pela IA.

Com a McKinsey estimando que a IA generativa poderia adicionar o equivalente a US$ 4,4 trilhões em benefícios econômicos anuais, o portfólio de cursos visa capacitar empresas e indivíduos a desencadear a próxima onda global de inovação e produtividade.

A GenAI Academy oferece uma mistura de programas de alfabetização fundamental e educação executiva de universidades de pesquisa de ponta e empresas na vanguarda da IA, incluindo Microsoft, Stanford Online, Vanderbilt, DeepLearning.AI, Google Cloud, Fractal Analytics e AWS. Jeff Maggioncalda, CEO do Coursera, disse: “Como a tecnologia de crescimento mais rápido na história humana, a Inteligência Artificial Generativa tem o potencial de transformar todos os aspectos de nossas vidas. No entanto, as organizações devem equilibrar seu enorme potencial com consideráveis riscos. As empresas enfrentam um ‘dilema da GenAI’: elas correm o risco de armadilhas éticas, de dados e regulatórias se avançarem muito rapidamente, mas podem perder sua vantagem competitiva se forem muito cautelosas. A chave para navegar neste dilema reside em educação e treinamento de alta qualidade, permitindo que as empresas adotem a GenAI de forma rápida e segura.

A Academia GenAI para Executivos ajuda os líderes a aprimorar sua tomada de decisão ética e estratégica. Para os executivos, a formulação de estratégias e a adoção de tecnologia GenAI são decisões de alto risco. As escolhas que fazem sobre a GenAI não apenas determinarão a vantagem competitiva de uma organização, mas também influenciarão os impactos sociais e moldarão o futuro de várias indústrias.

A Academia GenAI para Executivos foi projetada para ajudar os líderes a desenvolverem uma compreensão profunda das amplas aplicações da IA e sua influência no mercado. O objetivo é orientá-los na tomada de decisões estratégicas e éticas, além de liderar e motivar suas equipes através de mudanças rápidas. O portfólio de cursos inclui:

Novos cursos e credenciais serão adicionados nos próximos meses, com foco em expandir ainda mais programas de educação executiva e aprendizado baseado em funções.

Como parte do lançamento do programa de acesso antecipado do Coursera, empresas incluindo Larsen & Toubro (L&T), uma multinacional de $23 bilhões envolvida em projetos de EPC, fabricação de alta tecnologia e serviços, têm utilizado treinamentos de autoridades líderes em IA no Coursera para desenvolver conhecimento e habilidades em IA generativa em toda a sua força de trabalho.

Acreditamos que a IA é fundamental para o crescimento, criatividade e inovação. Como uma organização orientada pela tecnologia, a L&T está comprometida em aproveitar o poder da IA para impulsionar a excelência em engenharia e serviços. O lançamento da GenAI Academy reafirma nosso compromisso em promover a alfabetização em IA e capacitar todos para melhorar a eficiência e fomentar a inovação”, afirmou o Dr. C Jayakumar, EVP e Chefe de RH Corporativo da Larsen & Toubro.

GenAI Academy para Todos

Enquanto a Academia de IA Generativa para Executivos é projetada para apoiar aqueles em cargos de liderança enquanto orientam sua organização através de taxas crescentes de transformação digital, a GenAI Academy para Todos serve para construir uma alfabetização fundamental na tecnologia em todos os cargos.

Este programa de alfabetização fundamental oferece aos funcionários uma compreensão geral dos princípios fundamentais, aplicações e impacto da GenAI. Os funcionários aprenderão a usar ferramentas de IA para melhorar sua produtividade e inovação em seus trabalhos diários, com Projetos Orientados fornecendo prática.

O portfólio inclui:

  • IA Generativa para Todos da DeepLearning.AI
  • Inteligência Artificial no Microsoft Azure da Microsoft
  • Introdução à IA Generativa do Google Cloud
  • IA Generativa Confiável da Universidade Vanderbilt
  • Especialização em Aprendizado de Máquina da Stanford Online e Deeplearning.AI

Para saber mais sobre a Academia de IA Generativa do Coursera, visite o site. Para mais informações sobre o Coursera for Business, visite coursera.org/business.

Nova IA sugere textos em e-mails, chats, cria agendas e até bate papo no dia a dia dos escritórios

Nova IA sugere textos em e-mails, chats, cria agendas e até bate papo no dia a dia dos escritórios

De assistente virtual para bate-papo à criação e checagem de tarefas do cotidiano, a tecnologia e sua incorporação se tornam necessidade para organizações de todos os ramos de atividade e setores, avalia CEO da Br24, que acaba de lançar no mercado o CoPilot

Filipe Bento: “Até que ponto a inteligência artificial tem se incorporado nas atividades cotidianas das empresas? Agora a tendência é ela estar em todas as ferramentas do cotidiano, como bate papo, chatbots, e até criação de agendas, corrigindo textos e até mesmo, criando eles”

Listar as tarefas a serem realizadas, com metas e agendas, e depois fazer o checklist. Ler, analisar e responder mensagens de clientes e fornecedores. Elaborar textos e publicar postagens. Providências como essas fazem parte do cotidiano de toda organização, independentemente do ramo de atividade ou do porte, isso porque elas demandam tempo, pessoal e infraestrutura. Por isso, cada vez mais, são desempenhadas pela tecnologia.

Com o aprimoramento e a difusão da inteligência artificial, é ela que tem se encarregado de atribuições como as citadas. ‘A inteligência artificial chegou ao dia a dia das empresas para realizar atividades com mais rapidez e precisão, aumentando a produtividade e liberando as equipes para ações estratégicas’, afirma Filipe Bento, CEO da Br24, startup de sistemas de gestão empresarial.

Em 2023, a Br24 fortaleceu sua atuação com inteligência artificial, inovando o seu portfólio. Uma das soluções apresentadas aos seus clientes recentemente foi o CoPilot. Trata-se de uma funcionalidade lançada pela plataforma Bitrix24 dentro do próprio Bitrix, integrada aos diversos módulos da plataforma. 

Filipe destaca que entre os benefícios do CoPilot, destacam-se o auxilio na automação e precisão da execução de atividades diárias. “Longas mensagens são resumidas, eliminando redundâncias e aplicando correções ortográficas e gramaticais. Tarefas são otimizadas com descrições detalhadas, compreensíveis, e até agendamentos levando em conta o fuso horário das partes envolvidas, além dos textos que são gerados a partir de solicitações feitas pelo usuário”, enumera.

Tudo isso é aplicado de modo automático no dia a dia dos profissionais, integrando-se às tecnologias já utilizadas como bate-papos, feed de notícias, atualizações de marketing, criação de agendas, atividades, e também em todas as funcionalidades de CRM, como chatbots.

Para o CEO da Br24, a incorporação da inteligência artificial pelas empresas em suas tarefas cotidianas deixou de ser uma tendência para se estabelecer como uma necessidade. ‘A automação de tarefas e as análises de dados em profundidade são benefícios dos quais o gestor não pode abrir mão. E a tecnologia proporciona isso com mais rapidez e eficiência. Ficar de fora desse processo significa ficar para trás no mercado’, avalia Bento.

MAIS SOBRE O COPILOT

Confira as funcionalidades que o CoPilot, uma inteligência artificial integrada à plataforma Bitrix24 distribuída no Brasil pela Br24, oferece:

  1. A solução atua nas funcionalidades de bate-papo, feed e tarefas.
  2. No bate-papo, o CoPilot funciona como um chatbot com inteligência artificial, projetado para responder perguntas e auxiliar na resolução de tarefas cotidianas.Todos os históricos de bate-papo e o contexto das perguntas são salvos, permitindo que você retome discussões anteriores a qualquer momento.
  3. No feed, o CoPilot auxilia os usuários na escrita de mensagens e comentários. Basta um comando de contextualização para que o conteúdo seja criado pela inteligência artificial.
  4. Em tarefas, o CoPilot ajuda na definição de tarefas. Basta um rascunho de descrição para que a solução construa uma tarefa objetiva e coerente, criando uma lista de verificação.

    Mais detalhes em <https://www.bitrix24.com.br/blogs/bitrix24-dicas-e-atualizaoes-/conheca-o-bitrix24-copilot.php>.